
Marvel Tokon: Fighting Souls Preview – Testamos o novo jogo de luta!
Marvel Tokon: Fighting Souls é um jogo de luta em 2.5D de combate em equipe, contudo é somente uma barra de vida para todo o time trazendo um combate mais rápido e emocionante e combinado com os icônicos personagens da Marvel, trazendo personagens clássicos dos jogos anteriores e personagens novos para o holofote. Este jogo promete reviver o legado dos jogos de luta da Marvel.
Combate rápido e dinâmico do Marvel Tokon: Fighting Souls
Como um jogo de luta de 2.5D trás de volta a nostalgia do Marvel vs CAPCOM, o estilo do combate é baseado nas mecânicas de arcades de luta com combos bem variados com base em cada personagem.

Outra coisa que fica evidente são as funções e alcance de cada membro da equipe sendo um exemplo desta mecânica o estilo de luta de personagens como Wolverine e Homem de ferro sendo respectivamente um combatente de curto alcance e outro combatente de longo alcance.
Ambientação e novas mecânicas
Na demo jogada tinham 3 mapas disponíveis que trazem o sentimento dos jogos anteriores de volta, com fundos com animações dinâmicas e “Storytelling visual” cada mapa conta uma história diferente. Uma mecânica introduzida é o fato de que você começa com a acesso a trocar o líder com somente um personagem no começo do combate e conforme vai lutando e cumprindo requisitos vai liberando a possibilidade de usar os outros personagens do time.
E uma outra mecânica que retornou Marvel Tokon é a “Quebra de Parede”, quando um combo longo ou que causou muito dano é executado no canto do mapa ocorre a “quebra” e a luta segue para um outro cenário.
Estética nova, mas ao mesmo tempo nostálgica
O jogo usa o modelo gráfico 2.5D que traz profundidade para o cenário, mas, ainda permite a sensação de luta de arcade e ao mesmo tempo traz a estética de desenho misturado com gráficos digitais é um choque do antigo com o novo para trazer os antigos jogadores de volta e chamar a atenção de novos jogadores.
O que achamos do jogo?
Testei a demo por cerca de 40 minutos e estava a muito tempo sem jogar jogos de luta, contudo cresci jogando jogos de luta e inclusive o título Marvel vs CAPCOM, então ao testar a demo senti a nostalgia bater a porta com uma cara nova e com maior fluidez e estética moderna Marvel Tokon é extremamente rápido e divertido e é um prato cheio para os fãs de jogo de luta.
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Ray tracing e DLSS no Forza Horizon 6: NVIDIA anuncia suporte completo com multiplicador de até 5,2x
A NVIDIA confirmou que ray tracing e DLSS no Forza Horizon 6 já estão disponíveis para todos os jogadores a partir do lançamento do jogo. O novo título da Playground Games e Xbox Game Studios chega com suporte completo às tecnologias RTX — e os números de desempenho impressionam.
Forza Horizon 6 com ray tracing e DLSS: o que muda na prática
Os donos de placas GeForce RTX poderão ativar o ray tracing no jogo com o suporte ao DLSS 4.5 Super Resolution, elevando a qualidade visual das mais de 550 paisagens do Japão recriadas em Forza Horizon 6.

Quem tem GPUs da linha GeForce RTX Série 50, o salto é ainda maior: o DLSS Multi Frame Generation multiplica as taxas de quadros de forma expressiva. Em 4K, com configurações máximas e ray tracing ativado, as GPUs desktop RTX Série 50 podem alcançar um multiplicador médio de desempenho de até 5,2 vezes utilizando o DLSS Multi Frame Generation no modo 4X.
Para quem não tem um PC RTX de alto desempenho, a NVIDIA também garante a experiência via nuvem: assinantes do plano Ultimate do GeForce NOW poderão jogar Forza Horizon 6 com ray tracing, DLSS Super Resolution, DLSS Multi Frame Generation e NVIDIA Reflex ativados — sem precisar de hardware dedicado.
Luna Abyss chega amanhã com suporte a DLSS
Ainda nesta quinta-feira (21 de maio), chega ao PC o Luna Abyss, jogo da Kwalee em que os jogadores controlam um prisioneiro condenado a explorar uma gigantesca estrutura abandonada nas profundezas de uma lua artificial. O título estreia com suporte ao DLSS Super Resolution e DLAA, podendo ser atualizado diretamente pelo aplicativo da NVIDIA para o DLSS 4.5 Super Resolution, com qualidade de imagem ainda superior. Uma demo com suporte às tecnologias DLSS já está disponível no Steam.
Crimson Desert recebe modo 6X do DLSS
O jogo de ação e aventura em mundo aberto da Pearl Abyss também ganhou uma atualização significativa: Crimson Desert recebeu suporte nativo ao DLSS 4.5 Dynamic Multi Frame Generation no modo 6X. Quando foi lançado em março, o jogo já contava com DLSS 4.5 Super Resolution e Multi Frame Generation 4X. Com a nova atualização, jogadores com GPUs GeForce RTX Série 50 podem acelerar ainda mais as taxas de quadros nos momentos mais intensos — e contar com balanceamento dinâmico de geração de quadros nas cenas menos exigentes.
Resumo: novidades NVIDIA desta semana
| Jogo | Tecnologia adicionada | Destaque |
|---|---|---|
| Forza Horizon 6 | DLSS 4.5 SR + Multi Frame Gen | Até 5,2x de desempenho em 4K com RTX 50 |
| Luna Abyss | DLSS SR + DLAA (atualizável p/ 4.5) | Lançamento em 21/05 |
| Crimson Desert | DLSS 4.5 Dynamic Multi Frame Gen 6X | Novo modo 6X para RTX Série 50 |
Por que isso importa para os jogadores
O pacote de tecnologias da NVIDIA consolida uma tendência clara no mercado: ray tracing deixou de ser um recurso de nicho e passou a ser parte do lançamento padrão de grandes títulos. Com Forza Horizon 6 adotando as tecnologias RTX desde o dia um — incluindo DLSS 4.5 e suporte via GeForce NOW — a barreira de entrada para jogar com gráficos de alta qualidade cai consideravelmente, seja no PC ou na nuvem.

Saros Review/Análise: um passo a frente do Rogue Like!
Após o sucesso de Returnal, a Housemarque decidiu continuar no caminho que já deu certo uma vez e então decidiu aprimorar o que já foi feito, uma clara evolução seria necessária e de fato aconteceu, o estudio da Sony lançou Saros, um novo Rogue like no mesmo estilo que Returnal, porém muito mais divertido e prático que seu irmão mais velho, confira agora o que achamos do mais novo titulo da Sony: Saros Review.
Nós da JogosZ agradecemos imensamente a Playstation Brasil pelo envio de uma cópia do game para que essa review fosse possível.
Gameplay de Saros mais prática e versátil!
O que vimos em Returnal já era uma gameplay bem rápida e exige muito do jogador para que você consiga passar com certa tranquilidade, mas aqui em Saros você só vai passar muito dificuldade se você não upar seu o Arjun, a dificuldade aqui é algo mais seletivo e pode funcionar para todos os tipos de jogadores.

No geral, Saros apresenta uma gameplay muito divertida assim como seu irmão mais velho Returnal, porém com novas mecanicas e adições que aprimoram muito sua gameplay, 2 delas em especial que me agradaram muito é justamente o escuto e o Parry, algo que vai te ajudar muito e se você quiser passar nos bosses mais tranquilo aprenda a usar eles.
Se você curte Rogue Like, então você com certeza vai gostar da gameplay de Saros, justamente porque ele carrega tudo que um jogo do gênero precisa.
Historia de Saros: estranha mas serve como pano de fundo
O enredo não era o forte da Housemarque antes e isso de fato continua, a historia do jogo tenta se pagar como complexa mas não é, apenas ela se entrega aos poucos, mas ela respeita a sua inteligência, ou seja, não tem muitos diálogos expositivos durante a campanha, você vai precisar pegar os pontos por sí próprio, o que não é difícil, mas é importante ficar atento aos pensamentos dos personagens.
No geral, eu diria que é uma historia que serve bem como pano de fundo da gameplay mas que no papel ela não é suficiente e isso é um problema, já passamos da era de que jogos podem ter qualquer historia só para ter a gameplay e segue em frente. Hoje a mídia de games é algo muito grande e temos uma estrutura e tecnologia para criar um game com uma historia incrível, Expedition 33 por exemplo, então não tem desculpa para criar algo sem enredo bem construído nos games atuais, afinal lembre que o preço que você está pagando é cheio, então precisa ter uma experiencia completa.
Direção de arte e gráficos de Saros
Aqui o jogo brilha de uma forma inexplicável, Saros realmente usa o poder do Playstation 5, os gráficos consegue mesclar cores e um visual absurdo. Eu já parei a gameplay em varios momentos apenas para apreciar a qualidade dos gráficos do jogo. A engine da Housemarque já se mostrou a serviço durante o Returnal e agora ele se aprimora de uma forma incrível.

Sua direção de arte segue impecável, cada área do jogo parece uma pintura, um quadro pintado a mão de tão incrível que é. Aqui vários momentos eu parei para imaginar como foram feitos as artes conceituais do jogo, pois devem ter sido incrível.
Trilha Sonora ausente
Aqui é um pecado que eu considero grave, nenhuma faixa do jogo realmente me marcou, eu sequer lembro de algum momento em que a trilha sonora tivesse marcado presença. Eu sei que tem músicas no game mas eu esperava algo que eu pudesse lembrar com certa facilidade de um momento especifico do game, o que de fato não acontece infelizmente.
A maioria dos games hoje tem uma trilha sonora absurda de incrível, pudemos ver isso com Expedition 33 ano passado, além de outros titulos como Silksong, Blue Prince ou Death Stranding 2. Então não tem desculpa para uma falta de uma trilha sonora marcante.
Bugs e problemas técnicos
A Housemarque já é conhecida por entregar jogos bem otimizados e com Saros não é diferente, não vi nenhum bug em toda a minha gameplay, porém não posso dizer o mesmo das taxas de quadros, as vezes você vai sentir algumas quedas, principalmente no PS5 base que foi onde eu joguei e zerei.
No geral, esse problema de taxa de quadros é algo que pode ser resolvido com alguns patches, e além disso as quedas não eram algo que podiam estragar sua experiencia, então pode ficar tranquilo que não é um problema para ficar preocupado.
Conclusão/Veredito Saros Review
Saros se mantém como um jogaço mesmo com seus problemas de enredo, falta de trilha sonora marcante e alguns problemas técnicos. Se você curte Rogue Like então Saros é um titulo obrigatório para você, se você não gosta do gênero, então pode ser que você se fruste por não estar acostumado ao estilo de jogo, então é algo que pode ser perigoso principalmente levando em consideração o preço do jogo, procure testar o jogo antes se nunca jogou algo do tipo.

No geral Saros é um jogo incrível mesmo com seus problemas e acredito que a Housemarque vai pegar o game para aprimorar em seus próximos títulos, esse é um estúdio que eu boto fé que algum dia vai lançar algum jogo para disputar o GOTY. Minha nota para Saros é 8,5.

Jogos free-to-play que realmente são gratuitos: os melhores de 2026
O mercado de jogos free-to-play cresceu tanto que hoje é difícil saber quais títulos são realmente gratuitos e quais apenas fingem ser. Neste guia, separamos os melhores jogos free-to-play de 2026 que entregam experiências completas sem exigir nenhum centavo — e explicamos como identificar os que cobram escondido.
O que significa um jogo realmente free-to-play?
O conceito de jogos free-to-play parece simples: você baixa e joga de graça. Mas na prática, o modelo foi tão distorcido pela indústria que hoje existe uma diferença enorme entre um jogo free-to-play honesto e um que usa a gratuidade como isca para microtransações agressivas.

Um jogo free-to-play realmente gratuito é aquele em que você consegue desfrutar de todo o conteúdo principal — história, personagens, mapas, modos de jogo — sem precisar gastar. Eventuais compras dentro do aplicativo existem, mas se limitam a cosméticos, itens visuais ou comodidades que não comprometem a experiência de quem não paga.
Já os jogos free-to-play do tipo pay-to-win colocam conteúdo essencial atrás de paywalls, criam gargalos de progressão propositais ou vendem vantagens que desequilibram o jogo competitivo. São gratuitos no nome, mas não na prática.
Como identificar um jogo free-to-play honesto
Antes de se aprofundar em qualquer jogo free-to-play, vale checar alguns indicadores que separam os honestos dos predatórios:
Verifique o modelo de monetização
Nos melhores jogos free-to-play, a monetização se concentra em skins, passes de batalha cosméticos e itens de personalização. Se o jogo vende boosters de XP, personagens exclusivos de combate ou equipamentos com atributos superiores, é sinal de alerta. Jogos free-to-play saudáveis ganham dinheiro sem prejudicar quem não gasta.
Leia avaliações de jogadores de longa data
Jogadores que estão há meses ou anos em um jogo free-to-play têm uma perspectiva valiosa. Nos fóruns do Reddit, Steam e nas avaliações das lojas de aplicativos, busque por relatos de quem joga sem gastar. Se a maioria diz conseguir progredir normalmente, o título passa no teste de free-to-play verdadeiro.
Teste por pelo menos uma semana
Muitos jogos free-to-play são generosos nas primeiras horas para prender o jogador e só revelam seus paywalls mais tarde. Uma semana de jogo é tempo suficiente para entender se a progressão trava, se as notificações de compra se tornam insistentes e se o conteúdo realmente continua acessível.
Atenção: Desconfie de jogos free-to-play que oferecem “starter packs” logo nas primeiras horas com descontos de 90%. Essa tática é clássica de títulos pay-to-win: criar urgência artificial para converter jogadores novos antes que percebam o modelo predatório.
Os melhores jogos free-to-play de 2026 que realmente são gratuitos
Selecionamos os jogos free-to-play que mais se destacam em 2026 pela qualidade da experiência gratuita. Todos os títulos abaixo podem ser aproveitados de forma completa sem nenhum gasto:

Path of Exile 2
Referência absoluta quando o assunto é jogo free-to-play sem pay-to-win, o Path of Exile 2 entrega uma das árvo res de habilidades mais profundas já criadas em um ARPG, temporadas regulares com novo conteúdo e monetização restrita a cosméticos e espaços de armazenamento. Nenhum item comprado interfere no combate ou na progressão.
Warframe
Depois de mais de uma década no mercado, o Warframe continua sendo o modelo de referência para jogos free-to-play na indústria. Todo o conteúdo jogável — warframes, armas, missões, expansões — pode ser obtido gratuitamente pelo sistema de crafting e drop do jogo. A loja real só vende cosméticos e atalhos de tempo.
Genshin Impact
Apesar do sistema de gacha para personagens, o Genshin Impact se comporta como um jogo free-to-play generoso para quem não gasta. A história principal, a exploração do mundo aberto e a maioria dos eventos sazonais são completamente gratuitos, com moeda premium sendo distribuída regularmente pelo próprio jogo.
Valorant
No segmento de shooters competitivos, o Valorant é o jogo free-to-play mais equilibrado. Todos os agentes podem ser desbloqueados com moeda in-game conquistada jogando, e absolutamente nenhuma vantagem de gameplay está disponível para compra. Skins são puramente cosméticas.
League of Legends
Após mais de 15 anos de mercado, o LoL continua sendo o maior jogo free-to-play competitivo do mundo. O sistema de progressão permite desbloquear campeões com moeda in-game, e a experiência competitiva é completamente justa — nenhum item comprado gera vantagem.
Dota 2
O Dota 2 é provavelmente o jogo free-to-play mais radical do mercado: todos os heróis estão disponíveis desde o início, sem nenhuma trava de progressão. A monetização se limita integralmente a skins e ao compêndio sazonal do The International.
| Jogo | Gênero | Pay-to-win? | Plataformas | Avaliação F2P |
|---|---|---|---|---|
| Path of Exile 2 | ARPG | ❌ Não | PC, PS5, XSX | ⭐⭐⭐⭐⭐ |
| Warframe | Ação / Shooter | ❌ Não | PC, PS5, XSX, Switch | ⭐⭐⭐⭐⭐ |
| Dota 2 | MOBA | ❌ Não | PC | ⭐⭐⭐⭐⭐ |
| Valorant | Shooter tático | ❌ Não | PC | ⭐⭐⭐⭐½ |
| League of Legends | MOBA | ❌ Não | PC, Mobile | ⭐⭐⭐⭐ |
| Genshin Impact | Action RPG | ⚠️ Gacha | PC, PS5, Mobile | ⭐⭐⭐⭐ |
Jogos free-to-play para evitar: os modelos predatórios
Assim como existem jogos free-to-play honestos, existem títulos que exploram o modelo de forma abusiva. Conhecer os padrões predatórios mais comuns ajuda a não cair nessas armadilhas:
| Prática predatória | Como funciona | Sinal de alerta |
|---|---|---|
| Energy system | Limita o tempo de jogo por sessão | Barra de energia que esvazia em minutos |
| Pay-to-win | Vende equipamentos superiores na loja | Jogadores pagantes dominam o PvP facilmente |
| Gacha agressivo | Personagens essenciais só via loot box | Taxas de drop abaixo de 1% para itens chave |
| Battle pass obrigatório | Conteúdo principal travado no passe | Jogadores gratuitos ficam para trás na meta |
| Starter pack urgente | Oferta “única” logo no início | Desconto de 80–90% nas primeiras horas |
Dicas para aproveitar ao máximo os jogos free-to-play
Defina um limite antes de começar
Mesmo nos jogos free-to-play mais honestos, é fácil gastar sem perceber. Definir um teto de gasto mensal — ou decidir jogar de graça — antes de instalar o jogo evita surpresas no cartão de crédito. A maioria dos melhores jogos free-to-play da lista acima é plenamente satisfatória sem nenhum investimento.
Aproveite os eventos sazonais
Os jogos free-to-play mais bem gerenciados distribuem moeda premium, personagens e itens raros durante eventos sazonais. Jogadores atentos ao calendário do jogo conseguem acumular recursos que levariam semanas para obter normalmente, mantendo a experiência recompensadora sem gastar nada.
Dica: Se quiser apoiar financeiramente um jogo free-to-play que você aprecia sem sentir que está desperdiçando dinheiro, priorize compras únicas — como um pacote de personagens ou um skin permanente — em vez de passes mensais ou loot boxes com resultados aleatórios.
Os jogos free-to-play que valem seu tempo
O ecossistema de jogos free-to-play em 2026 é maduro o suficiente para oferecer experiências de altíssima qualidade sem cobrar nada. Path of Exile 2, Warframe e Dota 2 são provas de que o modelo pode ser sustentável e justo ao mesmo tempo. A chave está em saber identificar os jogos free-to-play que respeitam o jogador — e desviar dos que usam a gratuidade como fachada.
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The Adventures of Elliot: The Millennium Tales — tudo sobre o novo RPG da Square Enix
The Adventures of Elliot: The Millennium Tales é um dos lançamentos mais aguardados de 2026. Desenvolvido pela Square Enix em parceria com a Claytechworks — a mesma equipe por trás de Octopath Traveler e Bravely Default — o jogo promete unir o estilo visual HD-2D consagrado com uma jogabilidade de ação totalmente inédita para a franquia. Neste artigo, você encontra tudo que precisa saber antes de embarcar nessa aventura de mil anos.
O que é The Adventures of Elliot: The Millennium Tales?
The Adventures of Elliot: The Millennium Tales é um action RPG desenvolvido pelo Team Asano da Square Enix em colaboração com a Claytechworks. O jogo marca uma evolução importante dentro do universo HD-2D da Square Enix: enquanto Octopath Traveler apostou no sistema de batalha por turnos e Triangle Strategy na estratégia, The Adventures of Elliot: The Millennium Tales abraça o combate em tempo real, acessível e recompensador.

O lançamento está confirmado para 18 de junho de 2026 nas plataformas Nintendo Switch 2, PlayStation 5, Xbox Series X/S e PC via Steam. Uma demo gratuita com aproximadamente 90 minutos de gameplay já está disponível na eShop do Nintendo Switch 2 desde o anúncio oficial, feito durante um Nintendo Direct em julho de 2025.
História e universo de The Adventures of Elliot: The Millennium Tales
Em The Adventures of Elliot: The Millennium Tales, o jogador assume o papel de Elliot, um aventureiro que vive no continente de Philabieldia — um território dominado por tribos de criaturas. A civilização humana se refugiou atrás das muralhas do Reino de Huther, cuja barreira protetora é mantida pela magia da Princesa Heuria.
Acompanhado de sua fada companheira Faie, Elliot parte para explorar ruínas recém-descobertas fora das muralhas. Ao encontrar o Doorway of Time — um artefato misterioso que conecta passado e presente — a jornada de Elliot transcende o espaço e o tempo em The Adventures of Elliot: The Millennium Tales.
As quatro eras do milênio
Um dos pilares narrativos de The Adventures of Elliot: The Millennium Tales é a viagem entre quatro períodos históricos distintos, cada um com sua própria atmosfera, desafios e segredos:
| Era | Característica | Contexto narrativo |
|---|---|---|
| Era da Salvaguarda | Época atual de Elliot | Humanidade refugiada atrás das muralhas |
| Era da Reconstrução | Existência precária | Humanos sobrevivendo em condições mínimas |
| Era da Magia | Auge da prosperidade | Ponto máximo da civilização humana |
| Era do Broto | Origem da civilização | Nascimento da humanidade organizada |
Essa estrutura de viagem temporal em The Adventures of Elliot: The Millennium Tales foi comparada por críticos a Chrono Trigger — um dos maiores clássicos da própria Square Enix — pelo modo como entrelaça história pessoal e destino coletivo ao longo de mil anos.
Gameplay: como funciona The Adventures of Elliot: The Millennium Tales
O chefe de desenvolvimento Tomoya Asano definiu a proposta de The Adventures of Elliot: The Millennium Tales como “simples e fácil de entender”, mas isso não significa raso. O sistema de combate em tempo real combina ação direta com suporte estratégico da fada Faie, criando uma dinâmica que agrada tanto jogadores casuais quanto os mais experientes.
Armamento e personalização com Magicite
Em The Adventures of Elliot: The Millennium Tales, Elliot pode equipar dois tipos de arma simultaneamente entre sete categorias disponíveis — espada e escudo, arco, bombas, entre outros. A personalização se aprofunda com o sistema de Magicite: fragmentos mágicos coletados durante a jornada que podem ser combinados nas armas para alterar atributos e criar variações únicas de combate.
Dungeons, cavernas e santuários
A exploração em The Adventures of Elliot: The Millennium Tales é fortemente inspirada em jogos clássicos do estilo Zelda 2D. O jogo conta com dungeons, cavernas e santuários espalhados pelo mapa — completar os santuários com a ajuda de Faie aumenta a vida máxima de Elliot, incentivando a exploração completa de cada era visitada.
Visual HD-2D e inovações técnicas
O estilo visual de The Adventures of Elliot: The Millennium Tales mantém a assinatura HD-2D da Square Enix: personagens em pixel art 2D contra cenários tridimensionais com profundidade de campo. O diretor de arte Naofumi Matsushita revelou que o jogo utiliza uma técnica de “drum roll” nos campos abertos — o mapa se curva ao fundo para revelar terrenos distantes, criando sensação de profundidade inédita para um jogo de ação 2D.
Comparativo: The Adventures of Elliot: The Millennium Tales vs. outros jogos HD-2D
| Jogo | Gênero | Sistema de combate | Plataformas |
|---|---|---|---|
| The Adv. of Elliot | Action RPG | Tempo real + suporte de fada | Switch 2, PS5, XSX, PC |
| Octopath Traveler II | RPG clássico | Turnos (Break/Boost) | Switch, PS4/5, PC |
| Triangle Strategy | RPG tático | Estratégia por turnos | Switch, PC |
| Live A Live | RPG antológico | Turnos com posicionamento | Switch, PS4/5, PC |
Edições disponíveis de The Adventures of Elliot: The Millennium Tales
A Square Enix lançou múltiplas edições de The Adventures of Elliot: The Millennium Tales para atender diferentes perfis de jogadores:
Edição padrão
Disponível fisicamente e digitalmente para todas as plataformas. Inclui o jogo completo de The Adventures of Elliot: The Millennium Tales. As compras realizadas até 17 de junho de 2026 garantem o bônus de pré-venda “Elliot’s Departure Pack”, com um broche de partida e um Magicite de aumento de ataque.
Digital Deluxe Edition
Além do jogo completo, esta versão de The Adventures of Elliot: The Millennium Tales inclui três acessórios exclusivos — Fairy Bangle, Cherry Blossom Anklet e Roselle Ring — que oferecem vantagens no início da aventura.
Collector’s Edition
A edição de colecionador de The Adventures of Elliot: The Millennium Tales, exclusiva da Square Enix Store, inclui o jogo, o upgrade Digital Deluxe, uma trilha sonora original em 4 CDs e um relógio de mesa diorama no formato do Doorway of Time, com uma miniatura de Faie sentada no chapéu de Elliot.
Vale a pena jogar The Adventures of Elliot: The Millennium Tales?
Pelos elementos apresentados até agora, The Adventures of Elliot: The Millennium Tales tem tudo para se tornar um dos melhores RPGs de 2026. A combinação de viagem temporal com quatro eras distintas, o sistema de combate acessível mas profundo, a personalização via Magicite e a arte HD-2D evoluída formam um pacote muito sólido.
Críticos especializados já chamaram The Adventures of Elliot: The Millennium Tales de seu jogo mais aguardado do ano — comparando-o a Zelda, à série Mana e a Chrono Trigger ao mesmo tempo. Se você aprecia action RPGs com narrativa rica e visual marcante, esse é um título que merece espaço na sua lista.
Dica: Antes de comprar, experimente a demo gratuita de The Adventures of Elliot: The Millennium Tales disponível no Nintendo Switch 2 — ela oferece cerca de 90 minutos de gameplay e é a melhor forma de avaliar se o estilo de combate combina com você.
The Adventures of Elliot: The Millennium Tales representa uma nova fase para o Team Asano e para a Square Enix: o primeiro grande action RPG HD-2D da desenvolvedora, com uma história que atravessa mil anos de história, combate em tempo real e um dos visuais mais bonitos já vistos em jogos 2D. Com lançamento em 18 de junho de 2026, o jogo está disponível para PS5, Nintendo Switch 2, Xbox Series X/S e PC.
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LEGO Batman notas: Legacy of the Dark Knight estreia com 84 no Metacritic e surpreende a crítica
As Lego Batman notas chegaram — e impressionaram. LEGO Batman: Legacy of the Dark Knight, o aguardado novo jogo da TT Games publicado pela Warner Bros. Games, recebeu suas primeiras avaliações da crítica especializada nesta segunda-feira (18), e os números falam por si: 84 no Metascore no PlayStation 5, com classificação “Geralmente Favorável”, sendo 93% das avaliações positivas e apenas 7% mistas — nenhuma negativa entre as 29 análises computadas.
O resultado supera os títulos recentes da franquia LEGO: Lego Skywalker Saga (2022) havia ficado com 82 tanto no Metacritic quanto no OpenCritic, enquanto Lego DC Super-Villains (2018) registrou 74 nas duas plataformas.
O que os críticos estão dizendo do Lego Batman Notas?
A recepção gira em torno de dois grandes elogios: jogabilidade sólida e amor genuíno pelo universo Batman.
A GameSpot destacou que o jogo tem um nível de desafio sem nunca se tornar frustrante, com checkpoints frequentes que tornam a experiência tranquila — toda a diversão de ser Batman, sem nenhuma ansiedade.

Já a Polygon elogiou a ambição da TT Games: o jogo é descrito como uma celebração do personagem Batman, que foi iterado em design e história por tanto tempo que simplesmente revisitar sua história parece uma montanha-russa multiversal — e para um estúdio que já sabe entregar, ainda há espaço para ambição.
Um dos pré-reviews mais entusiasmados foi da CGMagazine, que deu nota perfeita (100/100) em sua análise publicada hoje.
O que esperar do Lego Batman: Legacy of the Dark Knight?
A história começa com a origem do Batman, quando um jovem Bruce Wayne treina com a Liga das Sombras. Ao longo da campanha, os jogadores constroem uma família de aliados com personagens famosos — Jim Gordon, Robin, Nightwing, Batgirl, Catwoman e Talia al Ghul — para enfrentar uma ameaça crescente de vilões como Coringa, Pinguim, Hera Venenosa, Ra’s al Ghul e Bane.
O cenário é Gotham City em mundo aberto, onde o jogador pode usar o Batgancho para se lançar entre prédios, o Batplanador para sobrevoar a cidade ou conduzir uma série de Batmóveis e Batciclos. A Batcaverna também pode ser personalizada com veículos, troféus e colecionáveis, além de uma variedade de Batsuits baseados em mídias anteriores do Batman.
Quando Lego Batman sai?
LEGO Batman: Legacy of the Dark Knight tem lançamento oficial em 22 de maio de 2026, mas quem adquiriu o acesso antecipado já pode jogar a partir de 19 de maio. O jogo chega para PS5, Xbox Series X|S, PC e Nintendo Switch 2.
Contexto: a franquia em alta
As notas do Lego Batman colocam o jogo como um dos melhores lançamentos da TT Games em anos. Com o sucesso do Skywalker Saga em 2022 e agora essa recepção positiva, a franquia LEGO Games parece ter encontrado novamente sua fórmula. A expectativa da comunidade antes do lançamento era de algo em torno de 83 a 85 pontos, com alguns apostando nos 80 médios e outros otimistas prevendo os 90. O resultado está dentro — ou acima — da média esperada.
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