BGS 2026 Final Fantasy VII Revelation e Resonance serão jogáveis no evento

BGS 2026: Final Fantasy VII Revelation e Resonance serão jogáveis no evento

A Square Enix confirmou presença na Brasil Game Show 2026 com dois RPGs inéditos disponíveis para teste: Final Fantasy VII Revelation e Final Fantasy Resonance. Os visitantes poderão experimentar as demos dos dois jogos durante a feira, que acontece de 9 a 12 de outubro no Distrito Anhembi, em São Paulo. A confirmação foi feita pela organização da BGS 2026 nesta semana, e é a primeira vez que o público brasileiro terá acesso prático ao jogo antes do lançamento.

O que a Square Enix vai mostrar na BGS 2026

Os dois RPGs terão estandes dedicados dentro do pavilhão principal do Distrito Anhembi, permitindo que o público jogue trechos das campanhas antes do lançamento comercial. A novidade reforça a força da Square Enix na maior feira de games da América Latina e coloca o Brasil entre os primeiros territórios a oferecer demonstrações presenciais do RPG.

Final Fantasy VII Revelation: o capítulo final da trilogia

Final Fantasy VII Revelation é o terceiro e último capítulo da trilogia iniciada por Final Fantasy VII Remake e continuada por Final Fantasy VII Rebirth. O jogo adota um mundo aberto e permite a exploração livre do planeta a bordo do Highwind, a lendária aeronave da série, com pacote de novos personagens jogáveis, incluindo Vincent Valentine e Cid Highwind.

Final Fantasy VII Revelation o capítulo final da trilogia
Fonte/Reprodução: Square Enix

O lançamento está confirmado para 8 de abril de 2027, simultaneamente em PlayStation 5, Xbox Series X|S, PC (Steam e Epic Games Store) e Nintendo Switch 2 — a primeira vez que um capítulo principal da trilogia chega ao mesmo tempo em todas as plataformas. No Switch 2, o título será distribuído em Game-Key Card, com download completo de cerca de 130 GB.

Final Fantasy Resonance: o primeiro HD-2D da franquia

Final Fantasy Resonance é o primeiro jogo da série a adotar o estilo visual HD-2D, que combina pixel art com cenários tridimensionais. O RPG é baseado em Final Fantasy Brave Exvius, título mobile que teve os servidores encerrados, e expande a história original em um sistema de combate estratégico por turnos, com o retorno de chocobos, espers e aeronaves clássicas da franquia.

Final Fantasy Resonance o primeiro HD-2D da franquia
Fonte/Reprodução: Square Enix

Resonance chega em 22 de outubro de 2026 — poucos dias após o fim da BGS — para Nintendo Switch, Nintendo Switch 2, PlayStation 5, Xbox Series X|S e PC (Steam). Uma demo do primeiro capítulo já está disponível em todas essas plataformas, com dados de progresso que podem ser transferidos para a versão completa.

Quando e onde acontece a BGS 2026

A Brasil Game Show 2026 ocorre de 9 a 12 de outubro no Distrito Anhembi, na Avenida Olavo Fontoura, 1209, em Santana, São Paulo. O primeiro dia, 9 de outubro, é reservado para imprensa, convidados, profissionais de negócios e portadores dos passaportes Premium e Camarote; o público geral tem acesso nos dias 10, 11 e 12 de outubro. Os ingressos já estão à venda no site oficial do evento, com valores que variam conforme o tipo de acesso.

Perguntas frequentes

Quais jogos da Square Enix serão jogáveis na BGS 2026?

Final Fantasy VII Revelation e Final Fantasy Resonance terão demonstrações abertas ao público durante a Brasil Game Show 2026.

Quando Revelation será lançado?

O jogo chega em 8 de abril de 2027 para PlayStation 5, Xbox Series X|S, PC e Nintendo Switch 2.

Quando Final Fantasy Resonance será lançado?

Final Fantasy Resonance é lançado em 22 de outubro de 2026 para Nintendo Switch, Nintendo Switch 2, PlayStation 5, Xbox Series X|S e PC.

Quando e onde acontece a BGS 2026?

A BGS 2026 acontece de 9 a 12 de outubro no Distrito Anhembi, em São Paulo, com o dia 9 reservado para imprensa e público credenciado.

Fonte: BGS 2026.

The Blood of Dawnwalker Review nasce mais uma lenda dos RPG!

The Blood of Dawnwalker Review: nasce mais uma lenda dos RPG!

The Blood of Dawnwalker foi anunciado já trazendo um certo hype, justamente por conta de quem eram os responsáveis pela produção do game, era veteranos da toda poderosa CD Projekt Red e não apenas isso, ele tinha os principais nomes que lideraram The Witcher 3, como o diretor e o escritor. Mas será que The Blood of Dawnwalker cumpre com essas expectativas? Veja agora em nossa review completa do game.

Agradecemos a Bandai Namco e a Rebel Wolves pelo envio da key do game para que essa analise fosse possível, obrigado pela confiança!

Enredo de The Blood of Dawnwalker: uma aula absurda de roteiro!

Vamos começar com um dos pontos mais forte do jogo, que é seu enredo, era algo de se esperar que tenha alta qualidade pois a Rebel Wolves foi fundada por veteranos da CD Projekt Red e principalmente os que trabalharam em The Witcher 3 e a expectativa cumpre muito bem a proposta.

Roteiro e enredo é algo que infelizmente alguns estúdios atualmente estão ignorando ou coisa pior: fazendo algo ruim de proposito apenas para chamar atenção (estou falando de você Insominiac Games) mas aqui em The Blood of Dawnwalker é bem diferente, foi dada a atenção e o carinho necessário que um projeto desse porte precisava.

Enredo de The Blood of Dawnwalker uma aula absurda de roteiro!
Fonte/Reprodução: Rebel Wolves

O Roteiro de Dawnwalker é absurdamente bom, nada é preto no branco, tudo é muito complexo e não existe uma militância chata tentando te xingar como jogador, muito pelo contrário, você se sente bem fazendo suas escolhas e gosta de ver o progresso da historia.

A proposta segue algo bem semelhante ao que vimos na expansão Blood and Wine do The witcher 3, construindo um universo diferente do habitual de vampiros e que deixa espaço para algo bem maior para uma franquia de larga escala.

Se você curte uma boa historia, The Blood of Dawnwalker é quase que obrigatório para você, pode ir sem medo que você vai curtir bastante!

Combate diferente e divertido

O combate de The Blood of Dawnwalker segue um estilo semelhante ao que vimos em Kingdom Come e For Honor com aquela mecânica de direções para se defender e atacar, fica de curiosidade mas esse estilo é até mesmo historicamente preciso, obviamente que tem sua liberdade artística mas tem um pé na realidade também e eu particularmente acho bem massa.

Eu confesso que me divertir demais com o combate de Blood of the Dawnwalker, no começo eu fiquei um pouco perdido e morri várias vezes pois não entendia o timing de parry direito mas com pouco tempo eu me acostumei e logo mais ficou muito tranquilo de lidar com os inimigos.

Eu facilmente ficaria tranquilo e feliz se a CDPR anunciasse que Witcher 4 terá um estilo de combate semelhante ao Dawnwalker, pois na teoria o Geralt e a Ciri são versados em esgrima, então até que faz sentido eles usarem uma formula parecida, ficarei na torcida por isso.

Visuais impressionantes

The Blood of Dawnwalker claramente não é um AAA, mas mesmo com sua limitações que eu falo logo mais, seus visuais ainda são impressionantes de lindos, muito disso é por causa da direção artística que o game tem, uma boa arte salva qualquer problema tecnico de engine.

Visuais impressionantes
Fonte/Reprodução: Rebel Wolves

A ambientação do leste europeu é absurdamente linda, se você curte essa estética então vai curtir ainda mais que o normal, apesar dos problemas de um orçamento menor os visuais do game não traz essa impressão, a rebel wolves não perdeu tempo e cumpriu muito bem.

Limitações e problemas técnicos

Ok, até agora eu apenas elogiei o jogo mas ele certamente não é perfeito e tem suas limitações e é disso que vamos falar agora. O primeiro que eu gostaria de falar é sua movimentação, impressionante que até isso de The witcher 3 ele herdou, The witcher 3 é um dos jogos da minha vida e eu amo muito ele mas não posso deixar de admitir que sua movimentação é bem tosca e aqui em Blood of The Dawnwalker segue o mesmo caminho.

Comparado com The Witcher 3 ele ainda tem uma movimentação melhor, porém comparado aos demais jogos atuais ele perde feio, principalmente com Onimusha Way of the Sword que lançou na mesma semana que ele, dá pra ver que movimentação não é o forte desse game, é nisso que o jogo demonstra sua limitação de jogo com menor orçamento.

Andar e correr é meio travado, mas tentar se teleportar como vampiro também é um problema, como vampiro você pode andar nas paredes e subir montanhas mas tem chances de você se teleportar para uma parte rochosa e o Coen começar a escorregar como se tivesse manteiga no chão, o que não faz sentido.

Outra limitação que o jogo tem é a inteligência artificial dos NPC, as vezes eles tem o olho de Tandera e conseguem te ver através das paredes e as vezes eles são burros como uma porta, é impressionante a diferença. As reação também não faz muito sentido, como vampiro eu posso virar um lobo na frente do NPC e nada acontece, é algo até engraçado levando em consideração a qualidade dos diálogos e historia e tentativa de imersão que The Blood of Dawnwalker tenta te colocar.

De bugs eu só vi apenas os de movimentação e não tive nada que pudesse comprometer a experiencia do jogo, e provavelmente ele deve continuar recebendo atualizações para melhorar essas questões técnicas.

Veredito The Blood of Dawnwalker

The Blood of Dawnwalker é absolutamente um dos melhores jogos do ano de 2026, espero que ele concorra ao GOTY ou pelo menos que consiga competir em melhor Narrativa e melhor RPG. Se você gosta de The Witcher 3 ou qualquer RPG medieval com um ótimo enredo e uma gameplay viciante, The Blood of Dawnwalker é o jogo perfeito para você.

Veredito The Blood of Dawnwalker
Fonte/Reprodução: Rebel Wolves

Eu como um fã completo de The Witcher 3, só consigo ver The blood of Dawnwalker como um presente inesperadamente bom, algo maravilhoso para aproveitar antes da chegada da DLC Song of the past de The Witcher 3 e também The witcher 4 em 2028.

O que achou da nossa review? Espero que tenha gostado, se quiser ver mais temos em nossa categoria de analises. Agradecemos mais uma vez pela confiança e apoio da Bandai Namco e Rebel Wolves por nos fornecer uma cópia do game.

Hour Zero Bandai Namco revela live-action de Ace Combat 8

Hour Zero: Bandai Namco revela live-action de Ace Combat 8

A Bandai Namco anunciou nesta quinta-feira (10) “Hour Zero”, um curta-metragem live-action dividido em quatro partes que funciona como prelúdio da história de Ace Combat 8: Wings of Theve. A primeira parte estreia em 15 de setembro de 2026 e a produção será concluída pouco antes do lançamento do jogo, marcado para 2 de outubro de 2026 no PlayStation 5, Xbox Series e PC (via Steam).

Quem estrela “Hour Zero”?

O elenco reúne três nomes conhecidos da TV e do cinema:

  • Josh Holloway (Lost, Yellowstone), como um piloto sem lugar para pousar;
  • Brandon Routh (Superman: O Retorno), como um médico que salva a vida de seu próprio inimigo;
  • Tamlyn Tomita (Cobra Kai), como uma âncora de telejornal silenciada por revelar a verdade.

O que é “Hour Zero”?

“Hour Zero” foi criado para apresentar novos jogadores e fãs de longa data ao universo de Ace Combat. A narrativa acompanha três desconhecidos que sobrevivem aos primeiros dias da invasão da República de Sotoa à Federação de Usea Central.

Contada de trás para frente e centrada na vida familiar dos protagonistas, a história faz uma contagem regressiva até o instante em que a guerra destrói suas rotinas — preparando o terreno emocional para o Modo Campanha do jogo.

Como o curta se conecta ao jogo?

Ace Combat 8: Wings of Theve promete ser a experiência mais cinematográfica da franquia. O jogador assume o papel de um piloto de elite conhecido como “Asas de Theve”, nome ligado à capital da Federação de Usea Central (FUC), tornando-se símbolo de esperança para a nação ocupada. Ao lado de um esquadrão de três novos pilotos, a missão é repelir o ataque da República de Sotoa e recuperar o território perdido — no cenário fictício Strangereal, já conhecido dos fãs da série.

Quando o jogo chega e em quais plataformas?

  • Lançamento oficial: 2 de outubro de 2026
  • Plataformas: PlayStation 5, Xbox Series X|S e PC (Steam)
  • Acesso antecipado (Edição Deluxe): a partir de 28 de setembro de 2026 (3 dias de acesso antecipado)
  • Edição padrão: US$ 69,99 | Edição Deluxe: US$ 89,99 (valores conforme Steam)

Os pré-pedidos digitais dão acesso à aeronave jogável F-14A e ao jogo Ace Combat Zero: The Belkan War (versão Steam), disponíveis a partir do lançamento.

Far Cry 3 e Blood Dragon chegam ao Nintendo Switch 2 em 2027

Far Cry 3 e Blood Dragon chegam ao Nintendo Switch 2 em 2027

A Ubisoft anunciou nesta quarta-feira, 9 de setembro de 2026, durante um Nintendo Direct, que Far Cry 3 Classic Edition e sua expansão Blood Dragon Classic Edition chegarão ao Nintendo Switch 2 na primavera do hemisfério norte de 2027, marcando o retorno da franquia aos consoles da Nintendo pela primeira vez desde o já esquecido Far Cry Vengeance, de 2007. A confirmação veio dentro do Partner Spotlight do evento e ainda não traz data exata nem preço definido para o Brasil.

O que a Ubisoft anunciou sobre Far Cry 3 no Switch 2

O anúncio reúne dois dos jogos mais queridos da série Far Cry em uma única leva de lançamentos para o Nintendo Switch 2. A Classic Edition do jogo original é o remaster do aclamado título de tiro, ação e aventura em mundo aberto de 2012, enquanto Blood Dragon Classic Edition é a expansão independente de 2013 com estética retrofuturista.

O que a Ubisoft anunciou sobre Far Cry 3 no Switch 2
Fonte/Reprodução: Ubisoft e Nintendo

Nenhum dos dois é inédito: ambos já estavam disponíveis em PlayStation, Xbox e PC pela Ubisoft Store, Steam e Epic Games Store, além do Ubisoft+, e receberam uma atualização gratuita para 60 quadros por segundo em janeiro deste ano. A novidade é justamente a estreia dessas versões no hardware da Nintendo.

Quando os jogos são lançados no Switch 2

Segundo o comunicado oficial da Ubisoft, os dois títulos chegam ao Nintendo Switch 2 na primavera do hemisfério norte de 2027, ou seja, entre março e junho daquele ano. A publicadora não cravou uma data de lançamento definitiva e prometeu detalhar mais informações técnicas, formato físico e possíveis novos jogos da franquia para o console em comunicados futuros.

Como é a jogabilidade de Far Cry 3 Classic Edition

A Classic Edition coloca o jogador no papel de Jason Brody, um turista que fica preso em uma ilha tropical sem lei e precisa lutar para sobreviver e escapar. A campanha mistura confrontos com o vilão Vaas e seus piratas, libertação de postos avançados, caça, criação de itens, furtividade e combate explosivo em primeira pessoa, permitindo que cada jogador trace seu próprio caminho por um mundo aberto repleto de perigos e personagens marcantes.

Como é a jogabilidade de Far Cry 3: Blood Dragon Classic Edition

Far Cry 3: Blood Dragon Classic Edition é uma aventura independente ambientada em uma visão neon e retrofuturista do futuro, inspirada nos filmes de ficção científica dos anos 1980. O jogador assume o papel do ciborgue de elite Rex “Power” Colt e enfrenta soldados ciborgues, criaturas mutantes e os temidos Blood Dragons em uma campanha curta, estilosa e irreverente, criada como homenagem à estética de ação da era do VHS.

Preço e detalhes técnicos ainda não confirmados

A Ubisoft não revelou valores para a versão de Nintendo Switch 2 nem informou se os dois jogos serão vendidos separadamente ou em um único pacote. Como referência, nas lojas digitais de PS4 e Xbox One, a Classic Edition do jogo original custa atualmente 29,99 dólares e a expansão Blood Dragon custa 14,99 dólares nos Estados Unidos; os preços em reais para o Brasil e eventuais recursos exclusivos do console, como controle por giroscópio ou tela sensível ao toque, ainda dependem de confirmação oficial da publicadora.

Perguntas frequentes sobre Far Cry 3 no Nintendo Switch 2

Quando o jogo chega ao console?

A Ubisoft confirmou que os dois títulos chegam ao Nintendo Switch 2 na primavera do hemisfério norte de 2027, período entre março e junho, sem uma data exata divulgada até o momento.

É uma versão nova do jogo?

Não. São as edições Classic Edition já lançadas anteriormente em PS4, Xbox One, PC e, no caso de Blood Dragon, também no season pass de Far Cry 6. A novidade é a chegada dessas versões ao hardware da Nintendo pela primeira vez.

Quanto vai custar no Nintendo Switch 2?

A Ubisoft ainda não divulgou preços para a versão de Nintendo Switch 2. Nas lojas digitais de PS4 e Xbox, a Classic Edition custa 29,99 dólares e a expansão Blood Dragon custa 14,99 dólares; os valores em reais devem ser confirmados perto do lançamento nas lojas oficiais.

Os jogos serão vendidos separadamente ou em pacote?

A Ubisoft ainda não confirmou se os dois títulos serão vendidos juntos em um pacote ou separadamente no Nintendo Switch 2.

Fonte: Ubisoft News (news.ubisoft.com) e comunicado oficial da Ubisoft via Games Press, divulgados em 9 de setembro de 2026.

Torneko's Mystery Dungeon Classic HD já está disponível

Torneko’s Mystery Dungeon Classic HD já está disponível

A Square Enix lançou de surpresa nesta quarta-feira (9) Dragon Quest Heroes: Torneko’s Mystery Dungeon -Classic HD-, remaster do roguelike de 1993 até então restrito ao Japão, já disponível para PS5, Xbox Series X|S, Nintendo Switch, Nintendo Switch 2 e PC via Steam. O anúncio veio de surpresa durante um Nintendo Direct de setembro de 2026, no mesmo formato “shadow drop” que a Square Enix já usou em outros lançamentos recentes da franquia Dragon Quest, e o jogo já pode ser comprado e baixado hoje mesmo em todas as lojas digitais.

Desenvolvido originalmente pela Chunsoft (hoje Spike Chunsoft) e lançado apenas para o Super Famicom em setembro de 1993, Torneko’s Great Adventure: Mystery Dungeon é o primeiro jogo da série Mystery Dungeon e nunca havia recebido uma versão fora do Japão. Com a Classic HD, a obra chega enfim ao público ocidental 33 anos depois, com direito a visuais renovados e ajustes de qualidade de vida.

O que é Torneko’s Mystery Dungeon Classic HD

O game é ambientado após os eventos de Dragon Quest IV e coloca o jogador no papel de Torneko, o comerciante de armas que sonha em construir a maior loja de itens do mundo. Ao ouvir rumores sobre uma masmorra misteriosa que esconderia tesouros lendários, o protagonista parte em busca da fortuna que pode transformar seu pequeno negócio em um império.

A história funciona como uma espécie de prequela de Torneko: The Last Hope, spin-off que chegou ao PS1 no Ocidente em 2000, e reforça o papel de Torneko como um dos personagens mais queridos da franquia Dragon Quest desde sua criação por Akira Toriyama e Yuji Horii.

Plataformas e preço do remaster

O remaster está disponível simultaneamente para PlayStation 5, Xbox Series X|S, Nintendo Switch, Nintendo Switch 2 e PC via Steam, com versões para iOS e Android lançadas apenas no Japão. Na PS Store brasileira, o preço confirmado do jogo é de R$ 142,50. Nos Estados Unidos, a Square Enix listou o jogo por US$ 24,99 tanto na Steam quanto na Microsoft Store, valor equivalente a 24,99 euros na União Europeia.

Até o fechamento desta matéria, a Steam e a Microsoft Store ainda não haviam atualizado o preço em reais para o Brasil nas respectivas páginas do produto; o valor pode variar, então o ideal é conferir diretamente na loja de sua preferência antes de finalizar a compra.

Como funciona a jogabilidade do jogo

O remaster segue a fórmula clássica do gênero roguelike criada pela própria Chunsoft: cada vez que o jogador entra na masmorra, o layout, os itens e os monstros são gerados de forma diferente, e toda nova tentativa recomeça do Nível 1. O combate é baseado em turnos por movimento — cada passo, ataque ou uso de item de Torneko conta como uma ação, e os inimigos agem na sequência, tornando cada decisão determinante para a sobrevivência.

Se Torneko for derrotado dentro da masmorra, todos os itens coletados na expedição são perdidos e a aventura seguinte recomeça do zero, no primeiro andar. Em compensação, itens trazidos com sucesso para a superfície permitem expandir gradualmente a loja do protagonista, criando uma sensação de progressão permanente mesmo com as constantes derrotas dentro da masmorra. O jogo também traz opções de dificuldade ajustáveis, pensadas tanto para quem está tendo o primeiro contato com o gênero quanto para exploradores veteranos em busca de desafio.

Na versão para PC via Steam, o título ainda conta com recursos exclusivos de streaming interativo, que permitem à audiência de canais no YouTube e na Twitch influenciar diretamente as decisões do jogador durante a partida, por meio de votações e enquetes.

Perguntas frequentes sobre Torneko’s Mystery Dungeon Classic HD

O que é o jogo, resumidamente?

É o remaster de Torneko’s Great Adventure: Mystery Dungeon, roguelike de 1993 que deu origem à série Mystery Dungeon dentro do universo Dragon Quest e que, até este lançamento, nunca havia saído do Japão.

Em quais plataformas o jogo está disponível?

Ele está disponível para PS5, Xbox Series X|S, Nintendo Switch, Nintendo Switch 2 e PC via Steam, além de versões para iOS e Android exclusivas do mercado japonês.

Quanto custa o jogo?

Na PS Store brasileira, o preço confirmado é R$ 142,50. Nos Estados Unidos, a Square Enix cobra US$ 24,99 na Steam e na Microsoft Store, equivalente a 24,99 euros na Europa.

Quando Torneko’s Mystery Dungeon Classic HD foi lançado?

O jogo foi lançado de surpresa em 9 de setembro de 2026, revelado durante um Nintendo Direct e disponibilizado digitalmente no mesmo dia em todas as plataformas confirmadas.


Fonte: Square Enix

Marvel Tokon Fighting Souls Review outro ótimo competidor para os jogos de luta!

Marvel Tokon Fighting Souls Review: outro ótimo competidor para os jogos de luta!

Marvel Tokon Fighting Souls é o mais novo jogo de luta da Arc System Works, mesma desenvolvedora de Guilty Gear, então você já pode imaginar que qualidade não é algo que vai faltar aqui, muito pelo contrário, uma equipe que já bem experiente nisso sabia exatamente como fazer um fighting game com os personagens da Marvel, mas será que eles acertaram mesmo? Segue aqui nossa review completa de Marvel Tokon Fighting Souls.

Agradecemos a Playstation Brasil por enviar uma Key para que essa review fosse possível! Agradecemos por confiar em nosso trabalho.

Gameplay que é o fator mais importante

Marvel Tokon Fighting Souls é um Fighting game e isso por sí só torna ele exclusivamente dependente de seu combate, obviamente. Eu não sou nenhum experiente em jogos de luta mas é clara a tranquilidade que tive em aprender os comandos desse jogo.

Marvel Tokon faz um trabalho incrível no aprendizado do jogador, você consegue aprender todos os movimentos bem rápido, agora imagina para quem já é experiente nesse meio, fica mil vezes mais fácil do que já é, isso é um fator a se elogiar da Arc System.

Gameplay que é o fator mais importante
Fonte/Reprodução: Marvel/Sony

Claro que sua facilidade em aprender não implica em ter um combate simples, muito pelo contrário na real, eles conseguiram manter um sistema que é fácil de entender mas se quiser masterizar por completo vai precisar de uma boas horas de tentativa e erro, o que deixa o jogo com várias camadas.

De longa sua gameplay é absurdamente boa, justamente o que um Fighting game precisa em sua essência, mas vamos olhar os outros criterios.

Visuais 2D estilo anime

Os visuais não perdem nesse aspecto também, continuam belos como a maioria dos jogos cartunizados geralmente conseguem ser, e isso facilita muita coisa levando em consideração que Marvel Tokon Fighting Souls é justamente no universo dos quadrinhos da Marvel com muitos personagens exagerados.

Obviamente que temos as questões de exclusividade e estilos de artes que só podemos ver em desenvolvedoras japonesas e a Arc System Works deixou isso bem claro. Todas as personagens femininas são absurdamente belas com seus atributos desenvolvidos, os homens também não ficam de fora, muito pelo contrário, no geral todos os personagens tem designes impressionantes.

Se você curte esse visual mais anime e acha que combina com o universo Marvel, então é certeza que você vai curtir o estilo de arte do jogo.

Trilha sonora do Marvel Tokon Fighting Souls

A maior parte dos jogos de luta tem uma tradição que começou lá com a lenda da Yoko Shimomura criando as OST de Street Fighter 2, uma tradição que consiste que todos os jogos de luta teriam músicas originais incríveis e Marvel Tokon Fighting Souls segue muito bem isso.

Apenas mesmo a “Abertura” do jogo que segue aquele estilo anime que mencionei antes, tem uma música no estilo J-Rock que eu particularmente gosto muito e ficou absurdamente bom, os cenários não ficam para traz e tem muitas músicas boas, cada uma com sua música original.

Bugs e perfomance

Eu joguei Marvel Tokon Fighting Souls no Playstation 5, não tive muitos problemas de perfomance e nenhum bug aparente. Só que eu fiquei sabendo que esse não é o caso da galera que está jogando no PC, aparentemente o jogo está com muitos problemas de perfomance e de otimização até mesmo para configurações muito altas com placas de video mais recentes.

Atualmente Marvel Tokon Fighting Souls se encontra na Steam com avaliações mistas, provavelmente o problema de perfomance continua sendo uma pedra no sapato da Arc System Works, mas nós já conhecemos como esse estúdio trabalha e muito provavelmente teremos atualizações para corrigir esses problemas de perfomance, então para quem joga no PC fica de olho nas avaliações da Steam e se você joga no PS5 pode ficar tranquilo.

Veredito Marvel Tokon Fighting Souls

Marvel Tokon Fighting Souls é um jogaço com toda certeza, se você é fã dos jogos de luta e também curte o universo Marvel então ele é praticamente obrigatório, o seu principal problema seria a questão da perfomance no PC que anda bem problemática, mas no PS5 eu não tive quaisquer problema do tipo.

Veredito Marvel Tokon Fighting Souls
Fonte/Reprodução: Marvel/Sony

Meu conselho é se você curte muito Fighting Games e joga no PS5 pode ir sem medo e se você está no PC fica de olho nas atualizações que Arc System Works for soltando e nas avaliações da Steam, no geral, Marvel Tokon Fighting Souls continua sendo um jogaço mesmo com seus problemas.

Curtiu nossa review? Agradecemos pelo apoio e pela confiança que a Playstation Brasil nos mostrou ao enviar uma key para nós, caso queira ver mais outras análises nossas temos nossa categoria focada nisso. Obrigado e até a próxima.

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