
Final Fantasy VII Revelation Preview: jogamos! O que achamos do jogo?
Quando a Square Enix anunciou que Final Fantasy VII Revelation preview e Final Fantasy Resonance estariam disponíveis para teste na BGS 2026 foi uma grande vitória para quem já é fã da franquia, afinal já fazia tempo desde que isso acontecia em um evento no Brasil com um certo tempo de antecedência.
Então nós da JogosZ tivemos a honra de cobrir o evento da BGS 2026 e também conseguimos pegar uma sessão teste para o jogo e podemos ver o que a terceira parte do Remake de Final Fantasy VII nos espera e já podemos antecipar que é mais uma vez um forte concorrente ao GOTY de 2027, o hype só aumenta a cada dia e vamos indo ao que interessa.
Agradecemos a Square Enix Latam por essa oportunidade de conseguir testar Final Fantasy VII Revelation no evento, segue abaixo nossas impressões, nós testamos o jogo no Playstation 5 base.
Linda direção de arte de Final Fantasy VII Revelation
Minha experiência com a franquia Final Fantasy é relativamente limitada, então experimentar Final Fantasy VII Revelation durante a BGS 2026 foi uma oportunidade de conhecer o jogo por uma perspectiva menos familiarizada com a série.
Logo nos primeiros minutos, o que mais me chamou a atenção foi a direção de arte. A estética fortemente inspirada em anime, combinada com os modelos tridimensionais, texturas e riqueza de detalhes dos cenários, cria uma identidade visual muito agradável. É um daqueles jogos em que observar os pequenos elementos do ambiente também faz parte da experiência.
Movimentação e combate
A movimentação de Final Fantasy VII Revelation me pareceu um pouco pesada, particularmente para o meu gosto, mas nada que comprometesse significativamente a jogabilidade.
Já o combate foi um dos pontos mais interessantes da demonstração. A possibilidade de alternar estilos de luta traz dinamismo e permite adaptar a abordagem durante os confrontos. O novo sistema FITS acrescenta outra camada de possibilidades, enquanto Cid e Vincent apresentam características próprias que ajudam a diversificar a experiência.
Vicent e Cid estão incríveis!
Vicent e Cid não estavam disponíveis para jogar nas partes anteriores do Remake, porém agora no Revelation eles vão completar a Party e vão adicionar a mecânica de FITS neles que seriam o mesmo que o sistema de Jobs, então já será algo familiar.

Cid é um Dragoon, ou seja, usa uma lança e ataques de longa distância onde o usuário costuma usar muitos pulos e saltos absurdos durante o combo, algo que já era de esperar e aqui está bem bonito e fluido no combate, o que deixa ainda mais divertido.
Vicent é um atirador assim como no original, ele tem sua forma transformada que aumenta o dano e diminiu sua mobilidade também, o sistema de FITS altera seu moveset e também adiciona skills, no caso do Vicent é possivel colocar o FITS de summoner e combinar ataques do Ifrit e o Vincent na forma transformada, o que deixa tudo mais legal de ver.
Final Fantasy VII Revelation preview: o que achamos de no geral?
Embora cinco minutos sejam insuficientes para avaliar a profundidade dessas mecânicas, a demonstração deixou uma impressão positiva, especialmente pela direção artística e pelas possibilidades oferecidas pelo combate. Para alguém que pouco explorou o universo de Final Fantasy, Revelation conseguiu chamar minha atenção.

Melhores Gachas: os 10 melhores jogos gacha para jogar em 2026
Se você procura os melhores gachas para jogar agora, chegou ao lugar certo. O gênero cresce a cada ano, com mundos abertos gigantes, RPGs por turnos e jogos de ação cheios de personagens carismáticos. Isso também torna a escolha difícil: qual vale o seu tempo?
Neste guia, reunimos os melhores jogos gacha do momento, com o que cada um oferece, para quem ele é indicado e o que você precisa saber antes de começar.
O que é um jogo gacha?
Gacha é o nome dado aos jogos que usam um sistema de sorteio para entregar personagens, armas ou itens, inspirado nas máquinas de cápsulas japonesas (as gashapon). Você gasta uma moeda do jogo, que pode ser conquistada jogando ou comprada com dinheiro real, e recebe um prêmio aleatório, com chances diferentes para cada raridade.
A maioria dos jogos gacha é gratuita para baixar e jogar (free-to-play) e está disponível em celular, PC e, em alguns casos, console. O ponto central é que você pode se divertir muito sem gastar nada, desde que escolha bem o jogo e conheça as regras do sorteio.
Como escolhemos os melhores jogos gacha
Para montar esta lista de melhores gachas, avaliamos critérios que fazem diferença na prática:
- Qualidade da jogabilidade: combate, exploração e variedade de conteúdo.
- Generosidade: quantas moedas gratuitas o jogo oferece para quem não gasta.
- Sistema de garantia (pity): se há um limite de tentativas até um item raro.
- História e personagens: o enredo e o carisma do elenco.
- Plataformas disponíveis: celular, PC ou console.
- Atualizações: frequência de conteúdo novo e suporte da desenvolvedora.
Os 10 melhores jogos gacha
1. Genshin Impact
Lançado em 2020 pela HoYoverse, Genshin Impact é o jogo que popularizou o gênero no Ocidente. É um RPG de ação em mundo aberto, com exploração inspirada em Zelda: Breath of the Wild, combate baseado em elementos e uma história dividida em regiões inspiradas em culturas reais.

- Ideal para: quem gosta de explorar e de jogar sem pressa.
- Plataformas: PC, celular e PlayStation.
- Ponto forte: muito conteúdo gratuito e eventos frequentes.
2. Honkai: Star Rail
Também da HoYoverse, Honkai: Star Rail troca o mundo aberto por um RPG de combate em turnos, com visual de ficção científica e narrativa bem escrita. É uma ótima porta de entrada para quem prefere batalhas estratégicas.
- Ideal para: fãs de JRPG e de histórias com bom roteiro.
- Plataformas: PC e celular.
- Ponto forte: combate acessível e personagens marcantes.
3. Wuthering Waves
Da Kuro Games, Wuthering Waves é um RPG de ação em mundo aberto com combate rápido, esquivas e combos fluidos. Muita gente o considera uma das alternativas mais fortes a Genshin Impact para quem quer ação mais intensa.
- Ideal para: jogadores que querem combate dinâmico.
- Plataformas: PC e celular.
- Ponto forte: sistema de combate e trilha sonora.
4. Zenless Zone Zero
Mais um título da HoYoverse, Zenless Zone Zero aposta em ação urbana, estilo visual marcante e combate veloz em ambiente moderno. É uma boa escolha para quem quer algo diferente da fantasia clássica.

- Ideal para: quem curte estilo, ritmo e combos.
- Plataformas: PC, celular e PlayStation.
- Ponto forte: identidade visual e música.
5. Blue Archive
Blue Archive mistura RPG tático, visual novel e muita personalidade. Suas histórias de escola e amizade conquistaram uma comunidade fiel, e o jogo é conhecido por ser relativamente leve de jogar no dia a dia.
- Ideal para: quem gosta de narrativa e de partidas rápidas.
- Plataformas: celular e PC.
- Ponto forte: personagens carismáticos e rotina tranquila.
6. Arknights
Se você gosta de estratégia, Arknights é um tower defense com RPG, onde posicionar bem os operadores faz toda a diferença. É um dos jogos gacha mais respeitados por quem quer pensar antes de agir.
- Ideal para: fãs de estratégia e planejamento.
- Plataformas: celular e PC.
- Ponto forte: profundidade tática e ótima trilha sonora.
7. Fate/Grand Order
Baseado na franquia Fate, Fate/Grand Order (FGO) tem uma das histórias mais longas e elogiadas entre os gachas. É um RPG por turnos com enorme elenco de personagens históricos e mitológicos.
- Ideal para: quem gosta de narrativa extensa e referências históricas.
- Plataformas: celular.
- Ponto forte: roteiro e quantidade de conteúdo.
8. Pokémon TCG Pocket
Entre os melhores jogos gacha para quem quer algo casual, Pokémon TCG Pocket traz o card game em versão digital e prática. Abrir pacotes e montar baralhos é simples, rápido e bem integrado ao universo Pokémon.
- Ideal para: colecionadores e jogadores casuais.
- Plataformas: celular.
- Ponto forte: facilidade para começar e partidas curtas.
9. Goddess of Victory: Nikke
Goddess of Victory: Nikke combina tiro em terceira pessoa com RPG, personagens detalhados e visual de alta qualidade. A proposta é diferente da maioria dos concorrentes.
- Ideal para: quem quer um gacha com ação e tiro.
- Plataformas: celular e PC.
- Ponto forte: gráficos e apresentação.
10. Epic Seven
Epic Seven é um clássico do gênero, com combate por turnos, arte 2D marcante e uma comunidade ativa. É muito indicado para quem gosta de montar equipes e testar combinações.
- Ideal para: fãs de RPG por turnos e builds.
- Plataformas: celular e PC.
- Ponto forte: visual e sistema de combate.
Comparativo rápido: qual gacha escolher?
| Se você quer… | Escolha |
|---|---|
| Mundo aberto e exploração | Genshin Impact ou Wuthering Waves |
| Combate por turnos | Honkai: Star Rail ou Epic Seven |
| Ação rápida e estilo | Zenless Zone Zero |
| Estratégia | Arknights |
| Algo casual e leve | Pokémon TCG Pocket ou Blue Archive |
| História longa | Fate/Grand Order |
Dicas para jogar gacha sem se arrepender
Escolher entre os melhores gachas é só o começo. Algumas boas práticas ajudam a aproveitar muito mais:
- Conheça as taxas de drop. Os jogos informam as chances de cada raridade, então leia antes de gastar.
- Entenda o sistema de garantia. Boa parte dos jogos tem um limite de tentativas até um item raro. Saber disso evita desperdício.
- Guarde suas moedas gratuitas. Em vez de gastar tudo de imediato, espere um personagem que você realmente queira.
- Defina um orçamento. Se decidir gastar dinheiro real, estabeleça um limite mensal e respeite-o.
- Jogue pelo que você gosta. O melhor gacha é aquele que é divertido mesmo sem os personagens mais fortes.
- Não persiga todos os lançamentos. Dar atenção a poucos jogos rende mais do que tentar acompanhar todos.
Perguntas frequentes sobre jogos gacha
Quais são os melhores gachas para iniciantes?
Genshin Impact, Honkai: Star Rail e Pokémon TCG Pocket são ótimas portas de entrada, com tutoriais claros e boa generosidade para quem começa.
É possível jogar gacha sem gastar dinheiro?
Sim. Os principais jogos permitem avançar com moedas gratuitas obtidas por missões, eventos e exploração. Gastar é opcional.
Qual é o melhor jogo gacha para celular?
Depende do seu gosto. Blue Archive, Arknights e Pokémon TCG Pocket funcionam muito bem em aparelhos mais simples, enquanto Genshin Impact e Wuthering Waves pedem celulares mais potentes.
Existe gacha para PC?
Vários. Genshin Impact, Honkai: Star Rail, Wuthering Waves e Zenless Zone Zero têm versão para PC.
Gacha vicia?
O sistema de sorteio pode estimular o gasto impulsivo. Por isso, definir limites de tempo e de dinheiro é essencial.
Os melhores jogos gacha de hoje oferecem experiências para todos os gostos: exploração em mundo aberto, estratégia refinada, combate por turnos ou partidas casuais. Se você quer um ponto de partida seguro, Genshin Impact e Honkai: Star Rail são ótimas apostas. Para quem busca ação mais intensa, vale conhecer Wuthering Waves e Zenless Zone Zero.
Quer saber sobre guias de personagem e ajuda para builds de qualquer jogo gacha? Então veja o site Rackoon! Eles são nossos parceiros e fazem um ótimo trabalho nesses guias.
O mais importante é escolher o jogo que combina com seu estilo, jogar com consciência e se divertir. Qual desses melhores gachas você vai experimentar primeiro? Conte nos comentários!

Razer Wolverine V4: novo controle para Xbox e PC chega com sensores capacitivos e polling de 8.000 Hz
A Razer anunciou nesta terça-feira (6) a linha Wolverine V4, formada pelo Wolverine V4 Pro (sem fio) e pelo Wolverine V4 Tournament Edition (com fio). Os controles foram desenvolvidos para jogadores competitivos de Xbox e PC e trazem sensores capacitivos nos analógicos, resistentes a drift, e taxa de polling de até 8.000 Hz. Ainda não há previsão de lançamento no Brasil.
O que muda no Razer Wolverine V4
A nova geração aposta em precisão e velocidade. Os dois modelos usam sensores capacitivos de alta resolução nos analógicos, que a empresa descreve como a evolução da tecnologia de sensores sem contato. Segundo a Razer, eles oferecem mais resolução, eficiência energética e resistência à interferência magnética que os sensores TMR e Hall Effect, sem abrir mão da resistência a drift.

Combinados a um chip ADC de 16 bits, os sensores registram cerca de 3.000 níveis de movimento. Na prática, a promessa é de rastreamento mais suave, menos jitter e mais precisão em jogos de tiro.
Polling de 8.000 Hz e resposta abaixo de 1 ms
O Wolverine V4 funciona assim em cada plataforma:
- Xbox Series X|S: polling de até 250 Hz;
- PC: até 8.000 Hz, tanto no modo com fio quanto no sem fio.
A Razer afirma que isso permite registrar a posição até 32 vezes mais rápido que controles convencionais e até 8 vezes mais rápido que controles de esports de entrada. A linha também tem o menor tempo de resposta já oferecido pela empresa, abaixo de 1 ms.
Botões traseiros magnéticos e gatilhos ajustáveis
O Wolverine V4 Pro traz um sistema magnético que permite trocar em segundos quatro botões traseiros removíveis e dois bumpers para pegada em garra. Os jogadores podem combinar de uma a quatro teclas traseiras, o que facilita recarregar, usar equipamentos ou deslizar sem tirar os polegares dos analógicos.
Os gatilhos Razer Pro HyperTriggers oferecem dois comportamentos em um só controle, alternados por uma trava na parte traseira:
- Acionamento quase instantâneo, indicado para disparos rápidos em FPS;
- Curso analógico completo, indicado para simuladores de corrida.
Pelo software Razer Synapse, o ponto de acionamento pode ser definido entre 1,3 mm e 8,2 mm.
Personalização e ergonomia
Os botões frontais são reforçados em PBT, com mecanismo mecha-tátil, e o D-pad flutuante tem 8 direções. As empunhaduras laterais são texturizadas em TPU, pensadas para sessões longas de jogo.
Na personalização, o controle permite:
- Criar quatro perfis com comandos e sensibilidade próprios;
- Remapear seis botões multifuncionais;
- Ajustar a zona morta entre 0% e 15%;
- Escolher entre seis opções de caps para os analógicos (côncavos curtos, convexos curtos ou côncavos altos);
- Trocar ou remover a face magnética do Wolverine V4 Pro sem ferramentas.
Recursos como conectividade sem fio, face removível, botões traseiros removíveis e analógicos removíveis são exclusivos do Wolverine V4 Pro.
O que dizem Razer e jogadores
“A linha Wolverine V4 é o resultado disso: precisão de alta resolução, resposta ultrarrápida e personalização para que cada jogador possa adaptar o controle ao seu estilo”, afirmou Jeffrey Chau, Head Global de Esports da Razer.
LastShot, campeão mundial de Halo de 2025 pela Shopify Rebellion, também comentou: “Esse controle chega muito perto da perfeição — ele leva tudo o que eu adorava no Wolverine V3 para outro nível”.
Preço e lançamento no Brasil
A Razer não divulgou preço sugerido nem data de chegada da linha Wolverine V4 ao mercado brasileiro. Assim que houver novidades, esta matéria será atualizada.

Gamers Brawl na BGS 2026: revanche entre Kami e Gordox, partidas 1×1 de LoL e loja da paiN Gaming
A Gamers Brawl, plataforma de competições de eSports que permite aos jogadores transformarem habilidade e desempenho em oportunidades de monetização, participa da Brasil Game Show (BGS) 2026 com um estande de 54 m². A programação inclui partidas 1×1 de League of Legends com o público, ativações com criadores de conteúdo, brindes e a revanche entre Kami e Gordox, marcada para o dia 9 de outubro.
A BGS 2026 acontece de 9 a 12 de outubro, no Distrito Anhembi, em São Paulo.
Kami x Gordox: a revanche acontece no dia 9
Um dos principais atrativos do estande é o novo confronto entre os influenciadores Kami e Gordox em League of Legends. Os dois integram o time de embaixadores da Gamers Brawl e voltam a se enfrentar depois de uma disputa anterior que terminou com vitória surpreendente de Gordox.
A partida acontece no dia 9 de outubro, a partir das 14h, no estande da marca.
Outros criadores de conteúdo ligados à plataforma também passam pelo espaço durante a feira para participar de ativações e produzir conteúdo. Entre os nomes confirmados estão Babs, dyNquedo e Caju, que também jogam com o público no estande.
Partidas 1×1 de LoL com camiseta exclusiva e cupom
Os visitantes podem experimentar a dinâmica da plataforma em disputas 1×1 de League of Legends. A cada partida, dois participantes se enfrentam e o vencedor leva uma camiseta exclusiva da Gamers Brawl, criada especialmente para a BGS.
Todos os participantes recebem ainda um cupom de R$ 20 para usar na plataforma.
Loja oficial da paiN Gaming com preços especiais
O estande conta também com uma loja oficial da paiN Gaming, organização de eSports patrocinada pela Gamers Brawl. Os visitantes podem comprar acessórios, peças de vestuário e outros itens oficiais do time com preços especiais durante a BGS.
Como funciona a Gamers Brawl
A plataforma reúne jogadores em disputas baseadas em habilidade e desempenho. Por meio de tecnologia e métricas de performance, o desempenho de cada jogador nos games vira pontuação, que determina o vencedor dos confrontos.
Hoje, a Gamers Brawl funciona com dois títulos, League of Legends e Counter-Strike, e novos jogos serão anunciados em breve. Diferentemente de modelos baseados no resultado de partidas disputadas por terceiros, a proposta é colocar o próprio jogador no centro da competição.
Para Bruno Niro, fundador e CEO da Gamers Brawl, a feira é um espaço estratégico para se aproximar do público:
“A BGS é um dos principais pontos de encontro da comunidade gamer no Brasil e uma oportunidade de apresentar a Gamers Brawl de uma forma muito próxima do público. Queremos que as pessoas conheçam nosso conceito, experimentem essa dinâmica de competição e entendam como a habilidade e o desempenho de cada jogador estão no centro da experiência que estamos construindo.”
Serviço: Gamers Brawl na BGS 2026
- Quando: 9 a 12 de outubro de 2026
- Onde: Distrito Anhembi, Av. Olavo Fontoura, 1209, Santana, São Paulo/SP
- Estande: Gamers Brawl, em frente à entrada de expositores
- Revanche Kami x Gordox: 9 de outubro, a partir das 14h
Mais informações sobre a plataforma estão no site oficial da Gamers Brawl.

DMZ de Modern Warfare 4: Activision revela mapa de Hajin, base FOB e mais de 60 pontos de interesse
Modo de extração em mundo aberto se passa em uma região dividida entre Coreia do Norte e Coreia do Sul e traz chefes itinerantes, progressão própria até o nível 70 e veículos terrestres, aéreos e aquáticos
A Activision e a Infinity Ward divulgaram nesta segunda-feira (5) os primeiros detalhes aprofundados do DMZ de Call of Duty: Modern Warfare 4, o modo de extração em mundo aberto que chega com o jogo em 23 de outubro. A experiência acontece em Hajin, uma área de exclusão com mais de 60 regiões nomeadas, dividida entre os territórios da Coreia do Norte e da Coreia do Sul.
No DMZ, os jogadores precisam saquear recursos, cumprir missões, enfrentar forças inimigas controladas pelo jogo e outros jogadores, e conseguir sair vivos com as recompensas. Tudo o que for extraído serve para expandir a Base de Operações Avançada (FOB), o centro de comando do modo.
O que é a FOB, a base do DMZ
A Base de Operações Avançada (FOB) é onde o jogador gerencia sua progressão entre uma partida e outra. Ela começa como um ponto de apoio simples e evolui conforme as operações em Hajin são concluídas, chegando a mais de 12 estações especializadas.
Logo no início, o jogador tem acesso ao gerenciamento de Operadores (com aprimoramento de Traits), ao armazém para guardar armas, equipamentos e ingredientes extraídos, às Ordens DMZ (as missões principais que contam a história da área de exclusão), a uma galeria de tiro com alvos a mais de 100 metros e aos Kits de Sobrevivência.
Com o avanço, são liberadas estações como a Impressora 3D, que fabrica equipamentos avançados, o Armeiro, que permite comprar acessórios ou montar armas do zero a partir de Manuais de Armas extraídos, um Vendedor com estoque que muda diariamente, um Painel de Chefes para comprar informações sobre alvos de alto valor, uma tabela de classificação de caçadores PvP e um expositor de Dog Tags.
O DMZ também terá progressão própria, do nível 1 ao 70, independente do restante do jogo.
Como funciona a progressão em Hajin
Cada incursão em Hajin conta pontos para o nível do jogador no DMZ. A progressão se apoia em três pilares (combate, saque e objetivos) e, ao fim de cada partida, o Relatório de Ação dá uma nota, sendo o Rank S a mais alta.
Entre as principais atividades estão:
- Saque e contêineres: busca por placas de blindagem, bandagens e chaves que abrem salas secretas e entradas subterrâneas em áreas rurais.
- Operações dinâmicas e secundárias: missões recebidas em campo ou por telefones de operações, que rendem Dinheiro DMZ, XP e Suprimentos. A raridade dos suprimentos aumenta a cada sucesso consecutivo.
- Caça a chefes: Tenentes e Comandantes itinerantes, como Colossus, Deathstalker e um Tanque de Batalha Norte-Coreano, entregam saques valiosos, ingredientes para a Impressora 3D e Dog Tags. A Dog Tag, porém, marca a posição de quem a carrega no Mapa Tático.
A interface mostra também o Nível de Ameaça de cada área, que vai de Baixo a Extremo. Quanto mais agressivo o jogador, mais reforços as forças norte-coreanas chamam, incluindo esquadrões de caça.
Mapa de Hajin: os principais pontos de interesse
Dos mais de 60 locais de Hajin, a Activision destacou seis:
- Prisão Política No. 14 (Coreia do Norte): cercada por um rio contaminado, abriga o complexo fortificado “La Ciudadela”. Ameaça crítica.
- Base Aérea Chang-san (Coreia do Norte): construída sob uma encosta de granito, tem um bunker subterrâneo maior que a própria base. Ameaça extrema.
- Centro Nuclear Haneul (Coreia do Sul): coberto por vapor radioativo, exige máscara de gás e equipamento radiológico. Ameaça alta.
- El Entramado / The Grid (Coreia do Sul): centro comercial fortificado de Hajin City, com arranha-céus e combates verticais. Ameaça extrema.
- Centro Comercial NuriGO (Coreia do Sul): tem uma rede subterrânea que só pode ser explorada com óculos de visão noturna. Ameaça alta.
- Hospital General Mirae (Coreia do Sul): cercado por acampamentos de triagem, com combates a curta distância. Ameaça baixa.
Veículos: de SUV da Aston Martin a helicóptero pesado
Para atravessar o mapa, o DMZ oferece veículos terrestres, aéreos e aquáticos, que precisam de reabastecimento e reparos em postos de gasolina. Entre os terrestres estão o Dreadnought, um SUV tático da Aston Martin, o LTV com torreta calibre .50 opcional e o D50 Radar Flatbed, que vem com UAV integrado. No ar e na água, há helicóptero leve, helicóptero pesado com iscas defensivas e lanchas RHIB. Um trem civil automatizado e um monotrilho também circulam pela região, mas não podem ser pilotados.
Quando Modern Warfare 4 chega e quanto custa
Call of Duty: Modern Warfare 4 será lançado em 23 de outubro. Quem fizer a pré-compra digital das edições Padrão ou Cofre terá Acesso Antecipado à Campanha a partir de 16 de outubro.
O preço sugerido no Brasil começa em R$ 299 no PC e R$ 349 nos consoles. As reservas já estão abertas em lojas participantes, plataformas digitais, dentro de jogos compatíveis e no site oficial de Call of Duty.

Ordem Cronológica de Kingdom Hearts: Guia Completo até o Kingdom Hearts IV
Entender a ordem cronológica de Kingdom Hearts nunca foi tão útil quanto agora. A Square Enix confirmou na D23, em agosto de 2026, que Kingdom Hearts IV chega no fim de 2027 para PS5, Xbox Series X|S, Nintendo Switch 2 e PC. Antes disso, em 8 de outubro de 2026, a saga inteira ganha versões nativas para a geração atual com a Kingdom Hearts Collection [I~III]. Ou seja: nunca foi tão fácil colocar a história em dia.
Neste guia você encontra todos os jogos na ordem em que os acontecimentos se passam, onde jogar cada um hoje, os preços atuais nas lojas brasileiras e um resumo de tudo o que já é oficial sobre o próximo capítulo. As descrições evitam spoilers pesados, então dá para ler mesmo sem ter jogado nada.
Resumo rápido: a ordem da história em uma lista
Se você só quer a sequência, aqui está a linha do tempo completa, do evento mais antigo ao mais recente. Os detalhes de cada título vêm logo abaixo.
- Kingdom Hearts χ / Union χ (e o filme χ Back Cover)
- Kingdom Hearts Dark Road
- Kingdom Hearts Birth by Sleep
- Kingdom Hearts 0.2 Birth by Sleep -A fragmentary passage-
- Kingdom Hearts
- Kingdom Hearts Re:Chain of Memories
- Kingdom Hearts 358/2 Days
- Kingdom Hearts II
- Kingdom Hearts Re:coded
- Kingdom Hearts 3D: Dream Drop Distance
- Kingdom Hearts III + Re Mind
- Kingdom Hearts: Melody of Memory
- Kingdom Hearts IV (fim de 2027)
Repare que algumas histórias se sobrepõem. Chain of Memories e 358/2 Days acontecem em paralelo, e a maior parte de 0.2 corre ao mesmo tempo que o primeiro jogo. Por isso existem pequenas variações entre listas de fãs, mas a sequência acima é a mais aceita e a que faz mais sentido para quem vai jogar.
A ordem cronológica de Kingdom Hearts explicada jogo a jogo
Abaixo, cada entrada traz o ano de lançamento original, onde o título pode ser jogado atualmente e o que ele acrescenta à trama. Vale lembrar que praticamente tudo está reunido em três coletâneas: HD 1.5+2.5 ReMIX, HD 2.8 Final Chapter Prologue e Kingdom Hearts III + Re Mind.
1. Kingdom Hearts χ / Union χ e χ Back Cover
Lançamento original: 2013 (navegador, Japão); Union χ para celulares em 2015-2016.
Onde ver hoje: o filme χ Back Cover está na coletânea HD 2.8; o app Union χ Dark Road segue disponível em versão offline para iOS e Android.
É o ponto mais antigo de toda a saga. A trama se passa séculos antes de Sora, na chamada Era dos Contos de Fadas, e mostra os Foretellers, discípulos do Mestre dos Mestres, e o caminho que levou à Guerra das Keyblades. O jogo original era um RPG online; em 2021 o serviço foi encerrado e o aplicativo virou uma versão offline para que todos pudessem acompanhar a história até o fim.
Para a maioria dos jogadores, o jeito prático de conhecer essa era é assistir ao χ Back Cover, um filme de cerca de uma hora. Personagens desse período, como Strelitzia, voltam a ter peso em Kingdom Hearts IV.
2. Kingdom Hearts Dark Road
Lançamento original: 2020 (iOS e Android).
Onde jogar hoje: dentro do app Kingdom Hearts Union χ Dark Road, em versão offline concluída em agosto de 2022.
Dark Road volta cerca de 65 anos antes de Birth by Sleep para contar a juventude de Xehanort, sua amizade com Eraqus e o início do fascínio pela escuridão que move toda a primeira grande saga. A cidade de Scala ad Caelum, vista em KH III, funciona como centro da história. É opcional, mas explica muito sobre o vilão principal.
3. Kingdom Hearts Birth by Sleep
Lançamento original: 2010 (PSP).
Onde jogar hoje: Birth by Sleep Final Mix, dentro da coletânea HD 1.5+2.5 ReMIX.

O primeiro jogo “de console” na linha do tempo se passa cerca de dez anos antes da aventura de Sora. Terra, Aqua e Ventus treinam com o Mestre Eraqus para se tornarem mestres da Keyblade, até que o desaparecimento de Xehanort e a chegada dos Unversed separam o trio. A campanha é dividida em três histórias, uma por personagem, que se completam. É aqui que nascem vários mistérios resolvidos apenas em KH III.
4. Kingdom Hearts 0.2 Birth by Sleep -A fragmentary passage-
Lançamento original: 2017 (PS4).
Onde jogar hoje: coletânea HD 2.8 Final Chapter Prologue.
Episódio curto em que você controla Aqua perdida no Reino das Trevas logo após o fim de Birth by Sleep. A maior parte da jornada acontece em paralelo ao primeiro Kingdom Hearts, mas o epílogo avança no tempo e prepara diretamente o terreno de KH III. Por isso muita gente prefere jogá-lo logo antes do terceiro jogo numerado; as duas escolhas funcionam.
5. Kingdom Hearts
Lançamento original: 2002 (PS2).
Onde jogar hoje: Kingdom Hearts Final Mix, na coletânea HD 1.5+2.5 ReMIX.

O jogo que começou tudo. Sora, um garoto das Ilhas do Destino, recebe a Keyblade depois que seu mundo é tomado pela escuridão e se une ao Pato Donald e ao Pateta, enviados pelo Rei Mickey. Juntos, visitam mundos da Disney enfrentando os Heartless enquanto Sora procura os amigos Riku e Kairi. Mesmo com câmera e controles de uma época antiga, continua sendo a porta de entrada emocional da série.
6. Kingdom Hearts Re:Chain of Memories
Lançamento original: 2004 (Game Boy Advance); remake em 3D em 2007 (PS2).
Onde jogar hoje: Re:Chain of Memories, na coletânea HD 1.5+2.5 ReMIX.
Sequência direta do primeiro jogo. Sora entra no Castle Oblivion, onde cada andar leva suas memórias embora, e conhece a Organization XIII pela primeira vez. Há também uma campanha de Riku, que mostra seu esforço para lidar com a escuridão que carrega. O combate por cartas divide opiniões, mas a trama é essencial para entender KH II.
7. Kingdom Hearts 358/2 Days
Lançamento original: 2009 (Nintendo DS).
Onde ver hoje: como filme em alta definição, dentro da coletânea HD 1.5+2.5 ReMIX.
Conta o ano de Roxas dentro da Organization XIII, sua amizade com Axel e com a misteriosa Xion. Começa em paralelo a Chain of Memories e termina exatamente onde KH II começa. Nas coletâneas, o jogo foi transformado em uma compilação de cenas, então não é jogável, mas vale cada minuto para quem quer entender a relação entre Sora e Roxas.
8. Kingdom Hearts II
Lançamento original: 2005 (PS2).
Onde jogar hoje: Kingdom Hearts II Final Mix, na coletânea HD 1.5+2.5 ReMIX.

Um ano depois de Chain of Memories, Sora desperta e retoma a jornada com Donald e Pateta, agora contra a Organization XIII liderada por Xemnas. Para muitos fãs é o ápice do combate da série, com o sistema de Drive Forms e chefes opcionais lendários. Também é o jogo que amarra boa parte das histórias paralelas até aquele momento.
9. Kingdom Hearts Re:coded
Lançamento original: 2008 no Japão (celulares, como Coded); versão Re:coded em 2010 (Nintendo DS).
Onde ver hoje: como filme em alta definição, na coletânea HD 1.5+2.5 ReMIX.
Depois de KH II, Mickey e o Grilo Falante descobrem uma mensagem enigmática no diário digitalizado de Jiminy. Uma versão em dados de Sora percorre os mundos do primeiro jogo para investigar. Parece um desvio, mas termina com uma revelação que empurra a história para a fase seguinte.
10. Kingdom Hearts 3D: Dream Drop Distance
Lançamento original: 2012 (Nintendo 3DS).
Onde jogar hoje: Dream Drop Distance HD, na coletânea HD 2.8 Final Chapter Prologue.
Sora e Riku fazem o Exame da Marca da Maestria para se tornarem mestres da Keyblade antes do retorno de Xehanort. A viagem pelos mundos adormecidos, com os Dream Eaters como aliados, revela o plano do vilão e a verdadeira Organization XIII. O sistema Flowmotion estreou aqui e influenciou a movimentação dos jogos seguintes.
11. Kingdom Hearts III + Re Mind
Lançamento original: janeiro de 2019 (PS4 e Xbox One); DLC Re Mind em 2020.
Onde jogar hoje: Kingdom Hearts III + Re Mind (DLC), individual ou em pacote.

O clímax da Dark Seeker Saga. Sora reúne os sete guardiões da luz para enfrentar a Real Organization XIII, com mundos de Pixar e Disney como Toy Story, Monstros S.A., Frozen e Enrolados. A DLC Re Mind reconta o confronto final por outro ângulo, adiciona um epílogo e um cenário secreto que aponta para o que vem em KH IV. Não pule o conteúdo pós-créditos.
12. Kingdom Hearts: Melody of Memory
Lançamento original: novembro de 2020 (PS4, Xbox One e Switch).
Onde jogar hoje: PS4, Xbox One, Nintendo Switch e PC.
Um jogo de ritmo que revisita a trilha sonora da saga inteira, narrado por Kairi. A maior parte é recapitulação, mas as cenas finais continuam a história logo após Re Mind e fazem a ponte com o novo arco. Se estiver com pouco tempo, assistir apenas ao final já cumpre o papel narrativo.
13. Kingdom Hearts IV
Lançamento: fim de 2027.
Plataformas confirmadas: PlayStation 5, Xbox Series X|S, Nintendo Switch 2 e PC (Steam, Epic Games Store e Microsoft Store).

O próximo capítulo abre o Lost Master Arc, sucessor da Dark Seeker Saga. Sora desperta preso em Quadratum, uma cidade que lembra Tóquio, enquanto Donald e Pateta percorrem outros mundos para encontrá-lo. Os detalhes confirmados estão na seção dedicada mais abaixo.
Com isso você tem a ordem cronológica de Kingdom Hearts completa, dos Foretellers até Quadratum. Se preferir comparar com a sequência em que os jogos foram lançados, a tabela a seguir coloca as duas lado a lado.
Ordem cronológica de Kingdom Hearts x ordem de lançamento
Muitos veteranos defendem jogar na ordem de lançamento, porque as revelações foram pensadas para quem já conhecia os títulos anteriores. A tabela ajuda a visualizar a diferença.
| Ordem da história | Ordem de lançamento (ano original) |
|---|---|
| 1. χ / Union χ + Back Cover | 1. Kingdom Hearts (2002) |
| 2. Dark Road | 2. Chain of Memories (2004) |
| 3. Birth by Sleep | 3. Kingdom Hearts II (2005) |
| 4. 0.2 A fragmentary passage | 4. Coded (2008) |
| 5. Kingdom Hearts | 5. 358/2 Days (2009) |
| 6. Re:Chain of Memories | 6. Birth by Sleep (2010) |
| 7. 358/2 Days | 7. Re:coded (2010) |
| 8. Kingdom Hearts II | 8. Dream Drop Distance (2012) |
| 9. Re:coded | 9. χ (2013) |
| 10. Dream Drop Distance | 10. 0.2 e χ Back Cover (2017) |
| 11. Kingdom Hearts III + Re Mind | 11. Kingdom Hearts III (2019) |
| 12. Melody of Memory | 12. Dark Road e Melody of Memory (2020) |
| 13. Kingdom Hearts IV | 13. Kingdom Hearts IV (fim de 2027) |
Na prática, a ordem de lançamento coincide quase totalmente com a ordem das coletâneas: começar pela HD 1.5+2.5, seguir para a HD 2.8 e terminar em KH III. Essa é a recomendação mais segura para quem joga pela primeira vez.
Kingdom Hearts IV: tudo o que já foi confirmado
Anunciado em abril de 2022, no evento de 20 anos da série, Kingdom Hearts IV passou anos quase sem notícias. Isso mudou em 2026: o jogo reapareceu na Nintendo Direct de junho e ganhou janela de lançamento na D23 de agosto. Estas são as informações oficiais até o fim de setembro de 2026.
Data de lançamento e plataformas
A Square Enix confirmou o lançamento para o fim de 2027, ano em que a franquia completa 25 anos. Durante o painel da D23, Tetsuya Nomura comentou a desconfiança dos fãs e disse que o jogo não vai escorregar para 2028. O co-diretor Tai Yasue reforçou a mesma mensagem.
O jogo sai simultaneamente para PlayStation 5, Xbox Series X|S, Nintendo Switch 2 e PC, com Steam, Epic Games Store e Microsoft Store confirmadas. É a primeira vez que um Kingdom Hearts numerado estreia em todas as plataformas ao mesmo tempo.
Na Tokyo Game Show 2026, realizada de 17 a 21 de setembro, KH IV apareceu na lista do estande da Square Enix, mas sem material inédito. Em entrevista à Famitsu, Nomura explicou que a equipe está focada na fase final de desenvolvimento e que novos mundos serão revelados aos poucos para não esgotar as novidades antes do lançamento.
História: Quadratum e o Lost Master Arc
A trama começa com Sora preso em Quadratum, uma cidade de visual realista inspirada em Tóquio que Nomura descreve como uma espécie de irrealidade: para Sora é um mundo à parte, para seus habitantes é o mundo real. Quadratum funciona como base principal, de onde Sora parte para outros mundos e para onde retorna.
Em paralelo, Donald e Pateta procuram o amigo. O trailer da D23 mostrou a dupla no Submundo de Hércules, com Hades em cena, e revelou Viva: A Vida é uma Festa (Coco), da Pixar, como o primeiro mundo Disney confirmado. Benjamin Bratt subiu ao palco para anunciar que volta a dublar Ernesto de la Cruz no jogo. Malévola também foi citada como personagem de peso na nova fase.
Strelitzia, personagem vinda de Union χ, aparece ao lado de Sora desde o primeiro trailer, e o Lost Master Arc deve explorar os mistérios deixados em χ, na HD 2.8 e no final de KH III. Nomura já afirmou que KH IV foi pensado como uma espécie de recomeço, justamente para não afastar quem nunca jogou a série.
Gameplay: Donald, Pateta e Mickey jogáveis
A grande novidade de jogabilidade é que Donald e Pateta serão jogáveis pela primeira vez em uma campanha principal, inclusive em combate. O Rei Mickey também terá trechos próprios, com fases de plataforma bem diferentes das de Sora: ele vira uma silhueta clássica em 2D e assume uma forma de papel dobrado para quebrar obstáculos, segundo o painel com Tai Yasue.
Sora mantém a Keyblade, magias e itens, e ganha uma movimentação mais vertical: o chaveiro da Keyblade funciona como gancho para se puxar até inimigos e escalar prédios. Uma variação do Flowmotion também retorna. O jogo usa a Unreal Engine 5.
O cancelamento de Kingdom Hearts Missing-Link
Anunciado junto com KH IV, o jogo mobile Kingdom Hearts Missing-Link foi cancelado em maio de 2025. Ele se passaria em Scala ad Caelum, entre os eventos de Union χ e Dark Road, e serviria de ponte para o novo arco. A Square Enix justificou que seria difícil oferecer um serviço que agradasse os jogadores a longo prazo e, no mesmo comunicado, garantiu que a série continuaria com Kingdom Hearts IV. Por isso Missing-Link não entra na ordem cronológica de Kingdom Hearts.
Anime em desenvolvimento para o Disney+
Além do jogo, a Disney anunciou na D23 uma série animada original de Kingdom Hearts, ainda com título provisório, para o Disney+ e o Disney Channel, com participação de Nomura e da Square Enix. Não há data de estreia nem informação sobre em que ponto da linha do tempo ela se passa.
Kingdom Hearts Collection [I~III]: a saga nativa na geração atual
Revelada na Nintendo Direct de 9 de junho de 2026, a Kingdom Hearts Collection [I~III] reúne as três coletâneas da série em um único pacote e chega em 8 de outubro de 2026. É o jeito mais direto de jogar toda a saga antes de KH IV.
- O que inclui: HD 1.5+2.5 ReMIX, HD 2.8 Final Chapter Prologue e Kingdom Hearts III + Re Mind.
- Plataformas: PS5, Xbox Series X|S, Nintendo Switch 2 e PC via Microsoft Store, todas em versão nativa. Os jogos também podem ser comprados separadamente.
- Switch 1: a HD 1.5+2.5 ReMIX ganha versão nativa no mesmo dia. As antigas versões Cloud foram retiradas da eShop.
- Desconto para quem tem as versões Cloud: quem possui todos os jogos Cloud ou o Integrum Masterpiece Cloud no Switch tem 50% de desconto nas versões nativas de Switch 2.
- Brindes: Keyblades exclusivas por plataforma, como Midnight Blue no PS5 e Long Night no Switch 2.
- Demo: KH III + Re Mind tem demonstração gratuita no Switch 2.
- Mídia física: no Switch 2, a edição física é um Game-Key Card e exige download completo do jogo.
Na PlayStation Store, a pré-venda dá 48 horas de acesso antecipado para quem reservar até 7 de outubro. Segundo o PSX Brasil, as versões de PS4 que você já tem não ganham upgrade para PS5, então vale pesar se a troca compensa.
Onde jogar Kingdom Hearts e quanto custa no Brasil
Os preços abaixo foram conferidos diretamente nas lojas ou em fontes brasileiras especializadas. Como promoções mudam a todo momento, use a tabela como referência e confira o valor na loja antes de fechar a compra.
| Produto | Loja | Preço cheio | Preço em 29/09/2026 |
|---|---|---|---|
| Kingdom Hearts HD 1.5+2.5 ReMIX | Steam | R$ 219,90 | R$ 65,97 (-70%) |
| Kingdom Hearts HD 2.8 Final Chapter Prologue | Steam | R$ 249,90 | R$ 74,97 (-70%) |
| Kingdom Hearts III + Re Mind (DLC) | Steam | R$ 249,90 | R$ 74,97 (-70%) |
| Kingdom Hearts Integrum Masterpiece (as 3 coletâneas) | Steam | R$ 419,90 | R$ 125,97 (-70%) |
| Kingdom Hearts Collection [I~III] (PS5) | PlayStation Store | R$ 427,50 na pré-venda | Lançamento em 08/10/2026 |
| Coletâneas avulsas (PS5) | PlayStation Store | R$ 229,90 cada na pré-venda | Lançamento em 08/10/2026 |
Os valores da PlayStation Store são os da abertura da pré-venda, em junho, reportados pelo PSX Brasil. A Amazon Brasil também abriu a pré-venda da edição física da coletânea, anunciada por R$ 439,90. Para Xbox e Switch 2, consulte a Microsoft Store e a Nintendo eShop, já que os preços em reais ainda podem variar até o lançamento.
PC: Steam ou Microsoft Store?
As versões de Steam, lançadas em 13 de junho de 2024, seguem à venda, têm conquistas, nuvem Steam e são verificadas para o Steam Deck. A novidade de outubro é a chegada das coletâneas à Microsoft Store, em paralelo. Se o seu objetivo é só jogar a história, uma promoção do Integrum Masterpiece na Steam costuma ser o caminho mais barato.
Atenção: não há português
Nenhuma das coletâneas tem legendas oficiais em português do Brasil. A Steam lista inglês, francês, italiano, alemão, espanhol da Espanha e japonês; KH III acrescenta coreano e chinês tradicional. Quem não domina inglês pode optar pelas legendas em espanhol.
Por onde começar: três caminhos
Não existe resposta única. A melhor rota depende do seu tempo e de quanto você quer mergulhar na mitologia. Estas são as três opções que recomendamos.
Caminho 1: ordem das coletâneas (recomendado para novatos)
Jogue HD 1.5+2.5 ReMIX na ordem do menu (Kingdom Hearts, Re:Chain of Memories, 358/2 Days, KH II, Birth by Sleep, Re:coded), depois HD 2.8 e por fim KH III + Re Mind. É praticamente a ordem de lançamento, preserva as revelações como foram planejadas e não exige nada fora das coletâneas.
Caminho 2: ordem cronológica
Assista ao χ Back Cover, jogue Birth by Sleep e 0.2 e siga a lista completa deste guia. É a opção mais interessante para quem já conhece a série e quer rever tudo com a linha do tempo organizada. Para iniciantes, começar por Birth by Sleep entrega reviravoltas que fazem mais sentido depois dos jogos numerados.
Caminho 3: rota rápida antes do KH IV
Sem tempo para tudo? Jogue Kingdom Hearts, Kingdom Hearts II e Kingdom Hearts III + Re Mind e assista às cenas de 358/2 Days e Dream Drop Distance em vídeo. Você vai chegar a Quadratum com o essencial dos personagens e do conflito.
Perguntas frequentes
Reunimos aqui as dúvidas mais comuns de quem está começando ou voltando à franquia agora.
Qual é o primeiro jogo na ordem cronológica de Kingdom Hearts?
O primeiro na linha do tempo é Kingdom Hearts χ (e sua versão mobile Union χ), que se passa séculos antes de Sora. Como o app saiu do ar e virou versão offline, a forma mais simples de ver essa parte é o filme χ Back Cover, na coletânea HD 2.8. Entre os jogos de console, o primeiro é Birth by Sleep.
Quando Kingdom Hearts IV será lançado?
No fim de 2027, segundo a Square Enix na D23 de agosto de 2026. Ainda não há data exata, e Nomura garantiu que o jogo não será adiado para 2028.
Em quais plataformas Kingdom Hearts IV vai sair?
PlayStation 5, Xbox Series X|S, Nintendo Switch 2 e PC, com Steam, Epic Games Store e Microsoft Store confirmadas.
Preciso jogar todos os jogos antes de Kingdom Hearts IV?
Não é obrigatório, já que KH IV foi pensado como um recomeço para novos jogadores. Mesmo assim, conhecer pelo menos os três jogos numerados ajuda muito a aproveitar a história.
Kingdom Hearts tem legendas em português?
Não oficialmente. Nenhuma coletânea oferece português do Brasil, e as lojas listam inglês, espanhol da Espanha e outros idiomas europeus, além do japonês.
O que aconteceu com Kingdom Hearts Missing-Link?
Foi cancelado em maio de 2025. O jogo mobile ligaria KH III ao novo arco, mas a Square Enix encerrou o projeto e manteve o foco em Kingdom Hearts IV.
Qual é a forma mais barata de jogar Kingdom Hearts no Brasil?
No PC, o Integrum Masterpiece na Steam reúne tudo por R$ 419,90 no preço cheio e aparece com frequência em promoção; em 29 de setembro de 2026 estava por R$ 125,97. Confira sempre o valor atual antes de comprar.
Prepare-se para a próxima fase Ordem Cronológica de Kingdom Hearts
Com Kingdom Hearts IV marcado para o fim de 2027 e toda a saga disponível nativamente a partir de 8 de outubro, este é o melhor momento em anos para entrar na série. Siga a ordem cronológica de Kingdom Hearts se quiser a visão completa da mitologia, ou a ordem das coletâneas se for sua primeira vez. Em qualquer dos casos, a jornada de Sora até Quadratum começa aqui. Se você também gosta do outro lado dessa parceria, confira nosso ranking dos melhores Final Fantasy.
Fontes: Square Enix (comunicados de 9 de junho de 2026 e de maio de 2025), Steam Brasil, PlayStation Store Brasil, PSX Brasil, MeuPlayStation, Nintendo, Gematsu, RPG Site, GamesRadar+, Game Rant, TheGamer, Screen Realm, Game Informer e Wikipedia.
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