Headset sem fio Razer Barracuda V2 Pro com microfone boom sobre a mesa de um setup gamer

Razer Barracuda V2 Pro: headset sem fio tem ANC híbrido, THX Spatial Audio+ e 70 horas de bateria

A Razer anunciou nesta quinta-feira (15) o Razer Barracuda V2 Pro, novo headset gamer sem fio pensado para quem divide o tempo entre o PC e o celular, mas também quer usar o mesmo fone no console e em portáteis. O modelo reúne drivers TriForce Bio-Cellulose de 40 mm, THX Spatial Audio+, cancelamento ativo de ruído (ANC) híbrido e até 70 horas de bateria.

A proposta é ter um único headset para a rotina inteira: jogar no desktop, assistir a séries no sofá, participar de chamadas de trabalho e ouvir música no transporte, sem precisar trocar de equipamento.

Ficha técnica do Razer Barracuda V2 Pro

  • Drivers: Razer TriForce Bio-Cellulose de 40 mm
  • Áudio espacial: THX Spatial Audio+ com surround virtual 7.1.4 (no PC)
  • Cancelamento de ruído: ANC híbrido, com microfones internos e externos
  • Microfones: sistema Dual-Mode (boom removível + microfones internos com formação de feixe) e redução de ruído por IA
  • Conexão: Razer HyperSpeed Wireless (2,4 GHz) e Bluetooth funcionando ao mesmo tempo
  • Compatibilidade: PC, celular, consoles e portáteis
  • Bateria: até 70 horas
  • Peso: 285 g, com design dobrável

Conexão 2,4 GHz e Bluetooth ao mesmo tempo

O destaque do Barracuda V2 Pro é a conectividade. A tecnologia Razer HyperSpeed Wireless usa um dongle de 2,4 GHz para entregar áudio de baixa latência, que a Razer diz ser até duas vezes mais rápido que o Bluetooth LE, com som e chat de voz sincronizados no PC, no celular, no console e em portáteis.

Como as duas conexões funcionam simultaneamente, dá para jogar no computador pelo dongle e, ao mesmo tempo, atender uma ligação ou ouvir música do celular via Bluetooth, sem sair da partida. Um botão SmartSwitch no próprio fone alterna entre os modos em poucos segundos.

THX Spatial Audio+ com canais de altura

Os drivers TriForce Bio-Cellulose de 40 mm, que a Razer já usa em outros headsets da linha, prometem agudos nítidos, médios claros e graves profundos sem distorção.

Componentes do driver Razer TriForce Bio-Cellulose de 40 mm do Barracuda V2 Pro
Fonte/Reprodução: Razer

Conectado a um PC, o headset habilita o THX Spatial Audio+ com som surround virtual 7.1.4. Os quatro canais superiores posicionam os sons também acima do jogador, e não só ao redor dele, o que deixa o campo sonoro mais preciso. A mesma tecnologia de áudio espacial da THX aparece em outros lançamentos recentes da marca, como o Razer Clio X.

Já o cancelamento ativo de ruído híbrido combina microfones externos e internos para abafar o barulho de casa, do transporte público ou de outros ambientes movimentados.

Dois tipos de microfone e redução de ruído por IA

O sistema de microfone Dual-Mode se adapta ao uso. Em casa, o microfone boom removível garante mais clareza de voz para jogar no PC e conversar com o squad. Na rua, os microfones internos com formação de feixe assumem a função, e o jogador pode deixar o boom guardado.

Nos dois casos, a redução de ruído por inteligência artificial filtra os sons de fundo para que a voz chegue limpa a quem está do outro lado.

285 g, dobrável e 70 horas de bateria

Com 285 g, o Barracuda V2 Pro tem estrutura leve e design dobrável e plano, fácil de levar na mochila. O fone também tem um compartimento para guardar o dongle sem fio, para ele não se perder em viagens.

Mulher usando o headset Razer Barracuda V2 Pro sem o microfone boom enquanto trabalha no notebook em um café
Fonte/Reprodução: Razer

As almofadas macias e a faixa de cabeça acolchoada foram pensadas para longas sessões de jogo, chamadas e filmes. Segundo a Razer, a bateria de até 70 horas aguenta vários dias de uso sem recarga.

O que diz a Razer

Os gamers querem um único headset que acompanhe toda a rotina, e o Barracuda V2 Pro é a nossa resposta.

Barrie Ooi, head da divisão de PC Gaming da Razer

Segundo o executivo, o modelo reúne o áudio gamer da marca, o ANC híbrido, os microfones Dual-Mode e a bateria para o dia todo para acompanhar o jogador do setup ao mobile gaming.

Preço e lançamento no Brasil

A Razer ainda não divulgou o preço sugerido nem a previsão de chegada do Barracuda V2 Pro ao Brasil. Mais detalhes estão na página oficial do produto. Assim que houver novidades, esta matéria será atualizada.

Se você está escolhendo um fone novo para o seu setup, confira também a nossa lista com os melhores headsets gamer e veja o Razer Base Station V3 Chroma, suporte de headset da marca que ativa o setup quando você tira o fone.

Ace Combat 8 Wings of Theve Review — lindo e digno de sequência!

Ace Combat 8: Wings of Theve Review — lindo e digno de sequência!

A franquia Ace combat tinha ficado por um tempo em uma pausa, o ultimo jogo saiu apenas em 2019, desde então fazem 7 anos que não tinha saído nada, porém durante a The Game Awards de 2025 um novo jogo da franquia finalmente iria sair do papel e cá estamos, confira o que eu achei depois de ter jogado Ace Combat 8: Wings of Theve, está será nossa review completa do jogo conforma e minha experiencia.

Um aviso importante, essa será uma review de alguém não está muito familiarizado com a franquia Ace Combat, então é de alguém mais novo na saga, que isso fique claro durante a minha análise que contém apenas a minha experiencia.

Agradecemos imensamente a Bandai Namco pelo envio da Key para essa review fosse possível, agradecemos pelo apoio e confiança.

Visuais absurdamente lindos

Posso dizer isso com certa tranquilidade, mas Ace Combat 8: Wings of Theve tem um dos melhores visuais da geração, ao lado de grandes títulos como Alan Wake 2, Death Stranding 2 e Final Fantasy XVI. A Engine usada aqui é alto calibre, isso podemos ter certeza.

Era algo de se esperar afinal a franquia Ace Combat já foi referência em gráficos e continua fazendo jus ao seu legado de anos com essa nova entrada da saga. As nuvens tem um efeito bem realista ao entrar em contato com o jato com efeitos de gameplay como a refrigeração do motor que pode afetar a sua jogabilidade.

Visuais absurdamente lindos
Fonte/Reprodução: Bandai Namco – Ace Combat 8: Wings of Theve

Sem contar os visuais dos personagens que são muito bem feitos, desde o mais básico até os que tiveram um foco, principalmente a Tasha que até se tornou um símbolo que chama atenção de novos jogares pela sua linda aparência e personalidade forte, parecendo bem aquelas waifus de animes que assim como lá tem o mesmo efeito aqui.

Em quesitos visuais você pode ficar tranquilo, é algo que vai além do que já estamos acostumados e também entrega algo a altura do que a franquia já pedia.

Historia contida porém muito boa

A historia nunca foi o foco da franquia Ace Combat porém ela sempre foi muito bem feita, aqui em Ace Combat 8: Wings of Theve não seria diferente, ela segue os moldes sendo um enredo bem construído com diálogos muito bons que não necessariamente é o foco mas que traz um aprofundamento a mais para as questões que ele aborda sobre guerra e sobrevivencia.

Dito isso, mesmo que muitos jogadores vão direto pro modo multiplayer eu aconselho que tente zerar a campanha que pode ser bem interessando para você caso já tenha interesse nesses tipos de jogos com um enredo mais interessante.

Gameplay absurda

Se você curtia jogar com o jatos em Battlefield ou GTA V então aqui será um espaço para seu parquinho de diversão, claro que em Ace Combat 8: Wings of Theve é bem mais complexo em gameplay mas é algo que você vai sentir uma pequena familiaridade e com certeza vai pegar o gosto.

Ele tem um modo mais simples de gameplay que foi o que eu escolhei jogar por um bom tempo pois como já falei antes, eu sou praticamente um novato na franquia, para então partir para o modo mais complexo e com certeza valeu a pena, é tão divertido quando aqueles momentos de gameplay do Battlefield e GTA.

Ace Combat 8: Wings of Theve honra em sua gameplay divertida e bem completa para quem já é fã da franquia é quase como uma carta de amor, então pode ficar tranquilo caso você já seja um veterano na saga.

Bugs e perfomance

Aqui foi um caso quase que milagroso, em toda a minha gameplay não vi nem mesmo 1 bug sequer, algo muito raro em qualquer jogo atual, justamente pois hoje a complexidade de criar um jogo é muito maior que antes e mesmo assim não vi qualquer bug, ou seja, aqui a equipe da Bandai fez milagre mesmo.

De perfomance eu tive leves problemas, joguei ele por completo no Playstation 5 base e tive alguns gargalos de de queda de FPS durante alguns vezes mas nada realmente complicado, é algo que ficou por segundos e depois saia, ou seja, pode ficar tranquilo que isso a equipe deve resolver com alguns patches simples.

Veredito de Ace Combat 8: Wings of Theve

Ace Combat 8: Wings of Theve é de longe um dos melhores jogos de 2026, uma carta de amor aos que já são fãs da franquia, mas também pode ser uma ótima porta de entrada para quem quiser entrar no mundo da saga, principalmente se você já é apto para o estilo de gameplay e proposta do jogo.

Veredito de Ace Combat 8 Wings of Theve
Fonte/Reprodução: Bandai Namco – Ace Combat 8: Wings of Theve

Com toda certeza Ace Combat 8: Wings of Theve vale a pena e se quer jogar pode ir a vontade que você terá boas horas de gameplay tranquilo.

Novamente agradecemos a Bandai Namco pelo envio da key do jogo para que essa review fosse possível, agradecemos pelo apoio e confiança.

Stranger Than Heaven Preview Jogamos! O que achamos o jogo

Stranger Than Heaven Preview: Jogamos! O que achamos o jogo?

A SEGA veio muito forte nessa BGS 2026, trazendo diversos jogos durante o evento, sendo eles, Stranger Than Heaven preview, Alien Isolation 2, Persona 4 Revival e Crazy Taxi, algo bem impressionante para o evento que acabou lotando as sessões de teste bem rápido. Nós da JogosZ conseguimos fazer essa Stranger Than Heaven preview graças a ajuda da equipe da SEGA, agradecemos profundamente.

Confira o que achamos do próximo grande titulo da Ryu Ga Gotoku Studios que deve ser um grande sucesso de 2027 com toda certeza, veja abaixo o que achamos do game!

Stranger Than Heaven Preview

Dez minutos, duas derrotas e uma vontade enorme de continuar jogando. Essa foi minha experiência com Stranger Than Heaven durante a BGS 2026.

Stranger Than Heaven Preview
Fonte/Reprodução: SEGA

Começo da demonstração

A demonstração começa em uma rua movimentada, onde é possível interagir com diversos NPCs, ainda que de maneira relativamente simples. Seguindo pelo cenário, chegamos a uma ponte, onde um personagem de aparência intimidadora, com vestimentas tradicionais e uma grande tatuagem que se estende pelas costas e braços, nos aguarda para um confronto.

Foi nesse momento que o jogo realmente conquistou minha atenção.

Ambientação e visuais

Visualmente, Stranger Than Heaven não apresenta nada particularmente surpreendente, mas entrega uma experiência bastante agradável. Os cenários são bem construídos, com texturas bem aplicadas e um nível de detalhamento que contribui para a ambientação.

No geral, a apresentação gráfica é limpa e consistente. Não é um jogo que impressiona necessariamente pelo visual, mas demonstra um cuidado técnico que cumpre muito bem seu papel, sem comprometer a imersão durante a experiência.

Sistema de combate e jogabilidade

Escolhi experimentar a demo na dificuldade mais alta, justamente para entender o quanto o sistema de combate poderia me desafiar. E não demorou para descobrir.

A jogabilidade é bastante fluida, com esquivas, contra-ataques e parries que exigem atenção aos movimentos do adversário. Não basta simplesmente atacar sem pensar: é necessário encontrar aberturas, saber a hora de recuar e escolher bem seus movimentos.

Armas e itens

A possibilidade de alternar entre diferentes armas e utilizar itens durante o confronto também amplia as opções de abordagem, tornando a batalha ainda mais interessante.

Mesmo após morrer duas vezes, não senti frustração com a experiência. Pelo contrário, o desafio acabou sendo um dos aspectos mais divertidos da demonstração.

O que achamos de Stranger Than Heaven até agora!

Dez minutos certamente não são suficientes para avaliar tudo o que Stranger Than Heaven tem a oferecer, especialmente sua narrativa. Mas foram suficientes para despertar minha curiosidade.

Saí da demonstração não apenas querendo vencer aquela luta, mas querendo descobrir o que mais esse universo tem para oferecer.

Final Fantasy VII Revelation Preview jogamos! O que achamos do jogo

Final Fantasy VII Revelation Preview: jogamos! O que achamos do jogo?

Quando a Square Enix anunciou que Final Fantasy VII Revelation preview e Final Fantasy Resonance estariam disponíveis para teste na BGS 2026 foi uma grande vitória para quem já é fã da franquia, afinal já fazia tempo desde que isso acontecia em um evento no Brasil com um certo tempo de antecedência.

Então nós da JogosZ tivemos a honra de cobrir o evento da BGS 2026 e também conseguimos pegar uma sessão teste para o jogo e podemos ver o que a terceira parte do Remake de Final Fantasy VII nos espera e já podemos antecipar que é mais uma vez um forte concorrente ao GOTY de 2027, o hype só aumenta a cada dia e vamos indo ao que interessa.

Agradecemos a Square Enix Latam por essa oportunidade de conseguir testar Final Fantasy VII Revelation no evento, segue abaixo nossas impressões, nós testamos o jogo no Playstation 5 base.

Linda direção de arte de Final Fantasy VII Revelation

Minha experiência com a franquia Final Fantasy é relativamente limitada, então experimentar Final Fantasy VII Revelation durante a BGS 2026 foi uma oportunidade de conhecer o jogo por uma perspectiva menos familiarizada com a série.

Logo nos primeiros minutos, o que mais me chamou a atenção foi a direção de arte. A estética fortemente inspirada em anime, combinada com os modelos tridimensionais, texturas e riqueza de detalhes dos cenários, cria uma identidade visual muito agradável. É um daqueles jogos em que observar os pequenos elementos do ambiente também faz parte da experiência.

Movimentação e combate

A movimentação de Final Fantasy VII Revelation me pareceu um pouco pesada, particularmente para o meu gosto, mas nada que comprometesse significativamente a jogabilidade.

Já o combate foi um dos pontos mais interessantes da demonstração. A possibilidade de alternar estilos de luta traz dinamismo e permite adaptar a abordagem durante os confrontos. O novo sistema FITS acrescenta outra camada de possibilidades, enquanto Cid e Vincent apresentam características próprias que ajudam a diversificar a experiência.

Vicent e Cid estão incríveis!

Vicent e Cid não estavam disponíveis para jogar nas partes anteriores do Remake, porém agora no Revelation eles vão completar a Party e vão adicionar a mecânica de FITS neles que seriam o mesmo que o sistema de Jobs, então já será algo familiar.

Vicent e Cid estão incríveis!
Fonte/Reprodução: Square Enix

Cid é um Dragoon, ou seja, usa uma lança e ataques de longa distância onde o usuário costuma usar muitos pulos e saltos absurdos durante o combo, algo que já era de esperar e aqui está bem bonito e fluido no combate, o que deixa ainda mais divertido.

Vicent é um atirador assim como no original, ele tem sua forma transformada que aumenta o dano e diminiu sua mobilidade também, o sistema de FITS altera seu moveset e também adiciona skills, no caso do Vicent é possivel colocar o FITS de summoner e combinar ataques do Ifrit e o Vincent na forma transformada, o que deixa tudo mais legal de ver.

Final Fantasy VII Revelation preview: o que achamos de no geral?

Embora cinco minutos sejam insuficientes para avaliar a profundidade dessas mecânicas, a demonstração deixou uma impressão positiva, especialmente pela direção artística e pelas possibilidades oferecidas pelo combate. Para alguém que pouco explorou o universo de Final Fantasy, Revelation conseguiu chamar minha atenção.

Melhores Gachas os 10 melhores jogos gacha para jogar em 2026

Melhores Gachas: os 10 melhores jogos gacha para jogar em 2026

Se você procura os melhores gachas para jogar agora, chegou ao lugar certo. O gênero cresce a cada ano, com mundos abertos gigantes, RPGs por turnos e jogos de ação cheios de personagens carismáticos. Isso também torna a escolha difícil: qual vale o seu tempo?

Neste guia, reunimos os melhores jogos gacha do momento, com o que cada um oferece, para quem ele é indicado e o que você precisa saber antes de começar.

O que é um jogo gacha?

Gacha é o nome dado aos jogos que usam um sistema de sorteio para entregar personagens, armas ou itens, inspirado nas máquinas de cápsulas japonesas (as gashapon). Você gasta uma moeda do jogo, que pode ser conquistada jogando ou comprada com dinheiro real, e recebe um prêmio aleatório, com chances diferentes para cada raridade.

A maioria dos jogos gacha é gratuita para baixar e jogar (free-to-play) e está disponível em celular, PC e, em alguns casos, console. O ponto central é que você pode se divertir muito sem gastar nada, desde que escolha bem o jogo e conheça as regras do sorteio.

Como escolhemos os melhores jogos gacha

Para montar esta lista de melhores gachas, avaliamos critérios que fazem diferença na prática:

  • Qualidade da jogabilidade: combate, exploração e variedade de conteúdo.
  • Generosidade: quantas moedas gratuitas o jogo oferece para quem não gasta.
  • Sistema de garantia (pity): se há um limite de tentativas até um item raro.
  • História e personagens: o enredo e o carisma do elenco.
  • Plataformas disponíveis: celular, PC ou console.
  • Atualizações: frequência de conteúdo novo e suporte da desenvolvedora.

Os 10 melhores jogos gacha

1. Genshin Impact

Lançado em 2020 pela HoYoverse, Genshin Impact é o jogo que popularizou o gênero no Ocidente. É um RPG de ação em mundo aberto, com exploração inspirada em Zelda: Breath of the Wild, combate baseado em elementos e uma história dividida em regiões inspiradas em culturas reais.

Genshin Impact
Fonte/Reprodução: Mihoyo
  • Ideal para: quem gosta de explorar e de jogar sem pressa.
  • Plataformas: PC, celular e PlayStation.
  • Ponto forte: muito conteúdo gratuito e eventos frequentes.

2. Honkai: Star Rail

Também da HoYoverse, Honkai: Star Rail troca o mundo aberto por um RPG de combate em turnos, com visual de ficção científica e narrativa bem escrita. É uma ótima porta de entrada para quem prefere batalhas estratégicas.

  • Ideal para: fãs de JRPG e de histórias com bom roteiro.
  • Plataformas: PC e celular.
  • Ponto forte: combate acessível e personagens marcantes.

3. Wuthering Waves

Da Kuro Games, Wuthering Waves é um RPG de ação em mundo aberto com combate rápido, esquivas e combos fluidos. Muita gente o considera uma das alternativas mais fortes a Genshin Impact para quem quer ação mais intensa.

  • Ideal para: jogadores que querem combate dinâmico.
  • Plataformas: PC e celular.
  • Ponto forte: sistema de combate e trilha sonora.

4. Zenless Zone Zero

Mais um título da HoYoverse, Zenless Zone Zero aposta em ação urbana, estilo visual marcante e combate veloz em ambiente moderno. É uma boa escolha para quem quer algo diferente da fantasia clássica.

Zenless Zone Zero
Fonte/Reprodução: Mihoyo
  • Ideal para: quem curte estilo, ritmo e combos.
  • Plataformas: PC, celular e PlayStation.
  • Ponto forte: identidade visual e música.

5. Blue Archive

Blue Archive mistura RPG tático, visual novel e muita personalidade. Suas histórias de escola e amizade conquistaram uma comunidade fiel, e o jogo é conhecido por ser relativamente leve de jogar no dia a dia.

  • Ideal para: quem gosta de narrativa e de partidas rápidas.
  • Plataformas: celular e PC.
  • Ponto forte: personagens carismáticos e rotina tranquila.

6. Arknights

Se você gosta de estratégia, Arknights é um tower defense com RPG, onde posicionar bem os operadores faz toda a diferença. É um dos jogos gacha mais respeitados por quem quer pensar antes de agir.

  • Ideal para: fãs de estratégia e planejamento.
  • Plataformas: celular e PC.
  • Ponto forte: profundidade tática e ótima trilha sonora.

7. Fate/Grand Order

Baseado na franquia Fate, Fate/Grand Order (FGO) tem uma das histórias mais longas e elogiadas entre os gachas. É um RPG por turnos com enorme elenco de personagens históricos e mitológicos.

  • Ideal para: quem gosta de narrativa extensa e referências históricas.
  • Plataformas: celular.
  • Ponto forte: roteiro e quantidade de conteúdo.

8. Pokémon TCG Pocket

Entre os melhores jogos gacha para quem quer algo casual, Pokémon TCG Pocket traz o card game em versão digital e prática. Abrir pacotes e montar baralhos é simples, rápido e bem integrado ao universo Pokémon.

  • Ideal para: colecionadores e jogadores casuais.
  • Plataformas: celular.
  • Ponto forte: facilidade para começar e partidas curtas.

9. Goddess of Victory: Nikke

Goddess of Victory: Nikke combina tiro em terceira pessoa com RPG, personagens detalhados e visual de alta qualidade. A proposta é diferente da maioria dos concorrentes.

  • Ideal para: quem quer um gacha com ação e tiro.
  • Plataformas: celular e PC.
  • Ponto forte: gráficos e apresentação.

10. Epic Seven

Epic Seven é um clássico do gênero, com combate por turnos, arte 2D marcante e uma comunidade ativa. É muito indicado para quem gosta de montar equipes e testar combinações.

  • Ideal para: fãs de RPG por turnos e builds.
  • Plataformas: celular e PC.
  • Ponto forte: visual e sistema de combate.

Comparativo rápido: qual gacha escolher?

Se você quer…Escolha
Mundo aberto e exploraçãoGenshin Impact ou Wuthering Waves
Combate por turnosHonkai: Star Rail ou Epic Seven
Ação rápida e estiloZenless Zone Zero
EstratégiaArknights
Algo casual e levePokémon TCG Pocket ou Blue Archive
História longaFate/Grand Order

Dicas para jogar gacha sem se arrepender

Escolher entre os melhores gachas é só o começo. Algumas boas práticas ajudam a aproveitar muito mais:

  1. Conheça as taxas de drop. Os jogos informam as chances de cada raridade, então leia antes de gastar.
  2. Entenda o sistema de garantia. Boa parte dos jogos tem um limite de tentativas até um item raro. Saber disso evita desperdício.
  3. Guarde suas moedas gratuitas. Em vez de gastar tudo de imediato, espere um personagem que você realmente queira.
  4. Defina um orçamento. Se decidir gastar dinheiro real, estabeleça um limite mensal e respeite-o.
  5. Jogue pelo que você gosta. O melhor gacha é aquele que é divertido mesmo sem os personagens mais fortes.
  6. Não persiga todos os lançamentos. Dar atenção a poucos jogos rende mais do que tentar acompanhar todos.

Perguntas frequentes sobre jogos gacha

Quais são os melhores gachas para iniciantes?
Genshin Impact, Honkai: Star Rail e Pokémon TCG Pocket são ótimas portas de entrada, com tutoriais claros e boa generosidade para quem começa.

É possível jogar gacha sem gastar dinheiro?
Sim. Os principais jogos permitem avançar com moedas gratuitas obtidas por missões, eventos e exploração. Gastar é opcional.

Qual é o melhor jogo gacha para celular?
Depende do seu gosto. Blue Archive, Arknights e Pokémon TCG Pocket funcionam muito bem em aparelhos mais simples, enquanto Genshin Impact e Wuthering Waves pedem celulares mais potentes.

Existe gacha para PC?
Vários. Genshin Impact, Honkai: Star Rail, Wuthering Waves e Zenless Zone Zero têm versão para PC.

Gacha vicia?
O sistema de sorteio pode estimular o gasto impulsivo. Por isso, definir limites de tempo e de dinheiro é essencial.

Os melhores jogos gacha de hoje oferecem experiências para todos os gostos: exploração em mundo aberto, estratégia refinada, combate por turnos ou partidas casuais. Se você quer um ponto de partida seguro, Genshin Impact e Honkai: Star Rail são ótimas apostas. Para quem busca ação mais intensa, vale conhecer Wuthering Waves e Zenless Zone Zero.

Quer saber sobre guias de personagem e ajuda para builds de qualquer jogo gacha? Então veja o site Rackoon! Eles são nossos parceiros e fazem um ótimo trabalho nesses guias.

O mais importante é escolher o jogo que combina com seu estilo, jogar com consciência e se divertir. Qual desses melhores gachas você vai experimentar primeiro? Conte nos comentários!

Razer Wolverine V4 novo controle para Xbox e PC chega com sensores capacitivos e polling de 8.000 Hz

Razer Wolverine V4: novo controle para Xbox e PC chega com sensores capacitivos e polling de 8.000 Hz

A Razer anunciou nesta terça-feira (6) a linha Wolverine V4, formada pelo Wolverine V4 Pro (sem fio) e pelo Wolverine V4 Tournament Edition (com fio). Os controles foram desenvolvidos para jogadores competitivos de Xbox e PC e trazem sensores capacitivos nos analógicos, resistentes a drift, e taxa de polling de até 8.000 Hz. Ainda não há previsão de lançamento no Brasil.

O que muda no Razer Wolverine V4

A nova geração aposta em precisão e velocidade. Os dois modelos usam sensores capacitivos de alta resolução nos analógicos, que a empresa descreve como a evolução da tecnologia de sensores sem contato. Segundo a Razer, eles oferecem mais resolução, eficiência energética e resistência à interferência magnética que os sensores TMR e Hall Effect, sem abrir mão da resistência a drift.

O que muda no Razer Wolverine V4
Fonte/Reprodução: Razer

Combinados a um chip ADC de 16 bits, os sensores registram cerca de 3.000 níveis de movimento. Na prática, a promessa é de rastreamento mais suave, menos jitter e mais precisão em jogos de tiro.

Polling de 8.000 Hz e resposta abaixo de 1 ms

O Wolverine V4 funciona assim em cada plataforma:

  • Xbox Series X|S: polling de até 250 Hz;
  • PC: até 8.000 Hz, tanto no modo com fio quanto no sem fio.

A Razer afirma que isso permite registrar a posição até 32 vezes mais rápido que controles convencionais e até 8 vezes mais rápido que controles de esports de entrada. A linha também tem o menor tempo de resposta já oferecido pela empresa, abaixo de 1 ms.

Botões traseiros magnéticos e gatilhos ajustáveis

O Wolverine V4 Pro traz um sistema magnético que permite trocar em segundos quatro botões traseiros removíveis e dois bumpers para pegada em garra. Os jogadores podem combinar de uma a quatro teclas traseiras, o que facilita recarregar, usar equipamentos ou deslizar sem tirar os polegares dos analógicos.

Os gatilhos Razer Pro HyperTriggers oferecem dois comportamentos em um só controle, alternados por uma trava na parte traseira:

  • Acionamento quase instantâneo, indicado para disparos rápidos em FPS;
  • Curso analógico completo, indicado para simuladores de corrida.

Pelo software Razer Synapse, o ponto de acionamento pode ser definido entre 1,3 mm e 8,2 mm.

Personalização e ergonomia

Os botões frontais são reforçados em PBT, com mecanismo mecha-tátil, e o D-pad flutuante tem 8 direções. As empunhaduras laterais são texturizadas em TPU, pensadas para sessões longas de jogo.

Na personalização, o controle permite:

  • Criar quatro perfis com comandos e sensibilidade próprios;
  • Remapear seis botões multifuncionais;
  • Ajustar a zona morta entre 0% e 15%;
  • Escolher entre seis opções de caps para os analógicos (côncavos curtos, convexos curtos ou côncavos altos);
  • Trocar ou remover a face magnética do Wolverine V4 Pro sem ferramentas.

Recursos como conectividade sem fio, face removível, botões traseiros removíveis e analógicos removíveis são exclusivos do Wolverine V4 Pro.

O que dizem Razer e jogadores

“A linha Wolverine V4 é o resultado disso: precisão de alta resolução, resposta ultrarrápida e personalização para que cada jogador possa adaptar o controle ao seu estilo”, afirmou Jeffrey Chau, Head Global de Esports da Razer.

LastShot, campeão mundial de Halo de 2025 pela Shopify Rebellion, também comentou: “Esse controle chega muito perto da perfeição — ele leva tudo o que eu adorava no Wolverine V3 para outro nível”.

Preço e lançamento no Brasil

A Razer não divulgou preço sugerido nem data de chegada da linha Wolverine V4 ao mercado brasileiro. Assim que houver novidades, esta matéria será atualizada.

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