GTA 6 na Netflix bate recorde com 31,1 milhões de views

GTA 6 na Netflix bate recorde com 31,1 milhões de views

GTA 6 na Netflix se tornou o assunto mais comentado da semana no mundo dos games. O especial “Grand Theft Auto VI: An Extended Look”, exibido com exclusividade pela plataforma, ultrapassou a marca de 31,1 milhões de visualizações entre a quinta-feira, 27 de agosto, e o domingo, 30 de agosto de 2026, e liderou a lista de filmes em língua inglesa do serviço em 87 dos 93 países monitorados globalmente.

O que a Netflix revelou sobre o vídeo de GTA 6

A empresa confirmou oficialmente os números de audiência do especial de 27 minutos dedicado ao jogo, produzido pela Rockstar Games em parceria com a Take-Two Interactive. Segundo a plataforma, o conteúdo foi contabilizado como “filme em língua inglesa” e somou 31,1 milhões de visualizações no formato CVE (Completed View Equivalent, ou equivalente de visualização completa), métrica própria da Netflix que divide o total de horas assistidas pela duração do vídeo.

O que a Netflix revelou sobre o vídeo de GTA 6
Fonte/Reprodução: Rockstar games – GTA 6 na Netflix

O material foi gravado inteiramente com imagens do jogo rodando em PlayStation 5 e apresenta os protagonistas Jason e Lucia em cenas cinematográficas e de jogabilidade pela cidade fictícia de Vice City. Trata-se do olhar mais longo já divulgado sobre GTA 6 até hoje, superando os dois trailers lançados nos últimos três anos.

Como os números de GTA 6 na Netflix se comparam a outros títulos

O desempenho do especial deixou para trás toda a concorrência da semana, tanto entre filmes quanto entre séries e documentários do catálogo. A tabela abaixo resume o ranking divulgado pela própria empresa para o período de 27 a 30 de agosto de 2026.

PosiçãoTítuloCategoriaVisualizações
Grand Theft Auto VI: An Extended LookFilme (língua inglesa)31,1 milhões
The Whisper ManFilme (língua inglesa)23,2 milhões
1º (TV)Death of the Pastor’s WifeDocumentário19 milhões
2º (TV)Beauty in Black (3ª temporada)Série13 milhões

Vale notar que, apesar de ter menos horas assistidas no total do que “The Whisper Man” (já que o especial de GTA 6 dura apenas 27 minutos, contra o formato de longa-metragem do filme), o volume de contas que assistiram ao vídeo foi o que garantiu a liderança isolada no ranking.

GTA 6 na Netflix também superou o YouTube em audiência

Outro dado que chamou atenção foi a comparação direta com o YouTube. A Rockstar Games publicou o mesmo vídeo em seu canal oficial na plataforma de vídeos às 21h (horário de Brasília ajustado ao fuso ET) do mesmo dia da estreia, seis horas após o lançamento exclusivo na Netflix. Até a publicação desta matéria, o upload do YouTube somava cerca de 17 milhões de visualizações, bem abaixo do total contabilizado pelo serviço de streaming no mesmo período.

É importante destacar que as duas plataformas usam metodologias diferentes para contar visualizações, o que torna a comparação direta apenas ilustrativa. Ainda assim, o resultado reforça a força do especial de GTA 6 como uma estreia inédita para o setor de games dentro do catálogo da Netflix.

Quando GTA VI será lançado

Depois do sucesso do especial exibido na plataforma, a expectativa dos fãs agora se volta para o lançamento oficial do jogo. Grand Theft Auto VI chega para PlayStation 5 e Xbox Series X|S no dia 19 de novembro de 2026, conforme confirmado pela Rockstar Games. Até o momento, não há data de lançamento anunciada para PC.

A repercussão do vídeo exibido na Netflix reforça o tamanho da expectativa em torno do game, que já havia quebrado recordes de audiência no YouTube em divulgações anteriores. Com a proximidade da data de lançamento, é provável que a Rockstar Games e a Netflix ampliem a parceria com novos conteúdos ligados ao título.

Perguntas frequentes sobre o vídeo de GTA VI na Netflix

Reunimos abaixo as principais dúvidas dos fãs sobre a exibição do especial e o desempenho do vídeo nos primeiros dias.

Quantas visualizações o vídeo de GTA 6 na Netflix alcançou?
O especial “Grand Theft Auto VI: An Extended Look” somou 31,1 milhões de visualizações entre 27 e 30 de agosto de 2026, segundo dados oficiais da Netflix.

Em quantos países o especial de GTA VI ficou em primeiro lugar na Netflix?
O vídeo liderou a lista de filmes em língua inglesa da Netflix em 87 dos 93 países monitorados pela plataforma.

O vídeo de GTA 6 na Netflix teve mais visualizações que no YouTube?
Sim. Enquanto a Netflix registrou 31,1 milhões de visualizações, o upload oficial da Rockstar Games no YouTube somava cerca de 17 milhões no mesmo período, ainda que as métricas das duas plataformas não sejam diretamente comparáveis.

Quando o jogo Grand Theft Auto VI será lançado?
A Rockstar Games confirmou o lançamento de GTA VI para 19 de novembro de 2026, nas plataformas PlayStation 5 e Xbox Series X|S.

Fonte: Variety, GameSpot e What’s on Netflix.

Songs of the Past tudo o que sabemos sobre a nova expansão de The Witcher 3

Songs of the Past: tudo o que sabemos sobre a nova expansão de The Witcher 3

Mais de uma década depois do lançamento de The Witcher 3: Wild Hunt, a CD Projekt Red confirmou o que parecia impossível: Geralt de Rívia está de volta. Songs of the Past é a terceira expansão do aclamado RPG e chega em 2027 para PC, PlayStation 5, Xbox Series X|S e Nintendo Switch 2. Neste guia, reunimos todas as informações oficiais sobre Songs of the Past: data de lançamento, a nova região de Letten, a arma inédita de Geralt, o remaster gratuito do jogo base e o que esperar até a estreia.

O que é Songs of the Past, a nova expansão de The Witcher 3?

Songs of the Past é a terceira expansão de The Witcher 3: Wild Hunt, anunciada oficialmente pela CD Projekt Red em 27 de maio de 2026 e revelada em detalhes na gamescom Opening Night Live, em agosto. Trata-se de uma aventura inédita com Geralt de Rívia como protagonista, codesenvolvida pela Fool’s Theory, estúdio polonês formado por veteranos que trabalharam no próprio The Witcher 3.

A escala não é modesta. A CD Projekt Red compara o tamanho de Songs of the Past ao de Blood and Wine e de Phantom Liberty, de Cyberpunk 2077, ou seja, uma expansão de porte completo, com nova região, novas missões principais e secundárias, novos inimigos e novos pontos de interesse. Doug Cockle, voz clássica de Geralt em inglês, retorna ao papel.

Quando Songs of the Past será lançada?

Songs of the Past tem lançamento confirmado para 2027, ainda sem dia ou mês definidos. A expansão já pode ser adicionada à lista de desejos nas principais lojas digitais, o que costuma ser um bom termômetro de proximidade da campanha de marketing.

Enquanto a data exata não sai, a CD Projekt Red mantém o ritmo de apresentações. Durante a gamescom 2026, o estúdio realizou uma série de transmissões REDstreams detalhando a expansão, e visitantes do evento puderam testar Songs of the Past no estande da empresa.

Em quais plataformas Songs of the Past estará disponível?

A expansão foi confirmada para as plataformas da geração atual, deixando os consoles antigos oficialmente para trás. Confira a lista completa abaixo.

  • PC (incluindo Steam, GOG e, agora, Battle.net)
  • PlayStation 5
  • Xbox Series X|S
  • Nintendo Switch 2

Vale destacar que PS4, Xbox One e o primeiro Nintendo Switch ficam de fora. A chegada ao Nintendo Switch 2 foi uma das surpresas da gamescom, junto do anúncio de uma parceria entre a CD Projekt Red e a Blizzard que leva The Witcher 3 também à Battle.net.

Letten: a nova região de Songs of the Past

O grande destaque da revelação na gamescom foi Letten, a região inédita que Geralt vai explorar em Songs of the Past. Segundo a CD Projekt Red, Letten é uma terra idílica, rica em tradições rurais e folclore, onde o povo vive de colheitas fartas e festivais exuberantes. Mas, como todo bom cenário de The Witcher, um segredo sombrio se esconde sob a superfície, e um mal adormecido há muito tempo começa a despertar.

A história começa com um convite: Jaskier (Dandelion), o velho amigo bardo de Geralt, chama o bruxo até Letten, sua terra natal. O que parece um simples favor se transforma na investigação de um mistério sobrenatural. O trailer em CGI exibido na Opening Night Live mostra um festival de clima bucólico, mulheres dançando com coroas de flores e criaturas deformadas de aparência arbórea, num contraste que lembra o terror folclórico de filmes como Midsommar.

Corrente, mutagênios e novos inimigos: as novidades de gameplay

Songs of the Past não se limita a uma nova história. A expansão adiciona mecânicas inéditas ao combate de The Witcher 3, e a principal delas é uma arma nova: a corrente.

  • Corrente: nova arma de Geralt, capaz de puxar inimigos para perto e executar decapitações rápidas. Segundo Miles Tost, líder de level design da CD Projekt Red, a arma é uma referência à introdução do primeiro The Witcher, de 2007, e lembra a corrente usada por Ciri no material já divulgado de The Witcher 4.
  • Novos mutagênios: a expansão introduz mutagênios inéditos, ampliando as opções de build do bruxo.
  • Novos inimigos: entre as criaturas confirmadas estão um guerreiro mutante e monstros deformados com aparência de árvore, inimigos nunca vistos na série.
  • Novas missões e conteúdo: missões principais inéditas, conteúdo secundário e novos pontos de interesse espalhados por Letten.

Nas transmissões REDstreams da gamescom, os desenvolvedores confirmaram ainda que a expansão terá opções de romance e reencontros com velhos conhecidos de Geralt, além de decisões difíceis com consequências significativas, marca registrada da franquia.

The Witcher 3 Remastered: atualização gratuita chega antes da expansão

Junto da revelação de Songs of the Past, a CD Projekt Red anunciou The Witcher 3: Wild Hunt – Remastered, uma versão remasterizada do jogo base com lançamento marcado para 29 de setembro de 2026. A boa notícia é que o remaster será uma atualização gratuita para quem já possui The Witcher 3 no PC, PlayStation 5 e Xbox Series X|S.

The Witcher 3 Remastered atualização gratuita chega antes da expansão
Fonte/Reprodução: CD Projekt Red

O pacote de melhorias inclui aprimoramentos de visual, desempenho e gameplay. O remaster também marca a estreia do jogo em duas novas plataformas: uma versão nativa para Nintendo Switch 2 e a chegada à Battle.net, fruto da parceria inédita com a Blizzard Entertainment, ambas no mesmo dia 29 de setembro.

Outra surpresa anunciada na gamescom: todos os atuais donos de The Witcher 3 ganharam acesso gratuito às duas primeiras expansões, Hearts of Stone e Blood and Wine. Ou seja, quem tem apenas o jogo base agora pode colocar a história em dia sem gastar nada antes de Songs of the Past chegar.

Quanto custa The Witcher 3 no Brasil e qual será o preço da expansão?

O preço de Songs of the Past ainda não foi divulgado pela CD Projekt Red. O que já se sabe é que será uma expansão paga, diferente do remaster, que é gratuito para quem possui o jogo.

No Brasil, o anúncio do remaster mexeu com o valor do jogo base. The Witcher 3: Wild Hunt – Complete Edition, que reúne o jogo e as expansões Hearts of Stone e Blood and Wine, passou de R$ 129,99 para R$ 159,99 na Steam Brasil após a revelação da versão remasterizada. Na prática, quem compra agora já garante o upgrade gratuito para o remaster em setembro.

Vale lembrar que The Witcher 3 tem histórico de promoções agressivas na Steam, na PlayStation Store Brasil e na Microsoft Store, com descontos que frequentemente passam de 70%. Antes de comprar, vale conferir o preço atual diretamente na loja da sua plataforma.

Songs of the Past prepara o terreno para The Witcher 4

A nova expansão também cumpre um papel estratégico: manter a franquia aquecida enquanto The Witcher 4, protagonizado por Ciri, segue em desenvolvimento. A própria corrente de Geralt em Songs of the Past dialoga com a arma que Ciri usa no material já exibido do novo jogo, sugerindo pontes narrativas e mecânicas entre os dois projetos.

Não faltam motivos para a CD Projekt Red investir nesse retorno. The Witcher 3: Wild Hunt ultrapassou 60 milhões de cópias vendidas desde 2015 e acumula mais de 250 prêmios de Jogo do Ano, além de mais de mil premiações da indústria. Blood and Wine, lançada em 2016, parecia ter encerrado a jornada de Geralt de forma definitiva, e é justamente esse peso simbólico que torna Songs of the Past um dos lançamentos mais aguardados de 2027.

Perguntas frequentes sobre Songs of the Past

Reunimos abaixo as respostas rápidas para as principais dúvidas sobre a nova expansão de The Witcher 3.

Quando Songs of the Past será lançada?

A expansão chega em 2027, sem dia ou mês confirmados. Ela já pode ser adicionada à lista de desejos nas principais plataformas digitais.

Em quais plataformas a expansão estará disponível?

Songs of the Past chega ao PC, PlayStation 5, Xbox Series X|S e Nintendo Switch 2. PS4, Xbox One e o primeiro Switch ficam de fora.

Songs of the Past será gratuita?

Não. Será uma expansão paga, com preço ainda não divulgado. O que é gratuito é o remaster de The Witcher 3, que chega em 29 de setembro de 2026 como atualização para quem já possui o jogo.

O que é a região de Letten?

Letten é a nova área explorável da expansão e terra natal de Jaskier (Dandelion). É uma região idílica de tradições rurais e festivais que esconde um segredo sombrio e um mal adormecido.

Quem está desenvolvendo Songs of the Past?

A expansão é codesenvolvida pela CD Projekt Red e pela Fool’s Theory, estúdio formado por veteranos de The Witcher 3 que também trabalha no remake do primeiro The Witcher.

Com região inédita, arma nova e a promessa de uma aventura do porte de Blood and Wine, Songs of the Past marca a despedida definitiva (será?) de Geralt de Rívia. A JogosZ vai acompanhar cada novidade da expansão até o lançamento em 2027, então fique de olho para não perder nada.

LEGO Harry Potter Collection chega ao Nintendo Switch 2 em 16 de outubro

LEGO Harry Potter Collection chega ao Switch 2 em 16 outubro

LEGO Harry Potter Collection foi confirmado oficialmente para o Nintendo Switch 2 e chega ao console em 16 de outubro de 2026, por R$ 229,99 na Nintendo eShop. O anúncio foi feito nesta terça-feira (1º de setembro) pela Warner Bros. Games, pela TT Games e pelo Grupo LEGO durante o evento Back to Hogwarts, e a pré-venda de LEGO Harry Potter Collection já está disponível tanto em formato digital quanto físico.

O que é LEGO Harry Potter Collection

LEGO Harry Potter Collection é a coletânea que reúne os dois jogos mais vendidos da franquia mágica em blocos: LEGO Harry Potter: Anos 1 a 4 e LEGO Harry Potter: Anos 5 a 7. Juntos, os títulos cobrem os oito filmes da saga Harry Potter, do primeiro ano de Harry em Hogwarts até o confronto final contra Lorde Voldemort. Desenvolvida pela TT Games e publicada pela Warner Bros. Games, a versão de LEGO Harry Potter Collection para o Nintendo Switch 2 foi adaptada ao novo console pelos estúdios Double Eleven e Cast Iron Games.

O que é LEGO Harry Potter Collection
Fonte/Reprodução: Warner

Ao longo da campanha, os jogadores exploram cenários icônicos como o Castelo de Hogwarts, o Beco Diagonal e Hogsmeade, resolvem quebra-cabeças, preparam poções e dominam feitiços com o humor característico da marca LEGO. O arquivo digital de LEGO Harry Potter Collection ocupa 13,6 GB no Nintendo Switch 2 e tem suporte ao português do Brasil entre os idiomas disponíveis.

Preço de LEGO Harry Potter Collection no Brasil

No Brasil, LEGO Harry Potter custará R$ 229,99 na Nintendo eShop. O valor de LEGO Harry Potter Collection pode variar conforme a região, segundo o comunicado oficial da Warner Bros. Games, então vale a pena conferir o preço final diretamente na loja no momento da compra. A pré-venda de LEGO Harry Potter já está no ar desde o anúncio, feito durante o evento Back to Hogwarts.

Edição física e digital: o que muda

A versão de LEGO Harry Potter Collection para Nintendo Switch 2 sairá tanto em mídia física quanto digital. Na edição física, os dois jogos da coletânea vêm no mesmo cartão de acesso, o que facilita o transporte e a instalação. Um ponto de atenção para quem já tem LEGO Harry Potter Collection no Switch original: não há opção de upgrade gratuito para a versão de Switch 2, o que significa que dados salvos e DLCs comprados anteriormente não são transferidos automaticamente para a nova edição.

Todos os DLCs estão inclusos na coletânea

Uma das grandes vantagens de LEGO Harry Potter Collection é reunir, em um único pacote, todo o conteúdo adicional já lançado para os dois jogos. Confira o que vem incluso em LEGO Harry Potter:

  • Pacote de personagens: Godric Gryffindor, Harry (Baile de Natal), Helga Hufflepuff, Lockhart (Camisa de Força), Luna (Cabeça de Leão), Pirraça, Hermione (Vestido Rosa), Rony (Vampiro), Rowena Ravenclaw e Salazar Slytherin
  • Pacote de feitiços: Cantis, Densaugeo, Ducklifors, Melofors e Tentaclifors

Com esses pacotes, LEGO Harry Potter Collection entrega o conteúdo completo dos dois jogos originais sem a necessidade de compras adicionais separadas.

Os jogos que compõem a coletânea

LEGO Harry Potter: Anos 1 a 4 é baseado nos quatro primeiros filmes da saga: Harry Potter e a Pedra Filosofal, Harry Potter e a Câmara Secreta, Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban e Harry Potter e o Cálice de Fogo. Já LEGO Harry Potter: Anos 5 a 7 conduz os jogadores pelos quatro filmes finais: Harry Potter e a Ordem da Fênix, Harry Potter e o Enigma do Príncipe e Harry Potter e as Relíquias da Morte — Partes 1 e 2, encerrando a jornada de Harry em Hogwarts.

Perguntas frequentes sobre LEGO Harry Potter Collection

Quando LEGO Harry Potter Collection chega ao Nintendo Switch 2?

LEGO Harry Potter Collection chega ao Nintendo Switch 2 em 16 de outubro de 2026, em formato físico e digital.

Quanto custa LEGO Harry Potter Collection no Switch 2?

LEGO Harry Potter custa R$ 229,99 na Nintendo eShop brasileira, valor que pode variar conforme a região.

Quem já tem LEGO Harry Potter Collection no Switch original ganha upgrade grátis?

Não. A versão de Nintendo Switch 2 não oferece upgrade gratuito, e os dados salvos e DLCs da versão anterior não são transferidos.

Quais jogos fazem parte de LEGO Harry Potter?

A coletânea reúne LEGO Harry Potter: Anos 1 a 4 e LEGO Harry Potter: Anos 5 a 7, além de todos os DLCs de personagens e feitiços já lançados.


Fonte: Warner Bros. Games, TT Games e Grupo LEGO (comunicado oficial de 1º de setembro de 2026)

PEB e Login House eXP promovem watch party do VCT Americas em São Paulo neste domingo (6)

PEB e Login House eXP promovem watch party do VCT Americas em São Paulo neste domingo (6)

A watch party do VCT Americas Stage 2 acontece neste domingo (6), das 13h às 22h, na Login House eXP, na Vila Madalena, em São Paulo. O evento é organizado pelo Prêmio eSports Brasil (PEB) em parceria com a casa gamer e reúne transmissão da grande final de VALORANT em telão, desafio de console, torneio presencial e distribuição de brindes para o público que chegar primeiro.

Onde e quando assistir à watch party do VCT Americas em São Paulo

A grande final do VCT Americas Stage 2 é disputada neste domingo, dia 6 de setembro, e marca a primeira vez que a decisão da liga deixa Los Angeles e passa a ser realizada em São Paulo. Para acompanhar o momento com a comunidade brasileira de VALORANT, o PEB e a Login House eXP organizam uma watch party aberta ao público, com capacidade para até 250 pessoas simultâneas e 100 lugares sentados.

EventoWatch party da final do VCT Americas Stage 2
DataDomingo, 6 de setembro de 2026
HorárioDas 13h às 22h
LocalLogin House eXP
EndereçoRua Harmonia, 21 – Vila Madalena, São Paulo (SP)
Capacidade total250 pessoas
Lugares sentados100

A programação da watch party marca também o início oficial da parceria entre o PEB e a Login House eXP, hub de experiências gamer que já recebeu outras transmissões de VALORANT na Vila Madalena. Segundo o comunicado, a colaboração entre as duas marcas pode se estender a novos eventos ao longo do segundo semestre de 2026, acompanhando outros momentos relevantes do calendário de esports.

Como comprar ingresso para a watch party do VCT Americas

Os ingressos para a watch party são vendidos antecipadamente pela página oficial do evento e têm valores diferentes conforme o tipo de acesso escolhido. Não há venda de meia-entrada divulgada no comunicado, e a organização recomenda a compra antecipada devido à capacidade limitada do espaço.

  • Ingresso sem consumação: R$ 20, dá direito apenas à entrada no evento.
  • Ingresso com consumação: R$ 70, inclui a entrada e R$ 70 em crédito para consumo na comanda do bar.

Os valores acima foram confirmados diretamente no material de divulgação oficial do evento. Como se trata de um ingresso vendido por plataforma própria e não por uma loja de jogos, não há necessidade de conversão de moeda nem variação por região dentro do Brasil.

Atrações da watch party: desafio de console, Login Arena e brindes

Além da transmissão da final do VCT Americas em telão com áudio de alta qualidade, a watch party reserva atividades interativas para quem for até a Login House eXP acompanhar o jogo ao vivo.

Um dos destaques é o Desafio de VALORANT de Console, disputado no modo de treino The Range. Os três participantes com melhor desempenho no desafio recebem um kit com camiseta e boné oficiais. Em paralelo, a casa também recebe o Login Arena, torneio presencial de VALORANT que acontece ao longo de todo o dia; as inscrições para disputar já estão encerradas, mas o público da watch party pode acompanhar as partidas pessoalmente.

A organização também preparou brindes para reforçar o clima de torcida durante a watch party do VCT Americas:

  • Kit Torcida Oficial para os 150 primeiros participantes a chegar ao evento, com bateco do torneio, copo temático, adesivo, botton e pôster oficial, enquanto durarem os estoques.
  • Kit camiseta e boné para os três maiores pontuadores do desafio de console.

A estrutura da Login House eXP conta ainda com bar próprio, com comidas e bebidas disponíveis para compra ao longo de toda a programação, permitindo que o público permaneça no espaço durante as nove horas de evento.

VCT Americas Stage 2: contexto da decisão em São Paulo

A final do VCT Americas Stage 2 celebrada nesta watch party representa um marco para o cenário competitivo de VALORANT na região: é a primeira vez que a decisão da liga americana sai de Los Angeles e passa a ser disputada em solo brasileiro, com São Paulo recebendo o fim de semana decisivo da temporada. O resultado da etapa define parte das vagas da região para o VALORANT Champions 2026, em Xangai.

Para o PEB, a realização da watch party também tem um significado simbólico, já que o evento acontece dentro das celebrações de 10 anos do prêmio, com identidade visual especial montada na Login House eXP para a ocasião.

Serviço completo da watch party do VCT Americas em São Paulo

Confira abaixo o resumo com todas as informações práticas para quem quer acompanhar a watch party da final do VCT Americas Stage 2 na Login House eXP.

  • Evento: PEB Watch Party na Login House eXP – Final do VCT Americas Stage 2
  • Data: domingo, 6 de setembro de 2026
  • Horário: das 13h às 22h
  • Local: Login House eXP
  • Endereço: Rua Harmonia, 21 – Vila Madalena, São Paulo – SP
  • Ingresso sem consumação: R$ 20
  • Ingresso com consumação: R$ 70 (inclui R$ 70 de crédito no bar)
  • Capacidade: 250 pessoas simultâneas, sendo 100 lugares sentados

Perguntas frequentes sobre a watch party do VCT Americas

Quando é a watch party da final do VCT Americas em São Paulo?

A watch party acontece neste domingo, 6 de setembro de 2026, das 13h às 22h, na Login House eXP, na Vila Madalena.

Quanto custa o ingresso para a watch party do VCT Americas?

Há duas opções: ingresso sem consumação por R$ 20 e ingresso com consumação por R$ 70, que inclui R$ 70 de crédito para gastar no bar do local.

Onde comprar ingresso para a watch party?

Os ingressos devem ser adquiridos antecipadamente pela página oficial de vendas do evento, já que a capacidade do espaço é limitada.

O que tem de graça na watch party além da transmissão?

Os 150 primeiros participantes a chegar recebem um Kit Torcida Oficial com bateco, copo temático, adesivo, botton e pôster, enquanto durarem os estoques.

É preciso se inscrever para jogar no Login Arena?

Não é mais possível se inscrever, já que as vagas para disputar o Login Arena já estão encerradas. O público da watch party pode acompanhar as partidas presencialmente.

Fonte: Release oficial de divulgação do evento, assinado pelo Prêmio eSports Brasil (PEB) e Login House eXP.

Ranking Onimusha do pior ao melhor jogo da franquia segundo o Metacritic

Ranking Onimusha: do pior ao melhor jogo da franquia segundo o Metacritic

A franquia Onimusha vive seu melhor momento em mais de duas décadas. Com Onimusha: Way of the Sword chegando em 4 de setembro de 2026 e as remasterizações dos clássicos já disponíveis com legendas em português do Brasil, muita gente quer saber por onde começar. Para responder essa pergunta, o JogosZ organizou ranking Onimusha todos os jogos do pior ao melhor usando um critério objetivo: as notas oficiais do Metacritic, o maior agregador de críticas da indústria.

O ranking Onimusha considera oito lançamentos da série Onimusha avaliados pela crítica, incluindo os quatro jogos principais da era PlayStation 2, os dois spin-offs e as duas remasterizações modernas. Em todos os casos, usamos o Metascore da plataforma de lançamento original, que reúne dezenas de análises profissionais. Confira a seguir a lista completa, começando pela lanterna.

Ranking Onimusha do pior ao melhor: a lista completa

Antes de detalhar cada título, veja o resumo do ranking com as notas do Metacritic. A tabela abaixo mostra a posição de cada jogo de Onimusha, a plataforma avaliada e o ano de lançamento.

PosiçãoJogoPlataformaAnoMetacritic
9º (pior)Onimusha TacticsGame Boy Advance200364
Onimusha Blade WarriorsPlayStation 2200465
Onimusha: Warlords RemasterPS4, Xbox One, Switch, PC201971
Onimusha 2: Samurai’s Destiny RemasterPS4, Xbox One, Switch, PC202575
Onimusha: Dawn of DreamsPlayStation 2200681
Onimusha 2: Samurai’s DestinyPlayStation 2200284
Onimusha 3: Demon SiegePlayStation 2200485
Onimusha: Way of the SwordPS5, Xbox Series X|S, Switch 2, PC202685
1º (melhor)Onimusha: WarlordsPlayStation 2200186

Como a tabela deixa claro, a trilogia original de PlayStation 2 domina o topo do ranking, enquanto os spin-offs experimentais ocupam as últimas posições. Agora vamos ao detalhamento de cada jogo, do pior ao melhor.

9º lugar: Onimusha Tactics é o pior jogo da franquia (Metacritic 64)

Lançado em 2003 para Game Boy Advance, Onimusha Tactics é o único jogo de estratégia em turnos da série e ocupa a última posição do ranking, com Metascore de 64 baseado em 21 análises. O jogo acompanha Onimaru, um jovem guerreiro do clã Oni que empunha a Manopla Oni para enfrentar Nobunaga Oda e seu exército de Genma, em uma história paralela que não se conecta diretamente aos jogos de PlayStation 2.

A crítica reconheceu o enredo envolvente e o elenco variado de personagens recrutáveis, mas apontou batalhas simples demais para o gênero. Comparado a Final Fantasy Tactics Advance, seu concorrente direto no mesmo portátil, Onimusha Tactics oferecia poucas opções táticas reais, e essa limitação pesou nas avaliações.

8º lugar: Onimusha Blade Warriors (Metacritic 65)

Onimusha Blade Warriors chegou ao PlayStation 2 em 2004 como um jogo de luta multiplayer no estilo Super Smash Bros., reunindo personagens de toda a franquia. Com Metascore de 65 baseado em 33 análises, o experimento recebeu críticas mistas. Pela primeira vez, Samanosuke Akechi, protagonista de Onimusha: Warlords, podia enfrentar Jubei Yagyu, herói de Onimusha 2, em arenas com múltiplos níveis para até quatro jogadores.

Veículos como Game Informer elogiaram os controles precisos e a variedade de habilidades, mas a recepção geral apontou modo história dispensável, desequilíbrio no versus customizado e problemas técnicos. O resultado é um título curioso para fãs, porém distante da qualidade dos jogos principais de Onimusha.

7º lugar: Onimusha: Warlords Remaster (Metacritic 71)

A remasterização de Onimusha: Warlords, lançada em janeiro de 2019 para PS4, Xbox One, Nintendo Switch e PC, obteve Metascore de 71 com base em 31 análises. Importante: a nota mais baixa não reflete a qualidade do jogo original, e sim o caráter conservador do relançamento. A crítica considerou o pacote enxuto demais após 18 anos de espera, com sistema de salvamento datado e cenas não puláveis na época do lançamento.

Por outro lado, a versão trouxe controles analógicos modernos, suporte a widescreen 16:9 e nova trilha sonora. Em abril de 2025, uma atualização gratuita adicionou o modo de dificuldade Infernal e, pela primeira vez na história da franquia, interface e legendas em português do Brasil. Hoje, é a porta de entrada mais acessível para conhecer Onimusha.

Preço de Onimusha: Warlords no Brasil

Na Steam Brasil, Onimusha: Warlords tem preço base de R$ 79,00, e o jogo entra com frequência em promoções da Capcom com 50% de desconto. Vale conferir o valor atual na loja antes de comprar, já que os descontos variam ao longo do ano.

6º lugar: Onimusha 2: Samurai’s Destiny Remaster (Metacritic 75)

Lançada em 23 de maio de 2025 para PS4, Xbox One, Nintendo Switch e PC, a remasterização de Onimusha 2: Samurai’s Destiny alcançou Metascore de 75 com base em 46 análises, sem nenhuma avaliação negativa. O pacote inclui gráficos em alta definição, salvamento automático, cenas puláveis, troca de armas sem pausar a ação, modo Infernal, galeria com mais de 100 artes de Keita Amemiya e a trilha sonora original completa.

A crítica elogiou a fidelidade ao original e as melhorias de qualidade de vida, embora parte dos veículos tenha apontado que as câmeras fixas e o design de 2002 envelheceram. Assim como o primeiro remaster, esta versão conta com legendas em português do Brasil, o que a torna especialmente relevante para o público brasileiro.

Preço de Onimusha 2 no Brasil

Onimusha 2: Samurai’s Destiny custa R$ 129,00 no PC via Steam Brasil e R$ 146,50 nos consoles. Quem quiser a série completa pode optar pelo Pacote Onimusha 1+2, vendido por R$ 175,00 no Steam e R$ 191,90 nos consoles, reunindo as duas remasterizações.

5º lugar: Onimusha: Dawn of Dreams (Metacritic 81)

Onimusha: Dawn of Dreams, lançado para PlayStation 2 em 2006, fecha a era clássica da franquia com Metascore de 81. O quarto jogo principal se passa décadas após Onimusha 3 e apresenta Soki, um guerreiro com poderes Oni que enfrenta Hideyoshi Toyotomi e seu exército demoníaco de Genma após a queda de Nobunaga.

4º lugar Onimusha Dawn of Dreams (Metacritic 81)
Fonte/Reprodução: Capcom

O título modernizou a fórmula da série com câmera mais dinâmica, maior variedade de ataques e armas, sistema de aliados controláveis e a possibilidade de revisitar fases para desbloquear conteúdo. É o Onimusha mais longo e mais orientado à ação pura, e até hoje permanece exclusivo do PlayStation 2, sem remasterização anunciada.

4º lugar: Onimusha 2: Samurai’s Destiny original (Metacritic 84)

A versão original de Onimusha 2: Samurai’s Destiny, lançada para PlayStation 2 em 2002, conquistou Metascore de 84 com base em 31 análises e se tornou o jogo mais vendido da franquia, segundo a própria Capcom. A aventura apresenta um novo protagonista, o mestre espadachim Jubei Yagyu, em uma jornada de vingança contra Nobunaga Oda, que destruiu seu vilarejo natal.

A crítica da época destacou a evolução em relação ao primeiro jogo: visual mais refinado, campanha mais longa, sistema de presentes e aliados com rotas ramificadas e combate aprimorado. As únicas ressalvas recorrentes foram os ângulos de câmera fixos e a história menos impactante que a do original. Para muitos fãs, este é o auge criativo de Onimusha.

3º lugar: Onimusha 3: Demon Siege (Metacritic 85)

Onimusha 3: Demon Siege, de 2004, quase alcançou o topo do ranking com Metascore de 85 no PlayStation 2. O encerramento da trilogia original aposta em uma premissa ousada: Samanosuke Akechi, interpretado pelo ator Takeshi Kaneshiro, viaja no tempo para a Paris moderna, enquanto o policial francês Jacques Blanc, vivido por Jean Reno, é transportado para o Japão feudal de 1582.

A crítica celebrou a ação rápida e fluida, os múltiplos personagens jogáveis, os quebra-cabeças bem construídos e a produção cinematográfica de alto nível. A versão de PC, lançada posteriormente em 2005, recebeu nota bem inferior (69) por problemas de portabilidade, por isso a recomendação é sempre pela versão de console. Onimusha 3 também marca a despedida de Samanosuke como protagonista da cronologia principal.

2º lugar: Onimusha: Way of the Sword estreia entre os melhores (Metacritic 85)

A grande novidade do ranking é Onimusha: Way of the Sword, que estreou direto no segundo lugar. Com o fim do embargo em 31 de agosto de 2026, o primeiro jogo inédito da série em mais de 20 anos registrou nota 85 no Metacritic, com base em 82 análises da versão de PlayStation 5, empatando com Onimusha 3: Demon Siege e ficando a apenas um ponto do líder. No OpenCritic, o desempenho foi igualmente forte, com selo Mighty e altíssimo índice de recomendação entre os críticos. O lançamento acontece em 4 de setembro de 2026 para PS5, Xbox Series X|S, Nintendo Switch 2 e PC.

2º lugar Onimusha Way of the Sword estreia entre os melhores (Metacritic 85)
Fonte/Reprodução: Capcom

A crítica elogiou em peso o combate focado em parry e deflect, considerado polido e recompensador, além da encenação e do design de dificuldade das batalhas contra chefes, do carisma de Miyamoto Musashi como protagonista e da recriação visual de Quioto no período Edo. A IGN chegou a dar nota 10. Entre as ressalvas, alguns veículos apontaram a repetição de minichefes e um pico de dificuldade artificial no trecho final. Diferente da estrutura linear dos clássicos, o jogo aposta em zonas semiabertas com missões secundárias, árvores de habilidades separadas para as armas Oni e progressão por exploração.

Preço e demo de Onimusha: Way of the Sword no Brasil

No Brasil, a versão digital de Onimusha: Way of the Sword parte de R$ 299,00 na edição padrão, com edições Deluxe e Premium Deluxe também disponíveis. Uma demo gratuita está no ar na Steam, PlayStation Store, Xbox Store e Epic Games Store, e quem criar um save na demo desbloqueia o amuleto Kubi Akari no jogo completo.

1º lugar: Onimusha: Warlords original é o melhor jogo da franquia (Metacritic 86)

O melhor jogo de Onimusha segundo o Metacritic é justamente o primeiro: Onimusha: Warlords, lançado para PlayStation 2 em janeiro de 2001, com Metascore de 86. O título de estreia colocou o samurai Samanosuke Akechi na luta contra Nobunaga Oda e suas legiões de demônios para resgatar a princesa Yukihime, combinando combate de espadas, quebra-cabeças e atmosfera de survival horror herdada de Resident Evil.

1º lugar Onimusha Warlords original é o melhor jogo da franquia (Metacritic 86)
Fonte/Reprodução: Capcom

Na época, a crítica apontou Onimusha: Warlords como um dos primeiros jogos obrigatórios do PlayStation 2, com gráficos de ponta, ambientação densa no Japão feudal e o inovador sistema de absorção de almas para aprimorar armas. O jogo vendeu mais de 2 milhões de unidades e abriu caminho para um subgênero de ação que influenciou Devil May Cry, God of War e Ninja Gaiden. A única crítica recorrente foi a curta duração da campanha, insuficiente para tirar o título do topo.

Como o ranking Onimusha foi montado

Este ranking utiliza exclusivamente o Metascore do Metacritic, que agrega notas de dezenas de veículos especializados e as converte em uma média ponderada de 0 a 100. Para cada jogo de Onimusha, consideramos a nota da plataforma de lançamento original, que concentra o maior número de análises. Versões portadas com menos avaliações, como Onimusha: Warlords para PC em 2003 (nota 67) e Onimusha 3 para PC em 2005 (nota 69), foram citadas apenas como contexto.

Vale lembrar que notas de agregadores refletem a recepção crítica no momento do lançamento, com os padrões técnicos de cada época. As remasterizações, por exemplo, foram julgadas pelo valor do pacote em pleno século XXI, e não pela qualidade intrínseca dos jogos originais, o que explica notas menores para versões do mesmo conteúdo.

Perguntas frequentes sobre os jogos de Onimusha

Reunimos abaixo as dúvidas mais comuns sobre a franquia Onimusha, suas notas no Metacritic e onde jogar cada título no Brasil em 2026.

Qual é o melhor jogo de Onimusha segundo o Metacritic?

O melhor jogo de Onimusha segundo o Metacritic é Onimusha: Warlords, o título original de 2001 para PlayStation 2, com nota 86. Ele supera por pouco Onimusha 3: Demon Siege (85) e Onimusha 2: Samurai’s Destiny (84).

Qual é o pior jogo de Onimusha?

O pior jogo de Onimusha no Metacritic é Onimusha Tactics, spin-off de estratégia lançado em 2003 para Game Boy Advance, com nota 64. Logo acima dele aparece Onimusha Blade Warriors, jogo de luta para PS2, com nota 65.

Onimusha tem jogo novo em 2026?

Sim. Onimusha: Way of the Sword, primeiro título inédito da série em mais de 20 anos, chega em 4 de setembro de 2026 para PS5, Xbox Series X|S, Nintendo Switch 2 e PC via Steam e Epic Games Store, com Miyamoto Musashi como protagonista.

Onde jogar Onimusha em 2026 no Brasil?

As remasterizações de Onimusha: Warlords e Onimusha 2: Samurai’s Destiny estão disponíveis para PS4, Xbox One, Nintendo Switch e PC via Steam, com legendas em português do Brasil. Onimusha 3, Dawn of Dreams, Blade Warriors e Tactics permanecem restritos às plataformas originais.

Quanto custa Onimusha no Brasil?

Na Steam Brasil, a remasterização de Onimusha: Warlords tem preço base de R$ 79,00 e Onimusha 2: Samurai’s Destiny custa R$ 129,00 no PC. O Pacote Onimusha 1+2 sai por R$ 175,00 no PC. Onimusha: Way of the Sword está em pré-venda a partir de R$ 299,00 na edição padrão.

The Witcher 4 já roda no PS5, Xbox Series e PC, confirma CD Projekt

The Witcher 4 já roda no PS5, Xbox e PC, confirma CD Projekt

The Witcher 4 já roda no PlayStation 5, no Xbox Series X e no PC durante o desenvolvimento, confirmou Michal Nowakowski, co-CEO da CD Projekt Red, em entrevista ao site Game Developer. A declaração, dada durante o período da Gamescom 2026, marca uma mudança radical na forma como o estúdio polonês produz seus jogos após o lançamento desastroso de Cyberpunk 2077 nos consoles em 2020.

A informação é significativa porque The Witcher 4 ainda está a anos do lançamento, previsto para 2028. Mesmo assim, o RPG estrelado por Ciri já pode ser iniciado em todas as plataformas para as quais será vendido, algo que não aconteceu com Cyberpunk 2077 até estágios avançados da produção.

O que a CD Projekt disse sobre The Witcher 4 nos consoles

Nowakowski foi direto ao descrever o estado atual do projeto. Segundo o executivo, qualquer pessoa que visite o estúdio hoje consegue abrir The Witcher 4 nas três plataformas-alvo. “Você pode iniciá-lo no PC. Você pode iniciá-lo no PS5. Você pode iniciá-lo no Xbox Series X, e ele vai rodar”, afirmou o co-CEO da CD Projekt Red.

O que a CD Projekt disse sobre The Witcher 4 nos consoles
Fonte/Reprodução: CD Projekt Red

A frase resume a nova filosofia do estúdio: nenhuma plataforma fica para trás. Em vez de priorizar o PC e adaptar o jogo aos consoles perto do lançamento, a equipe desenvolve e testa o RPG simultaneamente nos três sistemas desde o início da produção.

Trabalho para até o problema ser resolvido

A mudança vai além de rodar o jogo em todos os aparelhos. Nowakowski explicou que, se um problema técnico aparece em qualquer uma das plataformas, o trabalho no jogo é interrompido até que a situação seja corrigida nas três. No processo antigo, pendências técnicas eram empurradas para etapas futuras do desenvolvimento, prática que o executivo admite ter custado caro no passado.

A lição deixada por Cyberpunk 2077

O contexto da declaração é impossível de ignorar. Cyberpunk 2077 foi desenvolvido tendo o PC como plataforma principal, com o objetivo de alcançar o melhor visual possível. A CD Projekt acreditava que reduzir a experiência para PS4 e Xbox One seria simples, e essa suposição se provou um erro grave.

O resultado foi um dos lançamentos mais conturbados da história recente dos games. Em dezembro de 2020, o jogo chegou aos consoles da geração passada em estado quase injogável, e a Sony removeu Cyberpunk 2077 temporariamente da PlayStation Store após a enxurrada de reclamações. Nowakowski reconheceu que a estratégia de priorizar o PC havia funcionado com The Witcher 3, mas admitiu que o sucesso daquela adaptação envolveu uma boa dose de sorte.

“Desde então, não corremos mais riscos. Queremos ter certeza de que o jogo realmente funciona”, declarou o executivo.

O que já sabemos sobre The Witcher 4

Antes de conferir os detalhes confirmados, vale lembrar que este é o projeto mais importante da CD Projekt Red atualmente. Estes são os principais fatos verificados sobre o jogo:

  • Protagonista: Ciri assume o papel principal, substituindo Geralt de Rívia
  • Motor gráfico: Unreal Engine 5, abandonando a REDengine usada em Cyberpunk 2077 e The Witcher 3
  • Plataformas: PC, PlayStation 5 e Xbox Series X|S
  • Lançamento: previsto para 2028, com a CD Projekt já tendo descartado qualquer estreia antes do fim de 2026
  • Nova trilogia: o jogo abre uma nova saga, com planos de lançar os três títulos em um período de seis anos
  • Cenário: regiões inéditas na franquia, incluindo Kovir e a cidade portuária de Lan Exeter

Em junho de 2025, uma demonstração técnica de The Witcher 4 na Unreal Engine 5 mostrou Ciri explorando Kovir rodando em um PS5 padrão a 60 fps com ray tracing, um indício antecipado de que a otimização para consoles é prioridade real, e não apenas discurso.

Preço de The Witcher 4 no Brasil ainda não existe

The Witcher 4 ainda não tem pré-venda aberta nem preço divulgado na Steam Brasil, na PlayStation Store Brasil ou na Microsoft Store. Qualquer valor em reais circulando na internet é especulação. Assim que a CD Projekt abrir as reservas, os preços oficiais poderão ser conferidos diretamente nas lojas digitais.

Perguntas frequentes sobre The Witcher 4

Confira abaixo as respostas para as principais dúvidas sobre o novo RPG da CD Projekt Red.

The Witcher 4 já roda em quais plataformas?

Segundo Michal Nowakowski, co-CEO da CD Projekt Red, The Witcher 4 já roda no PC, no PlayStation 5 e no Xbox Series X durante o desenvolvimento. O objetivo é garantir estabilidade em todas as plataformas desde o início da produção.

Quando The Witcher 4 será lançado?

The Witcher 4 tem lançamento previsto para 2028 no PS5, Xbox Series X|S e PC. A CD Projekt Red já confirmou que o jogo não chega antes do fim de 2026 e ainda não divulgou data exata nem preço oficial.

Quem é a protagonista de The Witcher 4?

Ciri é a protagonista de The Witcher 4, assumindo o lugar de Geralt de Rívia. O jogo abre uma nova trilogia da franquia e é desenvolvido na Unreal Engine 5, com regiões inéditas como Kovir.

Por que a CD Projekt mudou o desenvolvimento após Cyberpunk 2077?

Cyberpunk 2077 foi desenvolvido com foco no PC e chegou aos consoles em estado precário em 2020, a ponto de ser removido temporariamente da PlayStation Store. Para evitar repetir o erro, o novo jogo é testado simultaneamente em PC, PS5 e Xbox Series X desde o início.

A confirmação de que The Witcher 4 já funciona em todas as plataformas-alvo é o sinal mais claro até agora de que a CD Projekt Red pretende chegar em 2028 sem repetir o trauma de 2020. Para quem espera o retorno ao Continente ao lado de Ciri, é uma notícia que aumenta a confiança em The Witcher 4.

Fonte: Eurogamer Portugal, com declarações originais concedidas ao Game Developer.

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