
Rio2C 2026: PEB celebra 10 anos com painéis sobre o futuro dos eSports no Summit Game+
O Rio2C deu início à sua programação nesta terça-feira (26), e os games e esportes eletrônicos ocupam papel de destaque no evento. O Summit Game+, trilha temática dedicada ao setor com curadoria da Player1, reuniu grandes nomes da indústria para uma conversa que vai além das partidas: o passado, o presente e o futuro dos eSports no Brasil.
O pano de fundo é especial — o PEB (Prêmio eSports Brasil), maior celebração de games e esportes eletrônicos da América Latina, completa 10 anos em 2026.
Summit Game+ no Rio2C: seis painéis, uma década de história
A programação do Summit Game+ no Rio2C conta com seis painéis que percorrem a trajetória dos eSports no Brasil desde o início da última década. Os debates abordam as transformações nos âmbitos cultural, comportamental, competitivo e de negócios — além de projetar os caminhos para os próximos anos do setor.

É uma rara oportunidade de ver, em um só lugar, como o ecossistema brasileiro de games evoluiu: de uma cena underground para uma das mais relevantes do mundo.
PEB 10 anos: nova identidade visual e expansão nacional
Além dos painéis, o Rio2C serviu de palco para o PEB apresentar sua edição especial de aniversário de 10 anos, com novidades de conteúdo, pontos de conexão com a comunidade e uma nova identidade visual.
O reposicionamento não é apenas estético — é estratégico. Em 2026, o PEB amplia sua atuação como plataforma que conecta games, eSports, entretenimento e cultura, com uma meta clara: estar presente em todas as regiões do Brasil, por meio de palestras, feiras, painéis e ativações locais.
Gustavo Freudenfeld, diretor executivo do PEB, resume o momento:
“Quando pensamos na história do PEB, temos orgulho de perceber a maneira como a premiação cresceu junto com o cenário. Acompanhamos e ajudamos a contar a evolução dos games, dos jogadores e dos cenários competitivos no país desde o início. Estamos em um momento de maior compreensão do papel que os games e eSports ocupam na cultura brasileira, e essa conversa vai se fortalecer ainda mais daqui pra frente.”
brTT, Nobru, Nyvi Estephan e outros ícones no teaser dos 10 anos
O anúncio da décima edição veio acompanhado de um teaser em vídeo com depoimentos de nomes que ajudaram a construir a história dos eSports brasileiros — entre eles brTT, Nobru e Nyvi Estephan. O material reforça o tom da celebração: reconhecer quem esteve desde o começo e projetar o que ainda está por vir.
Rio2C 2026: o maior evento criativo do Brasil
O Rio2C acontece entre os dias 26 de maio e 1º de junho, na Cidade das Artes, no Rio de Janeiro. A programação completa reúne painéis, palestras e experiências voltadas a audiovisual, música, esportes, games e sustentabilidade — consolidando o evento como o maior encontro de indústrias criativas da América Latina.
Para o setor de games, a presença do Summit Game+ e do PEB no Rio2C é um marco: os eSports deixaram de ser um nicho para se tornarem parte da conversa cultural mais ampla do país.

The Witcher 3 Songs of the Past é anunciada — terceira expansão chega em 2027
A CD PROJEKT RED anunciou oficialmente The Witcher 3 Songs of the Past, a terceira expansão do RPG mais premiado de todos os tempos. O título retorna Geralt de Rívia em uma aventura completamente inédita e está previsto para 2027 nas plataformas PlayStation 5, Xbox Series X|S e PC.
O retorno de Geralt em uma nova aventura
Songs of the Past coloca os jogadores novamente no papel do lendário caçador de monstros Geralt de Rívia em uma história ainda não revelada. A CD PROJEKT RED manteve os detalhes do enredo em segredo, mas confirmou que mais informações serão divulgadas no fim do inverno de 2026.

O que já se sabe é que a expansão está sendo codesenvolvida com a Fool’s Theory, estúdio formado por veteranos da indústria que já trabalharam diretamente em The Witcher 3. A parceria é um sinal de que a CD PROJEKT RED quer manter o DNA original do jogo — com pessoas que conhecem profundamente o mundo de Geralt à frente da produção.
Por que este anúncio é enorme
The Witcher 3: Wild Hunt não é apenas um grande jogo — é um dos maiores fenômenos da história dos videogames. Desde seu lançamento em 2015, o RPG já acumula:
- Mais de 60 milhões de cópias vendidas
- Mais de 250 prêmios de Jogo do Ano
- Mais de 1.000 prêmios da indústria
As expansões anteriores — Hearts of Stone (2015) e Blood and Wine (2016) — são amplamente consideradas entre os melhores conteúdos adicionais já lançados para qualquer jogo. Songs of the Past surge como a terceira aposta da CD PROJEKT RED nesse universo, mais de dez anos após o lançamento original.
O que esperar de The Witcher 3 Songs of the Past
Embora a história ainda seja desconhecida, o cenário é familiar: um mundo aberto de fantasia sombria onde Geralt assume contratos, enfrenta monstros e navega por escolhas morais complexas. A parceria com a Fool’s Theory — cujos membros têm experiência direta com The Witcher 3 — sugere que a expansão seguirá o mesmo nível de qualidade que consagrou o jogo original.
A data de lançamento está marcada para 2027, com detalhes completos prometidos ainda neste ano.
Plataformas da DLC Song of the past confirmadas
| Plataforma | Disponibilidade |
|---|---|
| PlayStation 5 | 2027 |
| Xbox Series X|S | 2027 |
| PC | 2027 |
A DLC ainda não tem nada exata, apenas essa janela de lançamento para 2027.

Melhores Jogos do 007: Guia Completo para Fãs de James Bond
Se você é fã do agente mais famoso do cinema, provavelmente já quis viver as aventuras de James Bond na pele — e os videogames são a melhor forma de fazer isso. Ao longo das décadas, a franquia 007 gerou títulos memoráveis que conquistaram gerações de jogadores. Neste guia, reunimos os melhores jogos do 007 de todos os tempos, com análises, destaques e dicas para quem quer entrar nesse universo cheio de ação, espionagem e estilo.
Por Que os Jogos do 007 São Tão Especiais?
Os melhores jogos do 007 carregam consigo uma identidade única: a combinação de tiros, stealth, gadgets tecnológicos e uma narrativa de espionagem que só James Bond consegue entregar. Diferente de outros jogos de ação, os títulos da franquia capturam aquela atmosfera clássica dos filmes — seja pela trilha sonora icônica, pelas missões em locais exóticos ou pelo visual elegante do personagem.

Desde o revolucionário GoldenEye 007 nos anos 90 até os títulos mais modernos, a saga nos presenteou com experiências que moldaram o gênero de tiro em primeira pessoa e de ação furtiva. Confira abaixo os melhores jogos do 007 que você precisa jogar.
Os Melhores Jogos do 007 de Todos os Tempos
GoldenEye 007 (1997) — O Clássico Absoluto
Impossível falar dos melhores jogos do 007 sem começar por aqui. Lançado para o Nintendo 64, o GoldenEye 007 é considerado um dos maiores jogos da história dos videogames. Desenvolvido pela Rare, ele redefiniu o que um jogo de tiro em primeira pessoa poderia ser, com:
- Missões baseadas no filme de 1995
- Modo multiplayer para até 4 jogadores
- Variedade de armas e gadgets
- Diferentes níveis de dificuldade com objetivos extras
O modo multiplayer local foi, sozinho, responsável por inúmeras horas de diversão entre amigos. Para muitos, o GoldenEye continua sendo o melhor dos melhores jogos do 007 até hoje.
James Bond 007: Everything or Nothing (2004)
Entre os melhores jogos do 007 da era PS2 e Xbox, o Everything or Nothing se destaca por trazer uma experiência cinematográfica de altíssimo nível. Com dublagem de Pierce Brosnan, Judi Dench e Willem Dafoe, o jogo apostou em uma perspectiva em terceira pessoa e em missões repletas de ação, perseguições e stealth.
O título apresenta mecânicas variadas, incluindo:
- Pilotagem de motos, tanques e outros veículos
- Sistema de cobertura inovador para a época
- Gráficos impressionantes para os padrões de 2004
- História original com vilão carismático
Para quem busca os melhores jogos do 007 com uma pegada mais cinematográfica, este é uma escolha obrigatória.
James Bond 007: Nightfire (2002)
O Nightfire é um dos melhores jogos do 007 que equilibra muito bem a ação frenética com momentos de estratégia. Disponível para PS2, GameCube e PC, o jogo oferece tanto um modo campanha sólido quanto um multiplayer recheado de opções.
Entre os destaques estão missões de infiltração noturna, perseguições de carros e sniper em locais como Japão e Europa. Uma experiência completa para fãs da franquia.
007 Legends (2012)
Criado para celebrar os 50 anos do personagem nas telas, o 007 Legends reúne missões baseadas em seis filmes clássicos da franquia. Entre os melhores jogos do 007 da era moderna, ele se destaca por oferecer uma viagem nostálgica ao universo Bond com mecânicas modernas de tiro em primeira pessoa.
Apesar de ter recebido críticas mistas pela execução, é uma pedida interessante para quem quer revisitar os filmes mais icônicos da série.
GoldenEye 007 Reloaded (2011)
Uma das grandes surpresas entre os melhores jogos do 007 modernos, o GoldenEye 007 Reloaded é uma remasterização do clássico de 1997, adaptado para PS3 e Xbox 360 com Daniel Craig no papel principal. O jogo mantém a essência do original, mas com gráficos atualizados, novos modos online e mecânicas modernizadas.
James Bond 007: Agent Under Fire (2001)
Outro título que merece estar na lista dos melhores jogos do 007, o Agent Under Fire foi um dos primeiros jogos da franquia para PS2 e Xbox. Com uma campanha empolgante e um multiplayer divertido, foi o ponto de entrada de muitos jovens jogadores no universo 007.
007 First Light (2026)
O mais novo lançamento do universo do bond finalmente saiu e facilmente se tornou um dos melhores jogos do agente 007 desde o GoldenEye do PS1. 007 First Light entrega tudo o que um jogo dele precisa, furtividade, ação, boa historia e bons personagens.
Tabela Comparativa: Melhores Jogos do 007
| Jogo | Ano | Plataforma | Destaque |
|---|---|---|---|
| GoldenEye 007 | 1997 | Nintendo 64 | Multiplayer revolucionário |
| Agent Under Fire | 2001 | PS2 / Xbox | Estreia na nova geração |
| Nightfire | 2002 | PS2 / PC / GC | Equilíbrio ação e stealth |
| Everything or Nothing | 2004 | PS2 / Xbox | Cinematográfico e imersivo |
| 007 Legends | 2012 | PS3 / Xbox 360 | Homenagem aos 50 anos |
| GoldenEye Reloaded | 2011 | PS3 / Xbox 360 | Remake moderno do clássico |
O Que Faz um Bom Jogo do 007?
Para entender quais são os melhores jogos do 007, é importante saber o que define um título de qualidade dentro da franquia. Os elementos essenciais incluem:
Narrativa de Espionagem Envolvente
Os melhores jogos do 007 sempre carregam histórias com twists, vilões memoráveis e a sensação de estar desvendando uma conspiração global. A narrativa precisa respeitar o espírito dos filmes.
Gadgets e Tecnologia
Um jogo do Bond sem gadgets não é um jogo do Bond. Dos relógios com laser às pistolas com silenciador, os equipamentos fazem parte da identidade da franquia e precisam estar bem representados nos melhores jogos do 007.
Variedade de Mecânicas
Os títulos mais bem-sucedidos alternam entre ação direta, stealth, condução de veículos e puzzles — exatamente como acontece nos filmes. Essa variedade é marca registrada dos melhores jogos do 007.
Vale a Pena Jogar os Jogos do 007 Hoje?
Com certeza! Muitos dos melhores jogos do 007 ainda estão disponíveis em plataformas digitais ou por meio de emulação. O GoldenEye 007, por exemplo, foi relançado no Nintendo Switch Online e no Xbox Game Pass em 2023, permitindo que uma nova geração experiencie o clássico.

Se você nunca jogou nenhum dos melhores jogos do 007, a melhor recomendação é começar pelo GoldenEye original ou pelo Everything or Nothing — ambos são experiências que valem cada minuto.
A franquia de videogames do agente britânico mais famoso do mundo produziu alguns dos títulos mais marcantes da história dos games. Do Nintendo 64 ao PS3, os melhores jogos do 007 deixaram uma marca permanente na indústria e no coração dos jogadores.
Se você é fã de espionagem, ação e de um protagonismo com muito estilo, qualquer um dos jogos desta lista vai te proporcionar horas de diversão. Agora é só escolher o seu favorito entre os melhores jogos do 007 e partir para a missão!

007 First Light notas: jogo recebe 88 no Metacritic e se torna o melhor Bond em quase 30 anos
As 007 First Light notas foram divulgadas nesta terça-feira (26) e o veredicto é claro: o novo jogo da IO Interactive é um dos melhores lançamentos de 2026 — e o título de Bond mais bem avaliado desde GoldenEye, lá nos anos 90.
O jogo acumula 88 no Metacritic e 90 no OpenCritic, colocando 007 First Light entre os títulos mais bem avaliados do ano. Para efeito de comparação, os jogos anteriores da IO Interactive chegaram a 87 no Metacritic com Hitman 3 em 2021 e 84 com Hitman em 2016 — ou seja, First Light já supera o histórico recente do estúdio.
O que a crítica está dizendo sobre o 007 First Light
O consenso entre os críticos é de admiração — tanto pela qualidade do jogo em si quanto pela forma como a IO Interactive traduziu o universo Bond para os games.
A GamingBible destacou que 007 First Light é “um gosto refinado de ação espionagem e narrativa de alto impacto — exatamente o que um jogo de Bond deve ser, mas raramente é”, concedendo nota 9/10.
A GameRant classificou o título como “um começo em grande parte excelente para a nova abordagem da IO Interactive ao universo James Bond”, com nota 8/10.

Já o portal Jordan Middler foi ainda mais enfático: o crítico afirmou que 007 First Light pode ser o melhor jogo de James Bond já feito, destacando como a IO Interactive traduziu a fantasia de ser Bond em uma epopeia de 14 horas pelo mundo, repleta de espetáculo, humor, ação e romance — “tudo o que James Bond deve ser”.
A Atarita deu 93/100, elogiando a história de origem, a mecânica de combate corpo a corpo e os gadgets de espionagem, afirmando que o jogo coloca o jogador diretamente no papel principal de um blockbuster cinematográfico.
O Metacritic também registrou avaliações que apontam 007 First Light como o melhor jogo de James Bond já feito, com a IO Interactive fazendo um trabalho admirável ao adaptar a fórmula de Hitman à franquia do icônico espião — com mecânicas de stealth mais focadas e polidas.
O melhor Bond desde GoldenEye
007 First Light está quase no mesmo nível de Forza Horizon 6, que lidera o ranking dos jogos mais bem avaliados de 2026, e empatado com Pokémon Pokopia e Resident Evil Requiem, que em momentos anteriores do ano também ocuparam o topo da lista.
O resultado é especialmente significativo porque se trata do primeiro jogo de James Bond em mais de uma década — e a IO Interactive entregou não apenas um bom jogo licenciado, mas um blockbuster capaz de fazer barulho em 2026 e trazer Bond de volta à cena dos games depois de uma ausência sem precedentes — tudo isso sendo autopublicado pelo estúdio.
Resumo das notas por veículo
| Veículo | Nota |
|---|---|
| Metacritic | 88/100 |
| OpenCritic | 89–90/100 |
| GameRant | 8/10 |
| GamingBible | 9/10 |
| GamingTrend | 9,5/10 |
| Atarita | 93/100 |
| VICE / The Guardian | 5/5 |
| Metro UK / DayOne | 9/10 |
Quando e onde jogar
007 First Light está disponível para PlayStation 5, Xbox Series X|S e PC via Steam e Epic Games Store, com acesso antecipado desde hoje (26 de maio) e lançamento oficial amanhã, 27 de maio de 2026. A versão para Nintendo Switch 2 foi adiada.

Microtransações em jogos mobile — vale gastar dinheiro?
As microtransações em jogos mobile estão em praticamente todos os títulos gratuitos das lojas de aplicativos. Mas quando elas realmente valem a pena — e quando são apenas uma armadilha? Neste guia completo, explicamos como funcionam as microtransações em jogos mobile, quais modelos são justos, quais evitar e como gastar de forma inteligente (ou não gastar nada).
O que são microtransações em jogos mobile?
Microtransações em jogos mobile são compras de pequeno valor realizadas dentro de aplicativos de jogos, geralmente variando de R$ 2,99 a R$ 299,00. Elas são o principal modelo de monetização dos jogos gratuitos para celular e surgiram como alternativa ao preço único de download, permitindo que desenvolvedores mantenham o jogo acessível enquanto geram receita contínua.

Na prática, as microtransações em jogos mobile assumem formas variadas: pacotes de moeda virtual, skins cosméticas, passes de batalha, energia para continuar jogando, personagens exclusivos ou loot boxes com itens aleatórios. Cada uma dessas formas tem um impacto diferente na experiência do jogador — e entender essa diferença é o primeiro passo para consumir de forma consciente.
Os tipos de microtransações em jogos mobile
Nem toda microtransação em jogo mobile funciona da mesma forma. Conhecer os tipos existentes ajuda a decidir se vale ou não abrir a carteira:
Cosméticos e skins
Consideradas as microtransações em jogos mobile mais justas, as skins alteram apenas a aparência do personagem, arma ou veículo — sem qualquer impacto no desempenho em jogo. Fortnite e Valorant são exemplos consagrados desse modelo. Se você quer apoiar o jogo e tem apreço pelo visual, essa é a forma mais segura de gastar.
Passes de batalha
O battle pass é uma das microtransações em jogos mobile mais populares do momento. Por uma assinatura mensal ou sazonal, o jogador acessa uma trilha de recompensas desbloqueadas conforme joga. Quando as recompensas são apenas cosméticas, o modelo é equilibrado. O problema surge quando o passe esconde conteúdo de gameplay — aí as microtransações em jogos mobile cruzam a linha para pay-to-win.
Energy systems (sistema de energia)
Um dos modelos mais criticados de microtransações em jogos mobile, o sistema de energia limita quantas partidas ou ações o jogador pode realizar por dia. Ao esgotar a barra de energia, o jogo te obriga a esperar horas — ou pagar para continuar. Títulos casual e hyper-casual abusam bastante dessa mecânica.
Gacha e loot boxes
O gacha é a forma mais controversa de microtransações em jogos mobile. O jogador paga por “puxadas” em um sistema de sorteio que pode entregar personagens ou itens raros — com taxas de drop muitas vezes menores que 1%. Genshin Impact e Honkai: Star Rail utilizam gacha, mas com sistema de pity (garantia) que torna as microtransações em jogos mobile mais previsíveis. Outros títulos são muito mais agressivos.
Compras diretas de vantagem
O pior tipo de microtransações em jogos mobile: a venda direta de equipamentos, atributos ou personagens superiores que geram desequilíbrio no jogo competitivo. Qualquer título que permita comprar poder de combate está praticando pay-to-win puro — e merece ser evitado por qualquer jogador que valorize uma experiência justa.
| Tipo de microtransação | Impacto no gameplay | Vale gastar? | Exemplos |
|---|---|---|---|
| Cosméticos / Skins | Nenhum | ✅ Sim, se gostar do jogo | Fortnite, Valorant |
| Battle pass cosmético | Nenhum | ✅ Depende do valor percebido | COD Mobile, Free Fire |
| Battle pass com vantagem | Moderado | ⚠️ Com cautela | Alguns jogos mobile BR |
| Energy system | Limita sessões | ❌ Evite | Jogos casuais no geral |
| Gacha com pity | Personagens, mas controlável | ⚠️ Com orçamento definido | Genshin Impact, HSR |
| Gacha sem pity | Alto impacto | ❌ Evite | Títulos pay-to-win |
| Compra direta de poder | Desequilíbrio total | ❌ Jamais | MMOs predatórios |
Vale a pena gastar em microtransações em jogos mobile?
A resposta honesta é: depende — e muito. As microtransações em jogos mobile podem ser uma forma legítima de apoiar desenvolvedores que você admira e personalizar sua experiência. Mas também podem se tornar um vício caro disfarçado de entretenimento.
Quando faz sentido gastar
Gastar em microtransações em jogos mobile faz sentido quando você já acumulou centenas de horas de diversão gratuita e quer retribuir ao estúdio. Também é razoável investir em um cosmético ou passe quando o valor é fixo, previsível e o item não gera vantagem competitiva. Pense como em qualquer outro entretenimento: você paga por Netflix, por um ingresso de cinema — por que não por um jogo que te diverte há meses?
Quando não faz sentido gastar
As microtransações em jogos mobile deixam de fazer sentido quando o gasto é impulsivo, motivado por FOMO (medo de perder conteúdo limitado) ou quando você não consegue estimar quanto já gastou no total. Sistemas de gacha são especialmente perigosos porque o custo real se acumula de forma invisível — é muito fácil gastar R$ 500 em microtransações em jogos mobile sem perceber, puxada a puxada.
⚠️ Atenção
Pesquisas mostram que menos de 5% dos jogadores são responsáveis por mais de 50% da receita de microtransações em jogos mobile. Esses jogadores — chamados de “whales” pelo mercado — muitas vezes gastam valores que superam o de um console novo por mês. Se você percebe que seus gastos estão crescendo sem controle, é hora de pausar.
Como controlar os gastos com microtransações em jogos mobile
Estabeleça um orçamento mensal fixo
A melhor forma de consumir microtransações em jogos mobile de forma saudável é definir um limite mensal antes de qualquer compra — e respeitá-lo. Muitos jogadores bem-sucedidos adotam a regra dos R$ 30/mês: suficiente para apoiar um ou dois jogos favoritos sem comprometer o orçamento pessoal.
Evite comprar moeda virtual em excesso
Uma das estratégias mais eficientes dos jogos para estimular microtransações em jogos mobile é a conversão da moeda real em virtual. Ao pagar R$ 49,90 por “10.000 gemas”, o valor real se dilui psicologicamente. Compre apenas a quantidade necessária para o item desejado — nunca acumule saldo virtual sem um objetivo claro.
Use os recursos nativos do celular
Tanto o Android quanto o iOS permitem configurar senha ou biometria para confirmar qualquer compra dentro de aplicativos. Ativar essa proteção evita compras acidentais — especialmente importantes em dispositivos compartilhados com crianças, que são alvo frequente de microtransações em jogos mobile projetadas para públicos mais jovens.
| Perfil do jogador | Recomendação para microtransações | Limite sugerido/mês |
|---|---|---|
| Casual (joga por diversão) | Evite ou limite a cosméticos pontuais | R$ 0 – R$ 15 |
| Intermediário (joga regularmente) | Battle pass cosmético de um jogo favorito | R$ 15 – R$ 40 |
| Dedicado (joga diariamente) | Passe + cosmético eventual, orçamento fixo | R$ 40 – R$ 80 |
| Competitivo (joga para ranquear) | Apenas cosméticos, nunca pay-to-win | R$ 20 – R$ 50 |
Dica: Aguarde promoções antes de comprar qualquer microtransação em jogo mobile. A maioria dos títulos oferece pacotes com desconto de 30% a 60% em datas especiais como Black Friday, aniversário do jogo e festas de final de ano. Paciência aqui equivale a dinheiro no bolso.
Microtransações em jogos mobile com consciência
As microtransações em jogos mobile não são inerentemente ruins — o problema está nos modelos predatórios que exploram gatilhos psicológicos para maximizar o gasto sem entregar valor proporcional. Quando bem implementadas, as microtransações em jogos mobile sustentam equipes de desenvolvimento, financiam atualizações gratuitas e permitem que jogadores personalizem sua experiência de forma voluntária.

A chave é consciência: entenda o modelo do jogo antes de gastar, defina um limite claro e nunca compre por impulso ou pressão de tempo. Com essa postura, você pode aproveitar o melhor dos jogos mobile — com ou sem gastar um centavo.
Continue acompanhando o jogosz.com.br para guias, análises e rankings dos jogos que mais respeitam o bolso e o tempo dos jogadores.

Realm of Ink Preview: testamos e confira tudo o que achamos do game!
Realm of ink é um Ink-style Roguelite em visão isométrica produzido pela Leap Studio e publicado pela 4Divinity que esta em acesso antecipado e logo será lançado no dia 26 de maio deste ano onde a protagonista Red está presa dentro uma realidade fantasiosa “O reino de tinta” e acompanhamos sua jornada na tentativa de escapar desse lugar.
Nós tivemos a Honra de testar o jogo durante a Gamescom 2026 e estamos aqui para te falar o que achamos.
Cada “Run” do Realm of Ink é uma experiência única em Realm of Ink
Como padrão do estilo Roguelite, o personagem começa com um skillset básico de “ataques leves” e “ataques pesados” e conforme prossegue você vai ganhando “Jóias de Tinta” o jogador pode ter duas jóias de tinta simultaneamente e elas alteram drasticamente como joga com o seu personagem desde habilidades passivas, como aumento de ganho de moedas até habilidades ativas elementais.

Além disso, você tem um fiel mascote de tinta que te ajuda a enfrentar os inimigos e que também é afetado pelas Jóias de Tinta que você escolher mudando seus ataques e suas habilidades.
Assim com base nas Joias de Tinta que você escolher muda completamente o jeito de jogar com o personagem, cada jogatina será única para cada jogador, eu particularmente gostei de um estilo de combate voltado para aumentar o poder dos mascotes de tinta, enquanto testava o jogo essa “build” foi surgindo naturalmente e me surpreendeu o quão viável foi me permitindo enfrentar os chefes sem dificuldade.
Estilo de arte “Inkwashed”.
A estética do jogo remete muito a arte clássica chinesa em papel de arroz traz um charme único ao jogo e te insere na ambientação do mundo de forma visual, que combinado com a história do jogo cria um mecanismo perfeito de imersão no cenário do jogo, a prisão de papel e tinta que “Red” a protagonista enfrenta o destino traçado pelo escritor para mudar a história dela e a história do mundo.
A música de ambiente se completa com os sons do combate
surpreendente porque geralmente ela é extremamente evidente em outros jogos, em Realm of Ink senti que o som principal do jogo são os golpes e ataques de “Red” e que se mistura com a trilha sonora de fundo completando os espaços entre as fases do combate criando uma atmosfera imponente pautado na luta e quando precisava-se aumentar a tensão em uma batalha de chefe a trilha sonora ganha potência ficando mais alta e sonora e combinando com a caracterização do seu inimigo e quando está no acampamento a música calma e tranquila te mostra que ali é um local seguro e de descanso.
Por fim, a combinação de todos os elementos mostra que Realm of Ink é uma poesia visual, auditiva e colaborativa onde o jogador é responsável por traçar o caminho e completar a história.
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