
Persona 4 Remake: Anúncio Oficial e Expectativas para 2026
Quando sai o Persona 4 Remake? O aguardado Persona 4 Remake finalmente se tornou realidade! Oficialmente anunciado como “Persona 4 Revival” durante o Xbox Games Showcase 2025 em 8 de junho, este remake promete revitalizar um dos JRPGs mais aclamados da história. Após meses de rumores e especulações, a Atlus confirmou que está trazendo de volta a experiência de Inaba com tecnologia moderna.
O Anúncio Oficial na Xbox Games Showcase 2025
Persona 4 Revival foi oficialmente revelado durante o Xbox Games Showcase no Summer Game Fest 2025, seguindo os passos de Persona 3 Reload, que também foi anunciado em um evento Xbox em 2023.

O anúncio chegou após meses de rumores consistentes, especialmente depois que três atores de voz originais confirmaram publicamente em maio que não retornariam para o remake.
Primeira Impressão do Trailer
O trailer de revelação, embora breve, mostrou locais familiares, incluindo a rua principal de Inaba e a pilha de TVs que aparece proeminentemente na cinematografia de abertura do jogo. Os fãs podem esperar por gráficos atualizados, sistemas de combate mais refinados e uma abordagem renovada nas interações sociais.
Plataformas e Disponibilidade
Persona 4 Revival chegará às seguintes plataformas:
- PlayStation 5
- Xbox Series X|S
- PC (Steam e Microsoft Store)
Persona 4 Revival Estará no Game Pass?
Sim! Uma das maiores novidades é que o Persona 4 remake estará disponível no Xbox Game Pass no primeiro dia de lançamento, seguindo a estratégia bem-sucedida adotada com outros títulos da franquia Persona. Isso significa acesso gratuito para assinantes do serviço.
Data de Lançamento: Quando Sai o Persona 4 Revival?
Quando o Persona 4 remake vai ser lançado? Infelizmente, os fãs precisarão ter paciência. De acordo com relatórios recentes da Sega, Persona 4 Revival não deve ser lançado antes de abril de 2026. O ano fiscal de 2027 da empresa confirma que não teremos o jogo em 2025.
Janela de Lançamento Confirmada pela Sega
Especula-se que o Persona 4 remake pode ser lançado na segunda metade de 2026, considerando que a Atlus não vai querer que ele coincida muito próximo ao lançamento de Persona 6, que também está em desenvolvimento. A data de lançamento oficial ainda não foi anunciada.
Modernização Completa: O Que Esperar
Gráficos e Motor de Jogo
Revival é uma reprodução fiel da história de Persona 4, aprimorada tanto graficamente quanto mecanicamente para trazer o título em paridade com Persona 5 e Persona 3 Reload. Similar ao Persona 3 Reload, Persona 4 Revival foi desenvolvido usando os gráficos e tecnologia do Persona 5.
Novo Elenco de Vozes
Uma das mudanças mais significativas é a dublagem. Como aconteceu com Reload, o elenco principal em inglês para Revival deve ser completamente refeito com novos atores nos papéis principais. Atores como Yuri Lowenthal (Yosuke), Erin Fitzgerald (Chie) e Amanda Winn-Lee (Yukiko) confirmaram que não retornarão.
A História Que Conquistou Milhões
Para quem não conhece, Persona 4 é um JRPG que combina vida escolar com elementos sobrenaturais. Na cidade rural japonesa de Inaba, as ruas antes pacíficas recebem um despertar frio quando um assassino em série misterioso ataca. Além disso, o que há com o rumor de um canal de TV misterioso que aparece apenas em noites chuvosas?
Legado e Spin-offs
O impacto de Persona 4 vai muito além do jogo original. A história gerou diversas adaptações, como os animes Persona 4 The Animation e Persona 4 The Golden Animation, além dos spin-offs Persona 4 Arena, Persona 4 Arena Ultimax e Persona 4: Dancing All Night.
Comparação com Persona 3 Reload
O sucesso de Persona 3 Reload em 2024 pavimentou o caminho para este remake. Seguindo o massivo sucesso de Persona 3 Reload, muitos acreditavam que Persona 4 seria o próximo a receber o tratamento de remake. O novo jogo promete mudanças significativas na jogabilidade, assim como uma reestruturação da experiência narrativa, mantendo o clássico enredo de mistério e investigação em Inaba, mas com elementos adicionais que aprofundam os vínculos entre os personagens.
Expectativas da Comunidade
Melhorias Esperadas
Com base no que foi visto em Persona 3 Reload, os fãs esperam:
- Sistema de combate modernizado
- Gráficos em alta definição
- Interações sociais expandidas
- Qualidade de vida melhorada
- Possível conteúdo adicional
Nintendo Switch 2?
Embora não haja confirmação de uma versão para Switch 2, sua ausência dos vazamentos iniciais não descarta completamente essa possibilidade. A Atlus historicamente lança seus jogos em plataformas Nintendo após o lançamento inicial.
O Futuro da Franquia Persona
Persona 4 Revival representa mais do que apenas um remake – é parte de uma estratégia maior da Atlus de modernizar seus clássicos enquanto trabalha em Persona 6. O lançamento deste remake estabelece um padrão que leva a um resultado óbvio: eventualmente veremos um remake de Persona 5 usando a tecnologia de Persona 6.
Perguntas Frequentes sobre Persona 4 Revival
O Persona 4 remake vai ter dublagem em português?
Ainda não há confirmação sobre dublagem em português. O jogo terá novo elenco de vozes em inglês, mas não foram divulgados detalhes sobre outras línguas.
Pessoa 4 Revival vai sair para Nintendo Switch?
Por enquanto, não há confirmação para Nintendo Switch ou Switch 2. O jogo está confirmado apenas para PS5, Xbox Series X/S e PC.
Qual a diferença entre Persona 4 Golden e Persona 4 Revival?
Persona 4 Revival é um remake completo com gráficos modernos e mecânicas atualizadas, enquanto Persona 4 Golden é uma versão expandida do jogo original de 2008.
Preciso jogar outros Persona antes do Revival?
Não! Cada jogo Persona conta uma história independente. Persona 4 Revival pode ser sua primeira experiência com a franquia.
Persona 4 Revival promete ser uma experiência definitiva do amado clássico de 2008. Com gráficos modernizados, mecânicas aprimoradas e a mesma história cativante que conquistou fãs ao redor do mundo, este remake está destinado a introduzir uma nova geração à cidade de Inaba e seus mistérios.
Embora ainda tenhamos que aguardar até pelo menos 2026 para colocar as mãos no jogo, o anúncio oficial confirma que a Atlus está comprometida em honrar o legado de Persona 4 com a qualidade que os fãs merecem.
Fique ligado nas próximas novidades sobre Persona 4 Revival através dos canais oficiais da Atlus West!

Jogos de roguelike: o que são e por que são desafiadores?
Jogos de roguelike são games de RPG compostos por mapas que surgem aleatoriamente e possuem morte permanente do protagonista. São títulos desafiadores, pois, se um erro for cometido, é suficiente para perder a partida e ter que voltar do início para explorar novamente os locais e coletar itens diferentes.
Há diversos jogos de roguelike muito bons, mas existem alguns que são os melhores, como The Binding of Isaac e Hades. Estes games conquistaram milhões de apaixonados pelo estilo roguelike; e mesmo que passem muita raiva na frente do console ou computador, ainda continuam nas partidas porque têm um forte apego às histórias e aos personagens.
Entenda o que são jogos de roguelike
Roguelike é um gênero de jogo voltado ao RPG, que tem como características o aparecimento de mapas aleatórios que surgem gradualmente no game. A morte permanente do protagonista e os combates com base em turnos são aspectos que fazem parte dos jogos de roguelike, e são fatores que também atraem muito os gamers, fora as narrativas impecáveis e os inúmeros desafios.
A origem do termo jogos de roguelike: do jogo Rogue à febre indie moderna
Os jogos de roguelike são “familiares” distantes do game Rogue lançado na década de 1980, o gênero teve como inspiração os modelos de gráficos sprites e o ASCII. Como esse tipo de jogo segue especificamente os turnos, ele envolve muita fantasia e é conhecido por possuir um estilo clássico ou berlin.
Com a modernidade, outro tipo de rogue chegou, o famoso roguelite, um estilo que possui progressão entre cada partida e permite que continuemos de um determinado ponto. A morte não é 100% permanente, o que foge mais do clássico, mas não significa que não possua diversão. Pelo contrário, os games desse tipo são agradáveis e ainda nos possibilitam melhorar a nossa performance.
Naturalmente, jogos de roguelike possui morte permanente, tem uma jogabilidade que se baseia mais em turnos e conta com os gráficos no estilo ASCII ou preferencialmente em sprites. Conforme prosseguimos pelo game, as masmorras são geradas e, juntas delas, surgem salas do tesouro, inimigos e armas melhores.
Em Dead Cells, por exemplo, não temos a obrigação de nos desfazermos de nossa arma, já que podemos fazer melhorias nas trocas de mapas. Fica a nosso critério se vale ou não a pena modificar a foice da Morte (DLC Castlevania) para o chicote Vampire Killer dos Belmonts – lembrando que a primeira opção é mais forte e ainda faz as almas dos inimigos golpearem outros monstros próximos.
Elementos essenciais dos jogos de roguelike
Os jogos de roguelike possuem elementos fundamentais, que incluem a morte permanente do nosso personagem e o retorno ao começo da fase para prosseguirmos aos novos desafios. Como se trata de um gênero mais desafiador, precisamos ter muita paciência quanto às derrotas porque, como perdemos tudo o que coletamos de itens, temos que montar novas builds e nos adaptarmos às armas e poderes. Veja outros aspectos do game:
- Morte permanente (permadeath);
- Mapas gerados proceduralmente;
- Progressão baseada em tentativa e erro;
- Combate por turnos;
- Movimentação via grade;
- Profundidade nos games;
- Os jogos costumam ser mais complexos;
- Alta exploração e descoberta de informações interessantes sobre a história;
- Desbloqueio de itens que podem ajudar o personagem a ficar mais forte.
Pode acontecer de os jogos de roguelike fornecerem uma garrafinha que restaura a saúde para mais da metade, o que é extremamente importante para não ser interrompido na aventura por uma morte. A depender do seu tipo de arma, as poções não vão ser usadas com tanta frequência, principalmente conforme você memoriza os padrões dos inimigos.
Desbloquear itens nos jogos de roguelike é quase como um evento, já que precisamos guardar o ouro ou outro item de troca para selecionarmos skills melhores, armas mais fortes e trajes com boa defesa. Para ter mais sucesso nas escolhas, é indispensável avaliarmos o nosso estilo de build, se beira para a proteção, tática e estratégia ou pura força e poder, para usarmos os objetos corretos e conseguirmos prosseguir na história.
Não adianta nada usar diversos itens diferentes e que não se complementam, pois vão fazer o personagem ficar muito frágil ao ponto de receber dois hits e morrer. Portanto, recomendamos que teste as combinações até encontrar a que mais te agrada para poder avançar em todos os mapas e enfrentar os inimigos mais poderosos com menos dificuldades.
Qual a diferença dos jogos de roguelike para roguevania?
O roguevania é a mistura das características do metroidvania, que não possui linearidade, mas conta com a interconexão dos mapas para possibilitar ao usuário total exploração de cada local e ainda desbloquear pontos inacessíveis. Conforme progredimos pelo game, encontramos itens e obtemos novas habilidades que nos deixam mais fortes e preparados para lidarmos com novos inimigos.
Neste caso, os mapas ainda são gerados aleatoriamente, as mortes permanentes continuam, bem como o alto nível de dificuldade e a força dos monstros. Um aspecto que gostamos muito, novamente em Dead Cells, é do famoso wall jump, o salto na parede que Samus, protagonista de Super Metroid, utiliza para chegar a pontos mais difíceis do mapa, e que o Decapitado faz uso constantemente. Confira quais são os roguevanias:
- GetsuFumaDen: Undying Moon: é um game indie, do tipo roguelike, que combina o gênero com o hack-and-slash para tornar o desafio ainda maior;
- Jad: precisamos saltar e escapar de serras mortalmente perigosas, trabalhar com quebra-cabeças e lidar com níveis mais difíceis a cada progresso;
- Dead Cells: um dos mais famosos, esse é um game perfeito para jogar por horas. O Decapitado é nosso protagonista que vai lidar com criaturas estranhas e tentar acabar com o Rei.
De longe, Dead Cells é um dos jogos de roguelike mais desafiadores dessa lista, justamente por trabalhar muito bem com os elementos do gênero, como a morte permanente e a aleatoriedade dos mapas. Somos livres para escolher o bioma para jogar, o que pode facilitar ou dificultar a nossa gameplay. Geralmente, sempre fica pior para o nosso lado, porque os inimigos são mais fortes.
Por que jogos de roguelike fazem tanto sucesso?
Jogos de roguelike fazem sucesso por conta do desafio, aprendizado contínuo e a rejogabilidade praticamente infinita. Você pode permanecer horas na frente do PC ou console no mesmo game e nem perceber, justamente porque os desafios são interessantes e o fato de poder coletar itens para chegar a novas partes os torna mais atraentes, o que causa o desejo de continuar mesmo com tantas dificuldades.
Desafio justo e aprendizado constante
Basicamente, nos jogos de roguelike, fracassamos quase que o tempo inteiro no início porque ainda não memorizamos todos os atalhos e formas de combate. O apelo para derrotas é muito forte, mas não significa que precisamos desistir nas 3 primeiras tentativas, o ideal é continuarmos mesmo com todas as dificuldades impostas pelo game.
Se quisermos descobrir toda a história do jogo, temos que atravessar os mapas, eliminar monstros menores e enfrentar os chefes mais fortes. Há muitas narrativas repletas de segredos, estas que vão ser reveladas somente com o encontro de anotações, páginas de diários ou cartas deixadas em determinados pontos do cenário, assim como vemos em Dead Cells:

No decorrer das nossas aventuras, conseguimos desenvolver habilidades melhores e mais fortes, o que contribui para prosseguirmos nas áreas mais difíceis. Para evitarmos derrotas indesejadas, o mais adequado é verificarmos as skills disponíveis, lermos os diferenciais delas e observar de que maneira elas podem nos ajudar até chegar a outro ponto do mapa.
Saiba que aprender com os próprios erros é também um dos motivos para os jogadores gostarem tanto dos games de roguelike. Isso por ser possível entender onde errou e procurar melhorar, usar novos itens, atacar ou desviar de inimigos que deram dores de cabeça nas partidas anteriores.
Satisfação de superar obstáculos
Diversos jogadores gostam da sensação de passar por obstáculos quase impossíveis, e é justamente esse aspecto que os jogos de roguelike proporcionam. Além de ser um enorme desafio às habilidades de cada pessoa, também contribuem para maior observação do cenário e desenvolvimento de estratégias para conseguirmos prosseguir sem morrer novamente.
O fato de o personagem morrer permanentemente, no começo, assusta quem nunca teve nenhuma experiência com os jogos de roguelike. No entanto, conforme se avança pelos cenários, a compreensão das mecânicas contribui para chegar a novos cenários e ainda manter o protagonista vivo e com poucos arranhões.
Rejogabilidade quase infinita
É possível rejogar os jogos de roguelike quase que de maneira infinita, pois quando somos derrotados, uma nova partida inicia e temos a possibilidade de definir o que queremos fazer. Podemos testar novas estratégias, trabalhar com itens diferentes e utilizar combinações completamente únicas para vermos se realmente pode dar algum resultado positivo.
Nos jogos de roguelike, há diversas builds e itens que podem ser personalizados para fazerem parte de nosso arsenal. Se queremos armas mais fortes, devemos verificar quais habilidades correspondem a esse tipo de necessidade para, dessa forma, selecionarmos a skill compatível.
Gera mais confiança e estimula a mente a pensar
Os jogos de roguelike nos geram mais segurança porque, quando perdemos, voltamos do zero e temos que prosseguir o mesmo caminho para atingirmos o sucesso. Conforme adquirimos experiência com o personagem, o estilo de luta dele, as armas e as habilidades, nos sentimos mais confiantes de prosseguirmos por todo o cenário, mesmo que existam muitos oponentes fortes pela frente.
Por conta do sentimento de confiança, a nossa mente trabalha com mais eficiência, o que nos leva a pensar em estratégias diferentes, uso de caminhos aleatórios e fuga em situações perigosas. Não precisamos enfrentar todos os monstros que surjam em nossa frente, como em Dead Cells, pois ele fornece o sistema de pergaminhos que ajudam a elevar o HP, ao contrário dos beat ‘em ups.
Histórias inovadoras
As histórias dos jogos de roguelike são inovadoras e abordam temas muito interessantes, como a contaminação das pessoas com a peste negra, a mitologia grega ou os efeitos negativos da religião como única fonte de pensamento. Há temas para todos os gostos, o que faz do gênero um dos mais diversos da atualidade; tanto por inovar quanto por trabalhar com referências à realidade e implementar leves críticas sociais.
Destaques entre os melhores jogos de roguelike da atualidade
Hoje em dia, existem diversos jogos de roguelike que são grandes destaques e considerados os melhores pelos players. Não é à toa, já que os games são desafiadores, possuem uma história incrível, ótima narrativa, excelentes mecânicas e lores secretas em lugares esquisitos.
Hades – narrativa e combate fluido em um só pacote
Com mitologia grega e uma incrível narrativa, Hades é um dos jogos de roguelike que nos proporcionam combates fluidos, progressos persistentes por meio de runs e desafios à altura. A história é um dos pontos que mais nos chama atenção, principalmente por conta da personalidade decidida do protagonista, o qual decide fugir do reino de seu pai, no submundo, para encontrar uma pessoa.
Zagreus, filho de Hades, quer sair de onde vive e, para isto, receberá ajuda de sua mãe Nyx, alguns habitantes que vivem no submundo e pelos Deuses do Olimpo. O pai do protagonista diz quase o tempo inteiro que a fuga para outro lugar é praticamente impossível, além de o atrapalhar constantemente para evitar que o seu filho obtenha êxito em sua missão.
Quando Zagreus morre, ele acorda na casa de seu pai e recomeça a fuga para descobrir quem é a sua mãe biológica, Perséfone. Ele nunca pôde conhecê-la porque Hades proíbe que qualquer indivíduo mencione o nome da mulher no palácio, e aquele que o desobedecer, será duramente punido – claro que ninguém vai querer contar nada ao protagonista depois dessa ameaça.
Em determinado momento, Zagreus consegue fugir e encontra finalmente a sua mãe, mas descobre que não pode permanecer muito tempo fora do submundo porque morreria. Ainda assim, ele insiste para a mulher retornar e é neste diálogo que ela explica a razão para ter fugido: no momento em que o seu filho nasceu, ele estava morto, por conta do decreto feito pelas Parcas, que disseram que Hades nunca teria um herdeiro.
Por conta do luto e de toda a dor que sentia ao perder o primogênito, Perséfone fugiu para a Grécia, local este em que vive sozinha e longe dos Deuses do Olimpo para não se meter nas confusões deles. No entanto, o protagonista pede para sua mãe que volte para casa, ao convencê-la sobre a importância dos laços familiares – e, curiosamente, obtém sucesso em sua jornada.
Dead Cells – ação frenética com alma de roguelike indie
Dead Cells é um dos jogos de roguelike marcados pelo rápido combate em 2D, com diversos arsenais disponíveis e uma lore escondida sob ambientes nada agradáveis. Logo no começo do jogo, conhecemos o protagonista, o Decapitado, um homúnculo que pode usar diversos tipos de corpos, sejam de homens ou mulheres, para atravessar os biomas da ilha e encontrar o Rei.
A história se baseia nos estragos deixados pela peste negra na Idade Média, período em que a Europa passou por momentos sombrios. O diferencial é que a doença assolou a ilha em que o jogo se passa e todos os moradores contaminados, ao invés de morrerem, se transformaram em criaturas agressivas e muito perigosas.
Conforme avançamos por cada um dos mapas, descobrimos mais sobre as decisões do Rei e o quão cruel ele foi. Existem notas espalhadas pelos mapas, como uma que diz o seguinte: “Os métodos do Rei não estão nos levando a lugar nenhum e a situação está cada vez pior. Temos que mudar para um método mais passivo rapidamente! Falei com o alquimi…”, e o resto do texto é cortado na sequência. Veja:

Durante a nossa aventura, descobrimos que a peste pode ter se originado da seiva contaminada no Santuário Adormecido. E, sob este lugar, a Aldeia de Paláfitas foi construída, o que pode ter contribuído diretamente para os pescadores terem pegado peixes envenenados e “morrerem” após o consumo.
Os mapas possuem monstros muito agressivos e, por isso, é fundamental coletarmos os pergaminhos para fortalecermos o Decapitado. A troca de armas ou o fortalecimento delas é fundamental para conseguirmos eliminar as criaturas com poucos golpes e de maneira rápida, pois quanto mais tempo eles sobreviverem, maiores são as chances de causar muitos danos, e até de nos derrotar.
Slay the Spire – roguelike de cartas com estratégia profunda
Este é um dos jogos de roguelike de construção de deck em que, a cada turno, precisamos selecionar um dos personagens disponíveis para definir a quantidade de pontos de vida, relíquia e ouro. Um baralho formado por cartas básicas, como ataque e defesa, nos é fornecido para trabalharmos com diferentes níveis de uma mesma torre.
O deck building tem uma dificuldade crescente conforme evoluímos em cada partida, enquanto o sistema das relíquias em conjunto com as sinergias possui alto nível de complexidade. É um game perfeito para pessoas que gostam de desenvolver estratégias, de analisar a problemática e procurar uma solução rápida para poder vencer a partida com excelência.
The Binding of Isaac – pioneiro moderno do gênero
The Bind of Isaac é um dos jogos de roguelike que possui um estilo cartunesco que beira ao grotesco e ainda nos traz diversas referências bíblicas, como o fato de Abraão quase matar o filho, Isaque, como um pedido de Deus para demonstrar sua fé. O mesmo ocorre no game, mas com a diferença de que quem ouve os sussurros divinos é a mãe do protagonista, que, decidida a acabar com a vida da criança, pega uma faca e a persegue pela casa.

Para sobreviver a essa indesejada ameaça, Isaac se esconde em seu quarto para não ser pego. Durante a nossa gameplay, conseguimos ver facilmente que ele chora e demonstra sentir medo porque não sabe exatamente o que vai acontecer, caso a sua “adorada” mãe o capture.
É muito perceptível também que os monstros fazem uma alusão direta para o protagonista, já que eles são muito parecidos com o Isaac. Então, talvez na mente infantil, ele acredite que se eliminar os seus pontos negativos, a sua mãe o veja com bons olhos e desista de tentar matá-lo a troco de nada.
Um aspecto que gostamos muito desse jogo é o fato de possuir mais de 10 finais que vão narrar o que pode ter acontecido ao pequeno Isaac. Conforme prosseguimos pelo jogo, conseguimos desbloquear cada uma dessas cenas e poderemos acompanhar os fins trágicos do personagem.
Esta é uma curiosidade muito interessante e que merece ser mencionada: o criador, Edmund McMillen, quis mostrar os seus sentimentos a respeito da religião, principalmente por crescer em uma família fortemente católica. Por mais que ele acreditasse que o nome do game fosse ser muito arriscado, ele continuou com a mesma ideia e lançou o game – que se tornou um forte sucesso, e é um dos mais amados até hoje.
SIFU – o desejo pela vingança e o envelhecimento a cada morte
SIFU é outro grande exemplo dos jogos de roguelike e começa quando, durante uma noite muito chuvosa, Yang, acompanhado de um grupo de lutadores marciais, como Fajar, Sean, Kuroki e Jinfeng, vai até uma escola de artes marciais para destruir o lugar. A intenção era a de matar o antigo mestre, sifu, e quando conseguem encontrá-lo, o primeiro inimigo o atinge no peito e o faz ter um ataque cardíaco.
Antes do grupo fugir, Yang descobre que o seu mestre tinha um filho que estava escondido nas redondezas, então, pede que Fajar corte a garganta do menino. Depois desse acontecimento, o nosso protagonista desperta e nota que o seu pescoço não possui nenhum ferimento e logo associa isso ao talismã ancestral que segurava durante o ataque.
Para poder se vingar, o nosso personagem começa a treinar incansavelmente pelos próximos 8 anos em um local isolado, além de obter informações valiosas dos criminosos. No momento em que vira um adulto, ele está mais do que pronto para ir atrás das pessoas que tiraram a vida de seu pai, as quais são:
- Fajar: o homem trabalha para traficantes de drogas. Ele também pode manipular as plantas;
- Sean: ele cuida da escola de artes marciais que abriu, além de manter um clube de luta ilegal. Como poder, possui a pirocinese;
- Jinfeng: virou uma empresária corrupta, que usa de sinos sobrenaturais para lutar;
- Kuroki: cuida de uma galeria de arte, mas por trás dessa fachada, atua no crime organizado.
Esse é um dos jogos de roguelike que possui finais diferentes e que vão variar a depender de nossas ações, logo, se matarmos qualquer um de nossos inimigos, seremos enviados de volta no tempo por conta do talismã. Caso as pessoas sejam poupadas, a luta contra Yang acontece no cemitério, mas no mundo real e, se esse vilão for poupado, um ending completamente inesperado é apresentado.
Roguelikes indie que merecem atenção
Há outros jogos de roguelike indies que merecem igual atenção porque são ótimos, contam com temáticas excelentes e são tão desafiadores quanto os mais famosos. Se você gosta de jogos com uma pegada parecida, preparamos uma lista com os principais para conhecer e se aventurar por narrativas especiais, mas no estilo indie – confira:
- Risk of Rain 2: este é um jogo de tiro, mas em terceira pessoa, feito pela Hopoo Games. Controlamos um sobrevivente que ficou preso em um planeta alienígena e para não morrer, é necessário passar por diversos lugares e derrotar inimigos para concluir a missão;
- Enter the Gungeon: com a perspectiva top-down, o jogo nos permite controlar o Soldado, Convicta, Caçadora, o Piloto e Soldado para explorarmos o Gungeon;
- Noita: o game é composto por biomas com diversos monstros, mas também repleto de varinhas, itens e muitas magias. A principal diferença é por usar da física ao seu favor, como a madeira que pode pegar fogo e causar uma fumaça que vai sufocar o nosso personagem;
- Spelunky 2: a intenção do game é a de nos fazer explorar diversos túneis para pegarmos tesouros, ao mesmo tempo, que escapamos de armadilhas e fugimos de monstros.
Todos os jogos de roguelike são recomendados para jogadores que gostam de desafios e estão prontos para colocar em prática as habilidades que possuem. Caso não conheça os títulos, sugerimos que escolha o que mais te conquistou e comece a jogar para descobrir histórias únicas e mecânicas complexas.
Como começar a jogar os jogos de roguelike sem se frustrar?
Comece os jogos de roguelike com calma, analise as mecânicas do jogo, verifique quais as habilidades disponíveis e como podem ser usadas para fortalecer o personagem. Teste, diversifique as builds, assista a outras gameplays e avalie também o seu estilo de jogador para decidir o game ideal. Veja outras dicas que podem te auxiliar:
- Verifique o tipo de roguelike que chama sua atenção, seja pela história ou pelo nível de dificuldade. Se prezar pela narrativa, sugerimos que comece por Dead Cells e The Binding of Isaac;
- É preciso ter ciência de que morrer no jogo faz parte de um processo de aprendizado. Você não conhece o game, não sabe que tipos de monstros existem e nem como aplicam danos. Tenha paciência em seu começo;
- Não jogue com pressa – lembre-se de que ela é a inimiga da perfeição. Prefira explorar, ver todas as salas e descobrir os segredos do jogo;
- Tente montar uma build equilibrada para dar dano e elevar a defesa. Conforme ocorre a progressão gradual de mapa, os monstros ficam muito fortes;
- Teste combinações de armas e procure mantê-las equilibradas;
- Assista às gameplays para entender as builds usadas por outros players e analisar como funcionam;
- Não se frustre ao perder, pois no começo, as mortes vão ser quase constantes;
- Os chefes de cada nível são muito rápidos e fortes, o que vai exigir mais calma para os vencer. Eles possuem padrões, o que pode te ajudar durante a sua play;
- Conheça os inimigos de cada mapa para poder prever os ataques deles e se preparar para desviar e fugir;
- Nunca desanime, pois o roguelike é um tipo de jogo naturalmente mais difícil – você só precisa de tempo para treinar.
Sabemos que os jogos de roguelike são complexos e os níveis de desafios vão mudar, conforme o game selecionado. Caso queira testar alguns títulos, prefira os que sugerimos, porque, apesar de serem difíceis, fornecem excelentes mecânicas e orientações no início para ajudar na aventura. Também dependerá de você analisar os itens e fazer combinações que fortaleçam o personagem para conseguir enfrentar todo tipo de inimigo.
Para acompanhar as novidades sobre o mundo dos games, continue com o JogosZ e descubra quais títulos vão ser lançados nos próximos meses. Surpreenda-se com os principais nomes e se prepare para conhecer as respectivas histórias e saber se vale ou não a pena comprar!

The Binding of Isaac 2025: Guia Completo + Todas as Expansões
The Binding of Isaac é um dos roguelikes mais influentes da história dos games. Desde seu lançamento original em 2011, o jogo evoluiu significativamente, recebendo diversas expansões que adicionaram novos itens, personagens, modos de jogo e desafios. Em 2025, com o lançamento de Repentance+, o jogo alcançou sua versão mais completa e refinada.
Este The Binding of Isaac guia tem como objetivo apresentar um panorama detalhado de todas as expansões e conteúdos disponíveis, auxiliando tanto novos jogadores quanto veteranos a explorarem tudo o que o jogo tem a oferecer.
Responsável por popularizar um dos títulos mais famosos, como Dead Cells, Isaac é o verdadeiro significado de dificuldade, horror e terror. Composto por designs cartunescos e uma trilha sonora impecável capaz de transmitir as emoções do protagonista, esse é o jogo que permanece como um dos favoritos de milhares de players; por conta de sua história, personagens, dungeons e inspiração da vida dos criadores.
The Binding of Isaac: Um Indie que Desafiou Limites
The Binding of Isaac é um jogo indie do gênero roguelike que desafiou os jogadores e os fez chegar aos seus limites durante as gameplays porque é desafiador. O protagonista deve sobreviver em um mundo repleto de monstros e também escapar de sua mãe, que tenta dá-lo como prova de sua fé para Deus — e que faz referência direta para a história bíblica de Isaac.
O nascimento do projeto
The Binding of Isaac foi desenvolvido por Florian Himsl e Edmund McMillen no ano de 2011, com potencial referência às questões religiosas, especificamente nos pontos positivos e negativos de crescer e viver em uma família católica. Inclusive, uma curiosidade interessante: os criadores acreditavam que o título era extremamente arriscado por conta da referência que faz, mas prosseguiram com a ideia original e lançaram o jogo.
A intenção de Florian e Edmund era a de desenvolver um game jam dentro de uma semana, com características de roguelike e com forte inspiração em The Legend of Zelda. Inicialmente, o jogo teve lançamento em flash. Porém, com o decorrer dos anos e com a chegada de novas tecnologias, foi possível relançar o título em diferentes versões, como Rebirth, Afterbirth e Repentance.
A Premissa Narrativa e Seus Símbolos
Toda a premissa está relacionada ao sacrifício de Isaac, logo após a mãe dele acreditar que precisa mostrar a fé que possui para Deus. No game existem diversos elementos simbólicos que envolvem os sentimentos de culpa, o trauma infantil e a inclusão de monstros para demonstrar como as crianças sentem o medo e de que forma o imaginam.
O sacrifício de Isaac
O sacrifício de Isaac se inspira diretamente em uma história bíblica, em que Deus orienta Abraão a matar o seu filho único, Isaque, para demonstrar e testar a sua fé. A história do jogo ocorre de maneira similar, quando a mãe do protagonista escuta a voz d’Ele e que a pede para proteger a criança contra qualquer mal ao trancá-la no quarto.
Acontece que isso ainda não foi o suficiente, já que pouco tempo depois, a voz explica a mulher que precisa matar a criança como a verdadeira prova de sua devoção. Sem questionar, ela simplesmente pega uma faca na cozinha e se direciona ao quarto para dar um fim na vida do pequeno Isaac.

Dependendo do final, podemos ver os restos mortais da criança dentro de baús. Em outras ocasiões, a mãe pode tê-lo encontrado e acabado com a vida dele de forma muito cruel. Isto pode significar que o menino durante todo esse tempo construiu uma história enquanto estava trancado no porão para não ser pego — e que pode refletir diretamente toda a nossa aventura.
Elementos simbólicos
Entre os elementos que mais nos chamam atenção, estão o fanatismo religioso da mãe de Isaac e o seu desejo de mostrar toda a fé que possui em Deus. Juntamente desse aspecto, há também a repressão, trauma infantil, culpa e o medo que perseguem o nosso protagonista em toda a sua caótica jornada em busca de se libertar das ameaças que sofre.
Os cenários se baseiam em dungeons — que lembram The Legend of Zelda — e o sistema de vida é igualmente similar, composto por um trio de corações. Se Isaac for atingido pelos monstros, a energia é reduzida, o que vai obrigar o nosso personagem a tentar se manter vivo o máximo que conseguir, como abaixo:

A respeito da crise de identidade, a criança enfrenta monstros muito parecidos com a sua própria aparência física. Isso pode significar que Isaac se vê como uma criatura maléfica por culpa de sua mãe, tenta eliminar o seu “lado ruim” para mostrar que é um bom menino e, dessa forma, não ser morto.
Mecânicas de Jogo e Estilo Roguelike
Para os apaixonados por um verdadeiro desafio, The Binding of Isaac é um jogo roguelike com partidas desafiadoras que fazem o jogador se manter focado para não ser derrotado. Como bem sabemos, esse gênero de game te faz perder tudo o que conquistou até o momento e começar do zero – assim como acontece em Dead Cells.
Estrutura e desafio
Mortes são permanentes em The Binding of Isaac, o que significa que se perdermos um desafio, teremos que reiniciar a partida. Portanto, se não coletarmos os itens e os usarmos adequadamente nos novos cenários, teremos o dobro de dificuldade de chegarmos às novas dungeons.
Antes de prosseguir para novos desafios, é necessário verificar os tipos de itens fornecidos e avaliar como podem contribuir com a jornada por todos os cenários. O uso dos equipamentos certos ajuda a eliminar os minions e também os chefões — é crucial ficar atento também aos padrões deles para os vencer com tranquilidade.
Diversidade de itens e builds
Em cada run, você tem a possibilidade de personalizar as suas builds da maneira que desejar para ter uma experiência única na partida. Como existem centenas de itens disponíveis, o ideal é analisar os efeitos e tipos de interações para escolher os que podem te ajudar a concluir as fases com o menor risco de perda possível. Confira este gameplay do YouTuber BRKsEDU:
Por exemplo, para conseguir eliminar a maior quantidade de monstros, o uso do “livro de receitas anarquistas” consegue invocar até 6 bombas trolls para matar as criaturas. É uma alternativa, caso os tiros de longa distância não sejam suficientes — o que pode tornar a sua jogabilidade ainda mais prática.
Versões, DLCs e Expansões
The Binding of Isaac possui diversos DLCs, expansões e versões, principalmente porque o game saiu de seu modo flash e conquistou uma engine nova e mais versátil.
A mecânica se tornou mais fluida, desafiadora e repleta de inovações que conseguiram conquistar a atenção de diversos jogadores que procuram jogos difíceis para se aventurarem.
Evolução técnica e gráfica
Inicialmente, os desenvolvedores usaram o Flash para construir o jogo e, posteriormente, começaram a usar novas tecnologias já em Rebirth. Com essas modificações, o design, a performance e a trilha sonora ficaram mais atmosféricos, atraentes e agradáveis do que no começo, pois geram maior imersividade ao jogador e permitem que ele permaneça horas na frente do PC para enfrentar os monstros e fortalecer o Isaac.
Expansões e novos conteúdos
O jogo possui algumas DLCs que possibilitam aos players se aventurarem pelas dungeons a fim de enfrentarem inimigos poderosos. Existem novas áreas, mais personagens, diferentes finais e muitos segredos que devem ser desvendados conforme a aventura acontece. Conheça quais são esses títulos:
| Afterbirth: | Afterbirth+ | Repentance: |
| Lançado em 3 de janeiro de 2017; | Lançado em 26 de setembro de 2017; | 4 de novembro de 2021; |
| Possui 111 itens; | 5 desafios novos; | 130 itens novos; |
| 38 enfeites; | 100 salas diferentes; | Chefe novo no final; |
| 22 itens de coleta; | Cenas extras; | 100 inimigos novos; |
| Possui um novo capítulo final e um novo chefe; | 4 chefes novos; | 25 chefes novos; |
| Um chefe exclusivo para o Greedier; | Mais conquistas; | 5 desafios completamente novos; |
| Modo difícil e ganancioso; | Capítulo final + chefe; | 100 conquistas; |
| 5 desafios diferentes; | Salas ultrarraras; | 5 mil designs novos nas salas; |
| 127 conquistas; | Bestiário para ler sobre os inimigos; | Caminho alternativo; |
| 1500 salas novas; | De volta à vitória que permite prosseguir com o jogo se estiver finalizado; | Mais capítulos para se aventurar; |
| 4 transformações diferentes; | Novo personagem para o jogador usar; | 2 personagens jogáveis; |
| 20 inimigos novos. | 2 transformações novas. | 500 horas de muita play. |
Atualmente, a Nicalis, editora responsável pelo game, elaborou ferramentas para MODs a fim de facilitar a criação de novos conteúdos por parte dos jogadores. Em conjunto com essa novidade, atualizações são lançadas constantemente para assegurar que o jogo rode perfeitamente e não apresente bugs consideráveis que prejudiquem a narrativa e a experiência do player.
Rebirth (2014)
Lançado em 2014, Rebirth é uma recriação completa do jogo original, desenvolvido em uma nova engine que permite gráficos aprimorados e maior desempenho. Esta versão introduziu novos personagens, itens e desafios, além de suporte a mods, proporcionando uma experiência mais rica e variada para os jogadores.
Afterbirth (2015)
A expansão Afterbirth trouxe uma série de novidades, incluindo o modo Greed, que oferece uma jogabilidade focada em risco e recompensa. Além disso, foram adicionados novos itens, inimigos e chefes, ampliando ainda mais o conteúdo do jogo.
Afterbirth+ (2017)
Afterbirth+ focou na comunidade, introduzindo suporte oficial a mods e conteúdo criado por fãs. Esta expansão também adicionou novos itens, desafios e o personagem Apollyon, além de melhorias na jogabilidade e na interface do usuário.
Repentance (2021)
Considerada a expansão definitiva, Repentance incorporou o mod Antibirth com melhorias e conteúdo adicional. Foram adicionados novos personagens, versões alternativas dos personagens existentes, novos andares, chefes e finais, proporcionando uma experiência ainda mais desafiadora e completa.
Repentance+ (2024)
Lançada em 2024, Repentance+ é uma atualização gratuita que adicionou multiplayer online e melhorias de qualidade de vida. Agora, os jogadores podem se aventurar juntos em partidas cooperativas, enfrentando os horrores do porão de Isaac em equipe.
Estética e Trilha Sonora
Esteticamente, The Binding of Isaac, é um jogo com características cartunescas que trabalha diretamente com a inocência do protagonista e também aplica figuras de horror para transmitir o medo e a perda da ingenuidade da criança. As trilhas sonoras são imersivas, sombrias e contribuem para causar uma tensão emocional ainda mais forte no jogador.
Estilo grotesco e cativante
O game The Binding of Isaac tem um design grotesco-cartunesco que contrasta com o horror e também com a inocência do personagem principal. Normalmente, vemos ele com os olhos cheios de lágrimas e com medo do que pode acontecer nas salas.
Cada inimigo tem um design perturbador e totalmente inspirado nas distorções criadas pelas religiões e também pelos traumas infantis. Isso significa que acompanhamos diretamente o medo de Isaac quanto ao desconhecido, o que o faz imaginar desde cenários horripilantes até monstros bizarros e de tamanhos diferentes.
Naturalmente, crianças têm a imaginação mais aflorada e enxergam o sentimento “medo” de maneira muito própria e abstrata. Ou seja, as criaturas assustadoras podem ter sido criadas na mente de Isaac a fim de poder derrotá-las em sua cabeça e mostrar para a sua mãe que ele não é perigoso e não tem maldade em seu coração.
Música como imersão
Trilhas sonoras de jogos são quase sempre espetaculares e The Binding of Isaac está dentro dessa lista – para a nossa alegria. A composição de cada música é feita por Danny Baranowsky, que soube exatamente como desenvolver composições mais sombrias que ajudam a causar mais tensão, fazer o jogador sentir receio e até mesmo medo do que pode encontrar nas próximas salas.
Algumas das músicas podem ser mais emotivas, outras assombrosas e tensas, justamente para trabalhar com a parte sentimental do personagem e transmitir exatamente o que ele sente em cada aventura para o jogador. Todas as melodias estão disponíveis em uma playlist no YouTube, que pode ser escutada por você para conhecer um pouco mais do que o game tem a te oferecer!
Personagens e Construção de Mundo
Existem dezenas de personagens em The Binding of Isaac que são jogáveis e podem proporcionar uma jogabilidade diferente, além do que o nosso próprio protagonista e dos itens que consome já nos oferece. Portanto, temos a possibilidade de selecionar 1 dentre os 34 disponíveis que fazem referência direta para as aspectos da Bíblia e suas histórias.
Isaac e suas variações
Isaac é o nosso protagonista e, com ele, nos aventuramos por diversos cenários e enfrentamos muitos inimigos fortes. Além dele ser a representação de Isaque, filho de Abraão na Bíblia, ainda temos outros nomes igualmente importantes que podem até mesmo te surpreender, como:
- Magdalene;
- Eden
- Cain;
- Judas/Judas Negro;
- Azazel;
- Lazarus;
- Eve;
- Apollyon;
- Sansão;
- Betânia;
- Ankh (???)
- Os Perdidos (The Lost);
- Os Esquecidos (The Forgotten);
- Guardião (Keeper);
- Jacó e Esaú.
Possivelmente, você deve conhecer alguns dos nomes mencionados, seja por conta da própria Bíblia, quanto por conta de filmes, séries e animações.

Se tiver todas as DLCs, vai ter a possibilidade de se aventurar pelos cenários acompanhado de um deles e descobrir o que podem fazer de diferente, que tipos de ataques possuem e qual o nível de força deles.
Finais múltiplos e narrativas fragmentadas
Conforme for o seu progresso no game, os finais podem ser completamente diferentes por conta de suas 21 variações. Tenha em vista que a cada partida, você realiza a reconstrução do quebra-cabeça de toda a história do protagonista e vai conseguir entender melhor a narrativa proposta. Entenda quais são algumas das endings:
- Final 1: em sua história, Isaac sai vitorioso, mas na realidade ele pode ter sido morto por sua mãe;
- Final 3: Isaac encontra um baú, abre e acha uma corda e usa-a para se enforcar, refletindo sua desesperança – pesado;
- Final 15: a câmera prossegue para um cartaz que mostra a foto de Isaac com os dizeres de “desaparecido”. A mãe dele aparece no fundo, enquanto o procura;
- Final 17: a continuação do final 15 mostra a casa de Isaac. Na sequência, vemos um baú do protagonista e, quando o objeto é aberto, vemos os restos mortais da criança;
- Final 22: Isaac enfrenta “The Beast”, representando a culminação de seus medos internos.
Devido ao tamanho do jogo, é sempre importante aproveitar para ver todos os finais e descobrir o que pode ter acontecido com Isaac. Como há uma variedade de endings, você terá muito o que se fazer em cada run e com a certeza de que toda a play vai levar um certo tempo para ser concluída.
Impacto Cultural e Legado
A grande maioria dos jogos indies e roguelikes se inspirou muito em The Binding of Isaac devido às características, tipo de mecânica, enredo e personagens. O nível de desafios é outro aspecto que também conquistou muito o coração de diversos desenvolvedores que se inspiraram e ainda se inspiram neste game para construírem as suas próprias narrativas.
Influência nos indies e roguelikes
É por conta de The Binding of Isaac que nomes famosos, atualmente, se popularizaram, como Hades, Enter the Gungeon e um dos mais aclamados até hoje: Dead Cells. O roguelike, em si, é extremamente desafiador e muitos jogadores quase desistiram do gênero devido à dificuldade, mas a influência do primeiro título auxiliou as empresas a elaborarem conteúdos atraentes, complexos, mas com uma narrativa imersiva.
Comunidade e cultura em torno do jogo
Interagir com a comunidade é muito importante para acompanhar as novidades e ver quais os melhores MODs são recomendados. Com muita facilidade, você encontra os moddings ativos e ainda pode conversar com os membros da fã base para apresentar as suas teorias e acompanhar outras linhas de raciocínio; caso queira se aprofundar cada vez mais na história.
Para maior segurança dos jogadores, os moddings são feitos oficialmente e não vão prejudicar o seu computador, da mesma forma que acontece com os conteúdos desenvolvidos pela própria comunidade de Dead Cells — disponível no Steam. Sempre que quiser realizar qualquer modificação, basta acessar a página relacionada aos MODs, baixar e instalar para se divertir no game.
The Binding of Isaac é Mais do que um Jogo Difícil
O jogo The Binding of Isaac reúne tudo o que gostamos: profundidade em história e desafios hardcores para permanecermos focados no game por horas. Há muitas simbologias interessantes, uma narrativa envolvente e dungeons que vão nos fazer passar uma boa dose de raiva até aprendermos os padrões de cada chefe ou inimigo.
Relevante até os dias de hoje, o game consegue se reinventar e nos manter entretidos por horas. Se a sua intenção é platinar o jogo, devemos avisar que vai te exigir paciência porque são 640 conquistas no Steam — um padrão do gênero roguelike — o que promete muita diversão e também grande dificuldade.
Dicas para Iniciantes
Se você está começando sua jornada em The Binding of Isaac, é natural sentir-se sobrecarregado com a quantidade de conteúdo e mecânicas disponíveis. Aqui estão algumas dicas para facilitar sua entrada no jogo:
Não tenha medo de experimentar: O jogo incentiva a experimentação. Teste diferentes combinações de itens e estratégias para encontrar o que funciona melhor para você.
Familiarize-se com as mecânicas básicas: Antes de explorar as expansões, jogue a versão base para entender os controles, tipos de inimigos e funcionamento dos itens.
Explore cada expansão gradualmente: Cada expansão adiciona complexidade e novos elementos ao jogo. Introduza-as uma a uma para assimilar as mudanças de forma eficaz.
Utilize recursos da comunidade: Guias, vídeos e fóruns podem ser extremamente úteis para aprender estratégias e descobrir segredos.
Para aprofundar seus conhecimentos e aprimorar sua experiência em The Binding of Isaac, confira os seguintes recursos:
- Wiki Oficial do Jogo: Informações detalhadas sobre itens, inimigos, personagens e muito mais.
- Guia de Progresso no Jogo: Ajuda a entender a progressão e desbloqueios no jogo.
- Platinum God – Lista de Itens: Ferramenta interativa para consultar itens e seus efeitos.
O que The Binding of Isaac representa?
The Binding of Isaac em 2025 representa a culminação de anos de desenvolvimento e aprimoramento. Com uma vasta gama de conteúdos, desde a versão base até as expansões mais recentes, o jogo oferece uma experiência rica e desafiadora para jogadores de todos os níveis.
Seja você um novato curioso ou um veterano buscando completar todos os desafios, este guia serve como um ponto de partida para sua jornada. Prepare-se para explorar, morrer e renascer inúmeras vezes neste universo sombrio e fascinante.

Quanto tempo para zerar Dying Light em 2025?
Muitos se perguntam quanto tempo para zerar Dying Light, afinal, esse é um destaque do gênero! Lançado no ano de 2015 e desenvolvido e distribuído pela Techland, Dying Light surgiu não só como um sucessor espiritual para o game Dead Island, como também representa um divisor de águas em jogos deste gênero
Saiba, a seguir, quanto tempo para zerar Dying Light você vai precisar durante a sua jornada neste mundo aberto pós-apocalíptico que mistura parkour com combate corpo a corpo. Use o cenário a seu favor e desfrute das principais mecânicas de sua jogabilidade!
Quanto tempo para zerar Dying Light?
Para completar apenas a campanha principal de Dying Light, os jogadores precisarão de aproximadamente 18 horas de gameplay. Este tempo pode variar dependendo do seu estilo de jogo e familiaridade com mecânicas de parkour e combate corpo a corpo.

Para jogadores focados exclusivamente na narrativa principal, sem se envolver com conteúdo adicional, o tempo pode ser reduzido para cerca de 15-17 horas através de estratégias como pular cutscenas, minimizar mortes e seguir diretamente para os objetivos principais.
Quantas horas tem Dying light 1 com missões secundárias
Dying Light oferece uma experiência muito mais rica quando você explora seu conteúdo secundário. Jogadores que se envolvem com missões secundárias podem levar entre 35 a 100 horas para completar o jogo, com uma média de 55 horas para completionistas. Essa são quantas horas tem dying light 1.
A cidade de Harran oferece diversas atividades paralelas que expandem significativamente a duração do jogo:
- Missões secundárias narrativas;
- Coleta de itens e recursos;
- Desafios de parkour;
- Exploração completa do mapa;
- Modo cooperativo com até 4 jogadores.
DLCs e conteúdo adicional
O jogo conta com três principais expansões que adicionam horas consideráveis de conteúdo:
Dying Light: The Following – Esta expansão principal oferece entre 15 a 21 horas de conteúdo adicional, podendo chegar a 82 horas para completionistas. Introduz veículos e uma nova área rural para explorar.
Bozak Horde – Adiciona aproximadamente 2-4 horas de gameplay focado em desafios de arena.
Hellraid – Oferece cerca de 3-6 horas de conteúdo inspirado em RPGs de fantasia medieval.
Quanto tempo para zerar Dying Light com Conquistas e 100% de conclusão
Para os caçadores de troféus que desejam alcançar 100% de conclusão, quanto tempo para zerar Dying Light exigirá um tempo mais significativo. O jogo possui 78 conquistas que requerem:
- Completar a história principal
- Finalizar todas as missões secundárias
- Jogar no modo cooperativo
- Completar todas as três DLCs
- Coletar itens específicos e realizar desafios únicos
O tempo total para platinar o jogo varia entre 40 a 80 horas, dependendo da habilidade do jogador e do uso de guias.
Disponibilidade e preços em 2025
Em 2025, Dying Light está disponível nas seguintes plataformas principais:
Steam: Frequentemente disponível com desconto de até 80%, tornando-se uma excelente oportunidade para novos jogadores.
Microsoft Store: Disponível para Xbox One, Xbox Series X/S e PC.
PlayStation Store: Compatível com PS4 e PS5.
Epic Games Store: Versão PC com promoções regulares.
Nintendo Switch: Versão otimizada para o console híbrido da Nintendo.
Dicas para otimizar seu tempo de jogo
Para maximizar sua experiência após conhecer quanto tempo para zerar Dying Light, seguem algumas dicas para otimização de tempo do game:
- Jogue cooperativo: A experiência multiplayer não apenas é mais divertida, mas também pode acelerar certas missões.
- Explore durante o dia: Use as horas diurnas para coleta de recursos e exploração, reservando a noite para missões específicas.
- Desenvolva habilidades de parkour: Investir no sistema de movimentação economiza tempo significativo de deslocamento.
- Gerencie recursos: O sistema de crafting é essencial – sempre colete materiais durante a exploração.
- Use guias para conquistas: Se busca 100% de conclusão, algumas conquistas são perdíveis e requerem planejamento.
Dying Light oferece uma experiência que pode durar de 18 horas (apenas história) até mais de 100 horas (completionista com DLCs). Em 2025, com preços acessíveis e o lançamento iminente de The Beast, é o momento ideal para experimentar ou revisitar este clássico do survival horror.
Sobre o que é Dying Light?
Deixando um pouco de lado o assunto sobre quanto tempo para zerar Dying Light, vamos falar sobre o jogo em si. Dying Light se trata de um jogo survival horror em primeira pessoa que utiliza de elementos de parkour, crafting e combates corpo a corpo como seus principais elementos de gameplay.

Outro ponto que deve ser destacado na gameplay de Dying Light é o seu sistema de dia e noite, o seu maior diferencial de outros games de zumbis. Durante o dia, o jogador não tem problemas em lutar contra zumbis, mas a noite, os mortos-vivos se tornam mais hostis e difíceis de se enfrentar.
Em questão de sua narrativa, no game acompanhamos o agente Kyle Crane, no qual é enviado para a missão de recuperar documentos confidenciais roubados na cidade de Harran, que está sob quarentena devido a um surto de um vírus zumbi. Durante sua missão, Kyle precisará enfrentar gangues, zumbis e decidir se seguirá à risca suas ordens ou se ajudará sobreviventes.
Através de quanto tempo para zerar Dying Light os jogadores utilizam em média, podemos dizer que se trata de um jogo com uma duração bem longa, algo que irá agradar muito os jogadores que curtem exploração de mapas e é claro, jogar com os amigos, pois um dos maiores acertos do jogo é seu coop para até quatro pessoas.
O jogo Dying Light está disponível para o PS4, Xbox One, Nintendo Switch e para PC nas plataformas da Steam e Epic Games. No ano de 2022, o game recebeu sua sequência, Dying Light 2: Stay Human, mas ao contrário do primeiro título, ele não trouxe muitas inovações em sua gameplay, além de uma narrativa inferior a do primeiro jogo.

Quanto tempo demora para zerar Resident Evil 7 em 2025?
Lançado no início de 2017, cinco anos após o último título da franquia RE, o sétimo jogo chegou como uma forma de revival para a série de jogos da Capcom, mas quanto tempo demora para zerar Resident Evil 7?
Confira neste artigo informações valiosas sobre a duração do jogo caso você foque apenas na história e também dicas se você deseja platinar o game e o tempo de duração de cada uma das suas DLCs.
Quanto tempo demora para zerar Resident Evil 7?
Segundo dados do HowLongToBeat, quanto tempo demora para zerar Resident Evil 7 é de 9 horas para completar apenas a história principal, enquanto jogadores que exploram conteúdos extras levam aproximadamente 11 horas e 30 minutos. Para aqueles que buscam a platina completa, o tempo se estende para mais de 20 horas de gameplay.

Lançado em janeiro de 2017, Resident Evil 7 já vendeu mais de 14 milhões de cópias até novembro de 2024, consolidando-se como um dos maiores sucessos da franquia. O jogo marcou uma revolução na série ao adotar pela primeira vez a perspectiva em primeira pessoa nos títulos principais, trazendo de volta o foco no survival horror que consagrou a franquia.
Quanto tempo demora para zerar Resident Evil 7 por modalidade de jogo
Veja quanto tempo demora para zerar Resident Evil 7 por cada modalidade de jogo:
História principal apenas
Para jogadores que focam exclusivamente na missão principal, Resident Evil 7 pode ser completado entre 9 a 10 horas na dificuldade normal. Esse tempo pode variar conforme o estilo de cada jogador, com speedrunners conseguindo tempos ainda menores.
História principal + extras
Jogadores que coletam documentos, fitas cassete e exploram todas as áreas disponíveis levam entre 11 a 12 horas para completar o jogo. A experiência inclui a descoberta de itens opcionais e segredos escondidos pela propriedade Baker.
Completionista (100%)
Para conseguir todos os troféus e conquistas, incluindo múltiplas passadas no modo Madhouse, são necessárias entre 20 a 30 horas. Resident Evil 7 possui 38 troféus, sendo que 18 deles podem ser perdidos caso o jogador não realize ações específicas.
Dificuldades e suas variações de tempo
Cheque quanto tempo demora para zerar Resident Evil 7 nas variações com dificuldades:
Modo Normal
A dificuldade padrão oferece uma experiência equilibrada entre desafio e progressão, com tempo médio de 9 horas para história principal.
Modo Madhouse
Desbloqueado após completar o jogo, o modo Madhouse oferece uma experiência de survival horror mais desafiadora, com alterações no comportamento dos inimigos, recursos escassos e novos itens colecionáveis. Nesta dificuldade, o tempo para completar pode variar entre 10 a 14 horas.
Quanto tempo demora para zerar Resident Evil 7 DLCs ?
O jogo recebeu três expansões principais que ampliam significativamente o conteúdo disponível. Confira quanto tempo demora para zerar Resident Evil 7 em cada uma das expansões:
Banned Footage (Gravação Proibida) – Volumes 1 e 2
Cada volume das DLCs Banned Footage oferece aproximadamente 2 horas de conteúdo adicional, totalizando 4 horas entre os dois volumes. Inclui o desafiador modo “Ethan Must Die”, comparado pelos jogadores ao nível de dificuldade de Dark Souls.
Not a Hero (DLC gratuita)
A DLC gratuita Not a Hero, protagonizada por Chris Redfield, oferece entre 2 a 3 horas de gameplay. A expansão se passa após os eventos principais e traz mais informações sobre a infestação do fungo.
End of Zoe
A DLC final e mais curta, End of Zoe possui duração entre 1 hora e 30 minutos a 2 horas, focando no desfecho da personagem Zoe Baker através da perspectiva de Joe Baker.
Plataformas disponíveis em 2025
Resident Evil 7 está disponível para PlayStation 4, Windows, Xbox One, PlayStation 5, Xbox Series X/S, Nintendo Switch (versão em nuvem), iOS, iPadOS e macOS.
Versões next-gen
As versões para PS5 e Xbox Series X/S foram lançadas em junho de 2022, oferecendo gráficos aprimorados, ray tracing e tempos de carregamento reduzidos. Versões físicas para PS5 foram lançadas na Europa em dezembro de 2024 e nos Estados Unidos em janeiro de 2025, com preço sugerido de $29.99.
Nintendo Switch
A versão em nuvem para Nintendo Switch foi lançada mundialmente em dezembro de 2022, permitindo que jogadores experimentem os primeiros 15 minutos gratuitamente antes de adquirir o passe completo.
Preços atuais nas principais lojas
Na Steam, Resident Evil 7 está disponível com desconto de 60%, enquanto a Gold Edition combinada com Village oferece desconto de 75%. O jogo também está presente em serviços de assinatura como Xbox Game Pass e PlayStation Plus Collection.
Comparação de quanto tempo demora para zerar Resident Evil 7 com outros títulos da série
Resident Evil 7 possui duração ligeiramente menor que Resident Evil Village, que leva cerca de 12 horas para ser completado. Considerando toda a franquia numerada principal, são necessárias aproximadamente 102 horas para completar todos os títulos principais.
Resident Evil 7 oferece uma experiência de survival horror concentrada e intensa, com duração ideal para jogadores que buscam uma experiência completa sem excessos. O tempo médio de 9 horas para a história principal torna o jogo acessível tanto para veteranos quanto para novos jogadores da franquia.

Para maximizar a experiência, recomenda-se explorar as DLCs, que adicionam aproximadamente 8 horas extras de conteúdo.
O jogo está disponível em todas as principais plataformas, incluindo as versões next-gen otimizadas para PS5 e Xbox Series X/S, oferecendo a melhor experiência visual e de performance da franquia até o momento. Ao saber quanto tempo demora para zerar Resident Evil 7, você pode aproveitar ainda mais o game.

Springtrap Dead by Daylight: Confira detalhes sobre a atualização!
No dia 17 de junho de 2025, Springtrap Dead By Daylight chega para aterrorizar os jogadores, com as suas habilidades insanas e trejeitos bizarros. O animatrônico de Five Nights At Freddy’s é um assassino jogável com nível de dificuldade alto. Isso significa que ele está mais do que pronto para atormentar a vida dos jogadores nas partidas multiplayers com ou sem amigos.
A DLC de Springtrap Dead By Daylight está disponível por R$ 14,97 no Steam, enquanto o jogo base se encontra por apenas R$ 23,98 até o dia 26 de junho. Se você não possui o game e quer muito ver pessoalmente o que Springtrap é capaz de fazer, sugerimos que aproveite para fazer a compra e já obter o complemento para jogar.
De que forma o Springtrap Dead by Daylight entrou na névoa?
Ao despertar, Springtrap ouve risos infantis que o atraem até uma cozinha, onde percebe existir somente uma névoa muito agitada. Era esse o convite que o personagem precisava para voltar a cometer os seus crimes, mas agora com total liberdade e a certeza que não será pego.
Por 30 anos, o vilão de FNAF ficou preso no traje de Spring Bonnie e, nesse período, possivelmente esteve desacordado. O seu despertar aconteceu por meio de sons muito familiares, como se fossem os fantasmas que o atormentavam, as gargalhadas das crianças. São esses barulhos que chamam a atenção dele e o fazem se erguer de onde estava para encontrar quem seriam os responsáveis por tal “brincadeira”.
Quais as habilidades de Springtrap Dead by Daylight?
Como principal habilidade, está o Medo de Fazbear que permite ao animatrônico lançar um projétil que fica preso no corpo da vítima e a deixa completamente vulnerável. Se esse objeto não for removido do corpo, maiores são as chances do sobrevivente levar muitos danos, além de sofrer também com o Quebrado e Alheio. Conheça as outras skills de Springtrap Dead By Daylight:

Springtrap Dead By Daylight é um dos personagens mais desafiadores de enfrentar em uma partida, pois ele é veloz mesmo que isso não possa ser tão perceptível a princípio. Mesmo em FNAF 3, os jogadores sofreram muito nas mãos do vilão e é muito possível que você também precise se adaptar à força e à agilidade dele.
Como a comunidade reagiu ao Springtrap Dead by Daylight?
Os fãs ficaram eufóricos porque essa é a primeira vez que todos puderam ver melhor e em detalhes, como é o corpo de Springtrap Dead By Daylight após tanto tempo preso em um traje springlock. Afinal, quem está ali não é um simples animatrônico irracional, ele é o maior vilão de Five Nights At Freddy’s, o icônico William Afton.
Além disso, o fato de podermos ver Springtrap Dead By Daylight em movimento é como um sonho realizado dos jogadores que acompanharam o lançamento do 3° jogo da franquia em 2015. Pelo jogo original ser um point-and-click, não era possível ver muito do personagem em total movimento, nem mesmo notar suas características físicas com tanta precisão, mas, DBD realizou o sonho da comunidade que se encantou com o vilão.
Não podemos deixar de lado que a presença de Springtrap Dead By Daylight trouxe consigo a famosa pizzaria do Freddy Fazbear. As cores vibrantes ajudam a disfarçar os horrores que ocorreram no interior do local e que, há muito tempo, ficaram esquecidos por todas as pessoas de Hurricane, Estados Unidos.
O monstro de carne e metal, Springtrap Dead By Daylight, chegou e está pronto para tornar a sua gameplay ainda mais horrenda. Conte para o JogosZ o que achou da DLC, se jogou ou assistiu a vídeos e quais são as suas opiniões sobre o mais recente lançamento desse poderoso jogo de terror!
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