PEB e Login House eXP promovem watch party do VCT Americas em São Paulo neste domingo (6)

PEB e Login House eXP promovem watch party do VCT Americas em São Paulo neste domingo (6)

A watch party do VCT Americas Stage 2 acontece neste domingo (6), das 13h às 22h, na Login House eXP, na Vila Madalena, em São Paulo. O evento é organizado pelo Prêmio eSports Brasil (PEB) em parceria com a casa gamer e reúne transmissão da grande final de VALORANT em telão, desafio de console, torneio presencial e distribuição de brindes para o público que chegar primeiro.

Onde e quando assistir à watch party do VCT Americas em São Paulo

A grande final do VCT Americas Stage 2 é disputada neste domingo, dia 6 de setembro, e marca a primeira vez que a decisão da liga deixa Los Angeles e passa a ser realizada em São Paulo. Para acompanhar o momento com a comunidade brasileira de VALORANT, o PEB e a Login House eXP organizam uma watch party aberta ao público, com capacidade para até 250 pessoas simultâneas e 100 lugares sentados.

EventoWatch party da final do VCT Americas Stage 2
DataDomingo, 6 de setembro de 2026
HorárioDas 13h às 22h
LocalLogin House eXP
EndereçoRua Harmonia, 21 – Vila Madalena, São Paulo (SP)
Capacidade total250 pessoas
Lugares sentados100

A programação da watch party marca também o início oficial da parceria entre o PEB e a Login House eXP, hub de experiências gamer que já recebeu outras transmissões de VALORANT na Vila Madalena. Segundo o comunicado, a colaboração entre as duas marcas pode se estender a novos eventos ao longo do segundo semestre de 2026, acompanhando outros momentos relevantes do calendário de esports.

Como comprar ingresso para a watch party do VCT Americas

Os ingressos para a watch party são vendidos antecipadamente pela página oficial do evento e têm valores diferentes conforme o tipo de acesso escolhido. Não há venda de meia-entrada divulgada no comunicado, e a organização recomenda a compra antecipada devido à capacidade limitada do espaço.

  • Ingresso sem consumação: R$ 20, dá direito apenas à entrada no evento.
  • Ingresso com consumação: R$ 70, inclui a entrada e R$ 70 em crédito para consumo na comanda do bar.

Os valores acima foram confirmados diretamente no material de divulgação oficial do evento. Como se trata de um ingresso vendido por plataforma própria e não por uma loja de jogos, não há necessidade de conversão de moeda nem variação por região dentro do Brasil.

Atrações da watch party: desafio de console, Login Arena e brindes

Além da transmissão da final do VCT Americas em telão com áudio de alta qualidade, a watch party reserva atividades interativas para quem for até a Login House eXP acompanhar o jogo ao vivo.

Um dos destaques é o Desafio de VALORANT de Console, disputado no modo de treino The Range. Os três participantes com melhor desempenho no desafio recebem um kit com camiseta e boné oficiais. Em paralelo, a casa também recebe o Login Arena, torneio presencial de VALORANT que acontece ao longo de todo o dia; as inscrições para disputar já estão encerradas, mas o público da watch party pode acompanhar as partidas pessoalmente.

A organização também preparou brindes para reforçar o clima de torcida durante a watch party do VCT Americas:

  • Kit Torcida Oficial para os 150 primeiros participantes a chegar ao evento, com bateco do torneio, copo temático, adesivo, botton e pôster oficial, enquanto durarem os estoques.
  • Kit camiseta e boné para os três maiores pontuadores do desafio de console.

A estrutura da Login House eXP conta ainda com bar próprio, com comidas e bebidas disponíveis para compra ao longo de toda a programação, permitindo que o público permaneça no espaço durante as nove horas de evento.

VCT Americas Stage 2: contexto da decisão em São Paulo

A final do VCT Americas Stage 2 celebrada nesta watch party representa um marco para o cenário competitivo de VALORANT na região: é a primeira vez que a decisão da liga americana sai de Los Angeles e passa a ser disputada em solo brasileiro, com São Paulo recebendo o fim de semana decisivo da temporada. O resultado da etapa define parte das vagas da região para o VALORANT Champions 2026, em Xangai.

Para o PEB, a realização da watch party também tem um significado simbólico, já que o evento acontece dentro das celebrações de 10 anos do prêmio, com identidade visual especial montada na Login House eXP para a ocasião.

Serviço completo da watch party do VCT Americas em São Paulo

Confira abaixo o resumo com todas as informações práticas para quem quer acompanhar a watch party da final do VCT Americas Stage 2 na Login House eXP.

  • Evento: PEB Watch Party na Login House eXP – Final do VCT Americas Stage 2
  • Data: domingo, 6 de setembro de 2026
  • Horário: das 13h às 22h
  • Local: Login House eXP
  • Endereço: Rua Harmonia, 21 – Vila Madalena, São Paulo – SP
  • Ingresso sem consumação: R$ 20
  • Ingresso com consumação: R$ 70 (inclui R$ 70 de crédito no bar)
  • Capacidade: 250 pessoas simultâneas, sendo 100 lugares sentados

Perguntas frequentes sobre a watch party do VCT Americas

Quando é a watch party da final do VCT Americas em São Paulo?

A watch party acontece neste domingo, 6 de setembro de 2026, das 13h às 22h, na Login House eXP, na Vila Madalena.

Quanto custa o ingresso para a watch party do VCT Americas?

Há duas opções: ingresso sem consumação por R$ 20 e ingresso com consumação por R$ 70, que inclui R$ 70 de crédito para gastar no bar do local.

Onde comprar ingresso para a watch party?

Os ingressos devem ser adquiridos antecipadamente pela página oficial de vendas do evento, já que a capacidade do espaço é limitada.

O que tem de graça na watch party além da transmissão?

Os 150 primeiros participantes a chegar recebem um Kit Torcida Oficial com bateco, copo temático, adesivo, botton e pôster, enquanto durarem os estoques.

É preciso se inscrever para jogar no Login Arena?

Não é mais possível se inscrever, já que as vagas para disputar o Login Arena já estão encerradas. O público da watch party pode acompanhar as partidas presencialmente.

Fonte: Release oficial de divulgação do evento, assinado pelo Prêmio eSports Brasil (PEB) e Login House eXP.

Ranking Onimusha do pior ao melhor jogo da franquia segundo o Metacritic

Ranking Onimusha: do pior ao melhor jogo da franquia segundo o Metacritic

A franquia Onimusha vive seu melhor momento em mais de duas décadas. Com Onimusha: Way of the Sword chegando em 4 de setembro de 2026 e as remasterizações dos clássicos já disponíveis com legendas em português do Brasil, muita gente quer saber por onde começar. Para responder essa pergunta, o JogosZ organizou ranking Onimusha todos os jogos do pior ao melhor usando um critério objetivo: as notas oficiais do Metacritic, o maior agregador de críticas da indústria.

O ranking Onimusha considera oito lançamentos da série Onimusha avaliados pela crítica, incluindo os quatro jogos principais da era PlayStation 2, os dois spin-offs e as duas remasterizações modernas. Em todos os casos, usamos o Metascore da plataforma de lançamento original, que reúne dezenas de análises profissionais. Confira a seguir a lista completa, começando pela lanterna.

Ranking Onimusha do pior ao melhor: a lista completa

Antes de detalhar cada título, veja o resumo do ranking com as notas do Metacritic. A tabela abaixo mostra a posição de cada jogo de Onimusha, a plataforma avaliada e o ano de lançamento.

PosiçãoJogoPlataformaAnoMetacritic
9º (pior)Onimusha TacticsGame Boy Advance200364
8ºOnimusha Blade WarriorsPlayStation 2200465
7ºOnimusha: Warlords RemasterPS4, Xbox One, Switch, PC201971
6ºOnimusha 2: Samurai’s Destiny RemasterPS4, Xbox One, Switch, PC202575
5ºOnimusha: Dawn of DreamsPlayStation 2200681
4ºOnimusha 2: Samurai’s DestinyPlayStation 2200284
3ºOnimusha 3: Demon SiegePlayStation 2200485
2ºOnimusha: Way of the SwordPS5, Xbox Series X|S, Switch 2, PC202685
1º (melhor)Onimusha: WarlordsPlayStation 2200186

Como a tabela deixa claro, a trilogia original de PlayStation 2 domina o topo do ranking, enquanto os spin-offs experimentais ocupam as últimas posições. Agora vamos ao detalhamento de cada jogo, do pior ao melhor.

9º lugar: Onimusha Tactics é o pior jogo da franquia (Metacritic 64)

Lançado em 2003 para Game Boy Advance, Onimusha Tactics é o único jogo de estratégia em turnos da série e ocupa a última posição do ranking, com Metascore de 64 baseado em 21 análises. O jogo acompanha Onimaru, um jovem guerreiro do clã Oni que empunha a Manopla Oni para enfrentar Nobunaga Oda e seu exército de Genma, em uma história paralela que não se conecta diretamente aos jogos de PlayStation 2.

A crítica reconheceu o enredo envolvente e o elenco variado de personagens recrutáveis, mas apontou batalhas simples demais para o gênero. Comparado a Final Fantasy Tactics Advance, seu concorrente direto no mesmo portátil, Onimusha Tactics oferecia poucas opções táticas reais, e essa limitação pesou nas avaliações.

8º lugar: Onimusha Blade Warriors (Metacritic 65)

Onimusha Blade Warriors chegou ao PlayStation 2 em 2004 como um jogo de luta multiplayer no estilo Super Smash Bros., reunindo personagens de toda a franquia. Com Metascore de 65 baseado em 33 análises, o experimento recebeu críticas mistas. Pela primeira vez, Samanosuke Akechi, protagonista de Onimusha: Warlords, podia enfrentar Jubei Yagyu, herói de Onimusha 2, em arenas com múltiplos níveis para até quatro jogadores.

Veículos como Game Informer elogiaram os controles precisos e a variedade de habilidades, mas a recepção geral apontou modo história dispensável, desequilíbrio no versus customizado e problemas técnicos. O resultado é um título curioso para fãs, porém distante da qualidade dos jogos principais de Onimusha.

7º lugar: Onimusha: Warlords Remaster (Metacritic 71)

A remasterização de Onimusha: Warlords, lançada em janeiro de 2019 para PS4, Xbox One, Nintendo Switch e PC, obteve Metascore de 71 com base em 31 análises. Importante: a nota mais baixa não reflete a qualidade do jogo original, e sim o caráter conservador do relançamento. A crítica considerou o pacote enxuto demais após 18 anos de espera, com sistema de salvamento datado e cenas não puláveis na época do lançamento.

Por outro lado, a versão trouxe controles analógicos modernos, suporte a widescreen 16:9 e nova trilha sonora. Em abril de 2025, uma atualização gratuita adicionou o modo de dificuldade Infernal e, pela primeira vez na história da franquia, interface e legendas em português do Brasil. Hoje, é a porta de entrada mais acessível para conhecer Onimusha.

Preço de Onimusha: Warlords no Brasil

Na Steam Brasil, Onimusha: Warlords tem preço base de R$ 79,00, e o jogo entra com frequência em promoções da Capcom com 50% de desconto. Vale conferir o valor atual na loja antes de comprar, já que os descontos variam ao longo do ano.

6º lugar: Onimusha 2: Samurai’s Destiny Remaster (Metacritic 75)

Lançada em 23 de maio de 2025 para PS4, Xbox One, Nintendo Switch e PC, a remasterização de Onimusha 2: Samurai’s Destiny alcançou Metascore de 75 com base em 46 análises, sem nenhuma avaliação negativa. O pacote inclui gráficos em alta definição, salvamento automático, cenas puláveis, troca de armas sem pausar a ação, modo Infernal, galeria com mais de 100 artes de Keita Amemiya e a trilha sonora original completa.

A crítica elogiou a fidelidade ao original e as melhorias de qualidade de vida, embora parte dos veículos tenha apontado que as câmeras fixas e o design de 2002 envelheceram. Assim como o primeiro remaster, esta versão conta com legendas em português do Brasil, o que a torna especialmente relevante para o público brasileiro.

Preço de Onimusha 2 no Brasil

Onimusha 2: Samurai’s Destiny custa R$ 129,00 no PC via Steam Brasil e R$ 146,50 nos consoles. Quem quiser a série completa pode optar pelo Pacote Onimusha 1+2, vendido por R$ 175,00 no Steam e R$ 191,90 nos consoles, reunindo as duas remasterizações.

5º lugar: Onimusha: Dawn of Dreams (Metacritic 81)

Onimusha: Dawn of Dreams, lançado para PlayStation 2 em 2006, fecha a era clássica da franquia com Metascore de 81. O quarto jogo principal se passa décadas após Onimusha 3 e apresenta Soki, um guerreiro com poderes Oni que enfrenta Hideyoshi Toyotomi e seu exército demoníaco de Genma após a queda de Nobunaga.

4º lugar Onimusha Dawn of Dreams (Metacritic 81)
Fonte/Reprodução: Capcom

O título modernizou a fórmula da série com câmera mais dinâmica, maior variedade de ataques e armas, sistema de aliados controláveis e a possibilidade de revisitar fases para desbloquear conteúdo. É o Onimusha mais longo e mais orientado à ação pura, e até hoje permanece exclusivo do PlayStation 2, sem remasterização anunciada.

4º lugar: Onimusha 2: Samurai’s Destiny original (Metacritic 84)

A versão original de Onimusha 2: Samurai’s Destiny, lançada para PlayStation 2 em 2002, conquistou Metascore de 84 com base em 31 análises e se tornou o jogo mais vendido da franquia, segundo a própria Capcom. A aventura apresenta um novo protagonista, o mestre espadachim Jubei Yagyu, em uma jornada de vingança contra Nobunaga Oda, que destruiu seu vilarejo natal.

A crítica da época destacou a evolução em relação ao primeiro jogo: visual mais refinado, campanha mais longa, sistema de presentes e aliados com rotas ramificadas e combate aprimorado. As únicas ressalvas recorrentes foram os ângulos de câmera fixos e a história menos impactante que a do original. Para muitos fãs, este é o auge criativo de Onimusha.

3º lugar: Onimusha 3: Demon Siege (Metacritic 85)

Onimusha 3: Demon Siege, de 2004, quase alcançou o topo do ranking com Metascore de 85 no PlayStation 2. O encerramento da trilogia original aposta em uma premissa ousada: Samanosuke Akechi, interpretado pelo ator Takeshi Kaneshiro, viaja no tempo para a Paris moderna, enquanto o policial francês Jacques Blanc, vivido por Jean Reno, é transportado para o Japão feudal de 1582.

A crítica celebrou a ação rápida e fluida, os múltiplos personagens jogáveis, os quebra-cabeças bem construídos e a produção cinematográfica de alto nível. A versão de PC, lançada posteriormente em 2005, recebeu nota bem inferior (69) por problemas de portabilidade, por isso a recomendação é sempre pela versão de console. Onimusha 3 também marca a despedida de Samanosuke como protagonista da cronologia principal.

2º lugar: Onimusha: Way of the Sword estreia entre os melhores (Metacritic 85)

A grande novidade do ranking é Onimusha: Way of the Sword, que estreou direto no segundo lugar. Com o fim do embargo em 31 de agosto de 2026, o primeiro jogo inédito da série em mais de 20 anos registrou nota 85 no Metacritic, com base em 82 análises da versão de PlayStation 5, empatando com Onimusha 3: Demon Siege e ficando a apenas um ponto do líder. No OpenCritic, o desempenho foi igualmente forte, com selo Mighty e altíssimo índice de recomendação entre os críticos. O lançamento acontece em 4 de setembro de 2026 para PS5, Xbox Series X|S, Nintendo Switch 2 e PC.

2º lugar Onimusha Way of the Sword estreia entre os melhores (Metacritic 85)
Fonte/Reprodução: Capcom

A crítica elogiou em peso o combate focado em parry e deflect, considerado polido e recompensador, além da encenação e do design de dificuldade das batalhas contra chefes, do carisma de Miyamoto Musashi como protagonista e da recriação visual de Quioto no período Edo. A IGN chegou a dar nota 10. Entre as ressalvas, alguns veículos apontaram a repetição de minichefes e um pico de dificuldade artificial no trecho final. Diferente da estrutura linear dos clássicos, o jogo aposta em zonas semiabertas com missões secundárias, árvores de habilidades separadas para as armas Oni e progressão por exploração.

Preço e demo de Onimusha: Way of the Sword no Brasil

No Brasil, a versão digital de Onimusha: Way of the Sword parte de R$ 299,00 na edição padrão, com edições Deluxe e Premium Deluxe também disponíveis. Uma demo gratuita está no ar na Steam, PlayStation Store, Xbox Store e Epic Games Store, e quem criar um save na demo desbloqueia o amuleto Kubi Akari no jogo completo.

1º lugar: Onimusha: Warlords original é o melhor jogo da franquia (Metacritic 86)

O melhor jogo de Onimusha segundo o Metacritic é justamente o primeiro: Onimusha: Warlords, lançado para PlayStation 2 em janeiro de 2001, com Metascore de 86. O título de estreia colocou o samurai Samanosuke Akechi na luta contra Nobunaga Oda e suas legiões de demônios para resgatar a princesa Yukihime, combinando combate de espadas, quebra-cabeças e atmosfera de survival horror herdada de Resident Evil.

1º lugar Onimusha Warlords original é o melhor jogo da franquia (Metacritic 86)
Fonte/Reprodução: Capcom

Na época, a crítica apontou Onimusha: Warlords como um dos primeiros jogos obrigatórios do PlayStation 2, com gráficos de ponta, ambientação densa no Japão feudal e o inovador sistema de absorção de almas para aprimorar armas. O jogo vendeu mais de 2 milhões de unidades e abriu caminho para um subgênero de ação que influenciou Devil May Cry, God of War e Ninja Gaiden. A única crítica recorrente foi a curta duração da campanha, insuficiente para tirar o título do topo.

Como o ranking Onimusha foi montado

Este ranking utiliza exclusivamente o Metascore do Metacritic, que agrega notas de dezenas de veículos especializados e as converte em uma média ponderada de 0 a 100. Para cada jogo de Onimusha, consideramos a nota da plataforma de lançamento original, que concentra o maior número de análises. Versões portadas com menos avaliações, como Onimusha: Warlords para PC em 2003 (nota 67) e Onimusha 3 para PC em 2005 (nota 69), foram citadas apenas como contexto.

Vale lembrar que notas de agregadores refletem a recepção crítica no momento do lançamento, com os padrões técnicos de cada época. As remasterizações, por exemplo, foram julgadas pelo valor do pacote em pleno século XXI, e não pela qualidade intrínseca dos jogos originais, o que explica notas menores para versões do mesmo conteúdo.

Perguntas frequentes sobre os jogos de Onimusha

Reunimos abaixo as dúvidas mais comuns sobre a franquia Onimusha, suas notas no Metacritic e onde jogar cada título no Brasil em 2026.

Qual é o melhor jogo de Onimusha segundo o Metacritic?

O melhor jogo de Onimusha segundo o Metacritic é Onimusha: Warlords, o título original de 2001 para PlayStation 2, com nota 86. Ele supera por pouco Onimusha 3: Demon Siege (85) e Onimusha 2: Samurai’s Destiny (84).

Qual é o pior jogo de Onimusha?

O pior jogo de Onimusha no Metacritic é Onimusha Tactics, spin-off de estratégia lançado em 2003 para Game Boy Advance, com nota 64. Logo acima dele aparece Onimusha Blade Warriors, jogo de luta para PS2, com nota 65.

Onimusha tem jogo novo em 2026?

Sim. Onimusha: Way of the Sword, primeiro título inédito da série em mais de 20 anos, chega em 4 de setembro de 2026 para PS5, Xbox Series X|S, Nintendo Switch 2 e PC via Steam e Epic Games Store, com Miyamoto Musashi como protagonista.

Onde jogar Onimusha em 2026 no Brasil?

As remasterizações de Onimusha: Warlords e Onimusha 2: Samurai’s Destiny estão disponíveis para PS4, Xbox One, Nintendo Switch e PC via Steam, com legendas em português do Brasil. Onimusha 3, Dawn of Dreams, Blade Warriors e Tactics permanecem restritos às plataformas originais.

Quanto custa Onimusha no Brasil?

Na Steam Brasil, a remasterização de Onimusha: Warlords tem preço base de R$ 79,00 e Onimusha 2: Samurai’s Destiny custa R$ 129,00 no PC. O Pacote Onimusha 1+2 sai por R$ 175,00 no PC. Onimusha: Way of the Sword está em pré-venda a partir de R$ 299,00 na edição padrão.

The Witcher 4 já roda no PS5, Xbox Series e PC, confirma CD Projekt

The Witcher 4 já roda no PS5, Xbox e PC, confirma CD Projekt

The Witcher 4 já roda no PlayStation 5, no Xbox Series X e no PC durante o desenvolvimento, confirmou Michal Nowakowski, co-CEO da CD Projekt Red, em entrevista ao site Game Developer. A declaração, dada durante o período da Gamescom 2026, marca uma mudança radical na forma como o estúdio polonês produz seus jogos após o lançamento desastroso de Cyberpunk 2077 nos consoles em 2020.

A informação é significativa porque The Witcher 4 ainda está a anos do lançamento, previsto para 2028. Mesmo assim, o RPG estrelado por Ciri já pode ser iniciado em todas as plataformas para as quais será vendido, algo que não aconteceu com Cyberpunk 2077 até estágios avançados da produção.

O que a CD Projekt disse sobre The Witcher 4 nos consoles

Nowakowski foi direto ao descrever o estado atual do projeto. Segundo o executivo, qualquer pessoa que visite o estúdio hoje consegue abrir The Witcher 4 nas três plataformas-alvo. “Você pode iniciá-lo no PC. Você pode iniciá-lo no PS5. Você pode iniciá-lo no Xbox Series X, e ele vai rodar”, afirmou o co-CEO da CD Projekt Red.

O que a CD Projekt disse sobre The Witcher 4 nos consoles
Fonte/Reprodução: CD Projekt Red

A frase resume a nova filosofia do estúdio: nenhuma plataforma fica para trás. Em vez de priorizar o PC e adaptar o jogo aos consoles perto do lançamento, a equipe desenvolve e testa o RPG simultaneamente nos três sistemas desde o início da produção.

Trabalho para até o problema ser resolvido

A mudança vai além de rodar o jogo em todos os aparelhos. Nowakowski explicou que, se um problema técnico aparece em qualquer uma das plataformas, o trabalho no jogo é interrompido até que a situação seja corrigida nas três. No processo antigo, pendências técnicas eram empurradas para etapas futuras do desenvolvimento, prática que o executivo admite ter custado caro no passado.

A lição deixada por Cyberpunk 2077

O contexto da declaração é impossível de ignorar. Cyberpunk 2077 foi desenvolvido tendo o PC como plataforma principal, com o objetivo de alcançar o melhor visual possível. A CD Projekt acreditava que reduzir a experiência para PS4 e Xbox One seria simples, e essa suposição se provou um erro grave.

O resultado foi um dos lançamentos mais conturbados da história recente dos games. Em dezembro de 2020, o jogo chegou aos consoles da geração passada em estado quase injogável, e a Sony removeu Cyberpunk 2077 temporariamente da PlayStation Store após a enxurrada de reclamações. Nowakowski reconheceu que a estratégia de priorizar o PC havia funcionado com The Witcher 3, mas admitiu que o sucesso daquela adaptação envolveu uma boa dose de sorte.

“Desde então, não corremos mais riscos. Queremos ter certeza de que o jogo realmente funciona”, declarou o executivo.

O que já sabemos sobre The Witcher 4

Antes de conferir os detalhes confirmados, vale lembrar que este é o projeto mais importante da CD Projekt Red atualmente. Estes são os principais fatos verificados sobre o jogo:

  • Protagonista: Ciri assume o papel principal, substituindo Geralt de Rívia
  • Motor gráfico: Unreal Engine 5, abandonando a REDengine usada em Cyberpunk 2077 e The Witcher 3
  • Plataformas: PC, PlayStation 5 e Xbox Series X|S
  • Lançamento: previsto para 2028, com a CD Projekt já tendo descartado qualquer estreia antes do fim de 2026
  • Nova trilogia: o jogo abre uma nova saga, com planos de lançar os três títulos em um período de seis anos
  • Cenário: regiões inéditas na franquia, incluindo Kovir e a cidade portuária de Lan Exeter

Em junho de 2025, uma demonstração técnica de The Witcher 4 na Unreal Engine 5 mostrou Ciri explorando Kovir rodando em um PS5 padrão a 60 fps com ray tracing, um indício antecipado de que a otimização para consoles é prioridade real, e não apenas discurso.

Preço de The Witcher 4 no Brasil ainda não existe

The Witcher 4 ainda não tem pré-venda aberta nem preço divulgado na Steam Brasil, na PlayStation Store Brasil ou na Microsoft Store. Qualquer valor em reais circulando na internet é especulação. Assim que a CD Projekt abrir as reservas, os preços oficiais poderão ser conferidos diretamente nas lojas digitais.

Perguntas frequentes sobre The Witcher 4

Confira abaixo as respostas para as principais dúvidas sobre o novo RPG da CD Projekt Red.

The Witcher 4 já roda em quais plataformas?

Segundo Michal Nowakowski, co-CEO da CD Projekt Red, The Witcher 4 já roda no PC, no PlayStation 5 e no Xbox Series X durante o desenvolvimento. O objetivo é garantir estabilidade em todas as plataformas desde o início da produção.

Quando The Witcher 4 será lançado?

The Witcher 4 tem lançamento previsto para 2028 no PS5, Xbox Series X|S e PC. A CD Projekt Red já confirmou que o jogo não chega antes do fim de 2026 e ainda não divulgou data exata nem preço oficial.

Quem é a protagonista de The Witcher 4?

Ciri é a protagonista de The Witcher 4, assumindo o lugar de Geralt de Rívia. O jogo abre uma nova trilogia da franquia e é desenvolvido na Unreal Engine 5, com regiões inéditas como Kovir.

Por que a CD Projekt mudou o desenvolvimento após Cyberpunk 2077?

Cyberpunk 2077 foi desenvolvido com foco no PC e chegou aos consoles em estado precário em 2020, a ponto de ser removido temporariamente da PlayStation Store. Para evitar repetir o erro, o novo jogo é testado simultaneamente em PC, PS5 e Xbox Series X desde o início.

A confirmação de que The Witcher 4 já funciona em todas as plataformas-alvo é o sinal mais claro até agora de que a CD Projekt Red pretende chegar em 2028 sem repetir o trauma de 2020. Para quem espera o retorno ao Continente ao lado de Ciri, é uma notícia que aumenta a confiança em The Witcher 4.

Fonte: Eurogamer Portugal, com declarações originais concedidas ao Game Developer.

Tudo que você precisa saber sobre Onimusha Way of the Sword

Tudo que você precisa saber sobre Onimusha Way of the Sword

Depois de mais de 20 anos sem um capítulo inédito na linha principal, a Capcom finalmente traz a franquia samurai de volta — e a espera está no fim. Este guia reúne tudo que você precisa saber sobre Onimusha Way of the Sword antes do lançamento: data confirmada, preços em reais, plataformas, requisitos de PC, edições disponíveis, demo gratuita e os detalhes da história de Miyamoto Musashi. Se você pretende jogar o novo Onimusha: Way of the Sword no dia da estreia, aqui está o resumo completo e verificado.

Onimusha Way of the Sword chega em 4 de setembro de 2026

A data de lançamento de Onimusha: Way of the Sword é 4 de setembro de 2026. A informação merece atenção porque houve uma mudança recente: a Capcom havia anunciado originalmente o dia 25 de setembro, mas antecipou a estreia em três semanas, decisão comunicada oficialmente em julho de 2026. A nova data vale para todas as plataformas anunciadas.

Onimusha Way of the Sword chega em 4 de setembro de 2026
Fonte/Reprodução: Capcom

Onimusha: Way of the Sword estará disponível nos seguintes sistemas:

  • PlayStation 5 (com melhorias para PS5 Pro)
  • Xbox Series X e Xbox Series S
  • Nintendo Switch 2
  • PC, via Steam e Epic Games Store

Não há versão para PlayStation 4, Xbox One ou o Nintendo Switch original. O jogo é exclusivo da geração atual, construído na RE Engine, o mesmo motor gráfico dos remakes de Resident Evil e de Monster Hunter Wilds.

O preço de Onimusha: Way of the Sword começa em R$ 299,00 no Brasil

Na Steam Brasil, a Edição Standard de Onimusha: Way of the Sword está em pré-venda por R$ 299,00. Na PlayStation Store Brasil, a mesma edição custa R$ 339,90, seguindo o padrão de preços mais altos do console da Sony. Nos Estados Unidos, o jogo segue a tabela de US$ 69,99 na versão base.

A Capcom oferece três edições digitais em todas as plataformas:

  • Edição Standard: apenas o jogo base — R$ 299,00 na Steam Brasil e R$ 339,90 na PS Store Brasil
  • Edição Deluxe: jogo base + Kit Deluxe, com três amuletos equipáveis (Dama Oni, Jovem Dançarina e Mentor), quatro aparências de espada, o traje Armadura Vermelha para Musashi e a Manopla Oni Lótus Carmesim
  • Edição Premium Deluxe: todo o conteúdo da Deluxe + três haori, trajes extras para Okuni e para a Dama Oni, além de uma mini trilha sonora digital no jogo

Um detalhe importante para quem avalia o custo-benefício: os amuletos do Kit Deluxe fortalecem as habilidades de Miyamoto Musashi, segundo a própria Capcom — ou seja, a Deluxe não é puramente cosmética. Já o salto da Deluxe para a Premium Deluxe é composto apenas por itens visuais e pela trilha sonora. Os valores em reais das edições Deluxe e Premium Deluxe variam por plataforma, portanto confira o preço exato na loja digital do seu sistema antes de comprar.

A demo gratuita de Onimusha: Way of the Sword garante um bônus exclusivo

Uma demonstração jogável gratuita de Onimusha: Way of the Sword está disponível em todas as lojas digitais desde junho de 2026. A demo se passa no histórico templo Kiyomizu-dera e termina com uma batalha contra Sasaki Ganryu, o rival mais famoso de Musashi no imaginário samurai japonês.

Vale muito a pena baixar antes do lançamento por dois motivos. Primeiro, é a forma mais barata de testar se o combate agrada você. Segundo, quem mantiver os dados salvos da demo no console ou PC recebe o amuleto exclusivo Kubi Akari na versão completa do jogo, sem custo adicional.

Além disso, com a antecipação da data, a Capcom transformou os bônus de pré-venda em um Bônus de Adotante Antecipado (Early Adopter Bonus), disponível para compradores digitais até 25 de setembro de 2026. O pacote inclui o amuleto Cão-Leão e a aparência de espada Maldição Selada.

A história coloca Miyamoto Musashi contra os Genma na Quioto do período Edo

Onimusha: Way of the Sword é o primeiro título inédito da linha principal da série desde Onimusha: Dawn of Dreams, de 2006. A trama acompanha Miyamoto Musashi, o espadachim mais lendário da história do Japão, aqui retratado como um jovem samurai cujo visual foi modelado a partir do ator Toshiro Mifune, ícone do cinema japonês.

A história coloca Miyamoto Musashi contra os Genma na Quioto do período Edo
Fonte/Reprodução: Capcom

O cenário é uma versão de fantasia sombria de Quioto no início do período Edo, corrompida por nuvens malévolas de uma força chamada Malícia. Musashi empunha a Manopla Oni, artefato místico que concede ao portador o poder de destruir os Genma — as monstruosidades do submundo que são a marca registrada da franquia desde 2001. Ao longo da jornada, ele enfrenta espadachins rivais, criaturas mitológicas e chefes colossais, incluindo Shuten Doji no Monte Oe, enquanto busca uma razão para lutar.

Para quem nunca jogou a série: os jogos Onimusha combinam ação de espada com elementos sobrenaturais, e a franquia já ultrapassou 9,1 milhões de cópias vendidas ao longo de sua história. Não é necessário ter jogado os títulos anteriores para entender a história de Way of the Sword, já que se trata de um novo começo com protagonista e ambientação próprios.

O combate aposta em aparar golpes com precisão e no sistema Reflex Combo

O combate de Onimusha: Way of the Sword é focado em duelos de espada táticos, e não em repetição de botões. A espada de Musashi serve para atacar, aparar golpes e desviar projéteis. Um aparo prolongado permite “conduzir” o inimigo, derrubando-o na direção que o jogador escolher — abrindo espaço para punições devastadoras.

Os principais elementos do sistema de luta são:

  • Aparar (parry): mecânica central, que recompensa leitura de movimento e precisão de tempo
  • Postura de guarda: bloqueia ataques vindos de todas as direções
  • Reflex Combo: sistema que adiciona uma camada extra de estratégia às sequências ofensivas
  • Absorção de almas: tradição da série — almas vermelhas compram melhorias para o personagem

A proposta lembra o ritmo metódico de jogos de duelo como Sekiro, mas com a identidade própria da franquia: transformações Oni, chefes gigantescos e a atmosfera de terror que consagrou os clássicos do PlayStation 2. O jogo é single-player, sem componente multiplayer.

Requisitos de Onimusha: Way of the Sword no PC exigem SSD e 16 GB de RAM

A Capcom divulgou quatro faixas de requisitos oficiais para rodar Onimusha: Way of the Sword no PC. A boa notícia é que a configuração mínima é acessível para máquinas intermediárias de alguns anos atrás. A exigência inegociável é o SSD, com 50 GB livres, além de Windows 11 e DirectX 12 em todos os perfis.

Confira as configurações divulgadas pela Capcom:

PerfilProcessadorPlaca de vídeoRAMAlvo de desempenho
MínimoIntel Core i5-8400 / AMD Ryzen 3 3100GTX 1660 (6 GB) / RX 5500 XT16 GB1080p, 30 fps, preset Baixo (com upscaling)
RecomendadoIntel Core i5-10400 / AMD Ryzen 5 3600RTX 2060 Super (8 GB) / RX 6600 (8 GB)16 GB1080p, 60 fps, preset Médio (com upscaling)
AltoIntel Core i5-10400 / AMD Ryzen 5 3600RTX 4060 Ti (16 GB) / RX 6750 XT (12 GB)16 GB1440p, 60 fps, preset Alto (com upscaling)
UltraIntel Core i5-12400 / AMD Ryzen 7 5700RTX 4070 Ti (12 GB) / RX 7900 XT (20 GB)16 GB4K, 60 fps, preset Ultra (com upscaling)

No PlayStation 5, o jogo tem melhorias para o PS5 Pro, suporte à vibração háptica e aos gatilhos adaptáveis do DualSense. A Capcom recomenda instalar em SSD em todas as plataformas para evitar travamentos nas telas de carregamento.

Onimusha: Way of the Sword não estará no Game Pass nem na PS Plus

Uma dúvida frequente entre os fãs: o novo Onimusha não fará parte de nenhum nível do Xbox Game Pass nem do catálogo da PlayStation Plus no lançamento. Também não existe acesso antecipado pago — as edições Deluxe e Premium Deluxe não liberam o jogo antes, e todos os jogadores começam na mesma data, 4 de setembro de 2026.

Quem busca economizar no PC pode acompanhar lojas de chaves autorizadas e revendedores brasileiros, onde a pré-venda já apareceu abaixo do valor da Steam. Como esses valores mudam com frequência, confira o preço no momento da compra e dê preferência a lojas com boa reputação de ativação na sua conta.

Perguntas frequentes sobre Onimusha: Way of the Sword

Reunimos abaixo as respostas diretas para as dúvidas mais buscadas sobre o novo jogo da Capcom.

Quando Onimusha: Way of the Sword será lançado?

Em 4 de setembro de 2026, simultaneamente no PlayStation 5, Xbox Series X|S, Nintendo Switch 2 e PC (Steam e Epic Games Store). A data original era 25 de setembro, mas a Capcom antecipou o lançamento em três semanas.

Quanto custa Onimusha: Way of the Sword no Brasil?

A Edição Standard custa R$ 299,00 na Steam Brasil e R$ 339,90 na PlayStation Store Brasil. As edições Deluxe e Premium Deluxe têm preços exibidos diretamente em cada loja digital.

Onimusha: Way of the Sword tem demo gratuita?

Sim, em todas as plataformas. Manter os dados salvos da demo garante o amuleto exclusivo Kubi Akari na versão completa.

Onimusha: Way of the Sword vai entrar no Game Pass ou na PS Plus?

Não. O jogo não foi anunciado para nenhum serviço de assinatura e precisa ser comprado nas lojas digitais ou no varejo físico.

Quem é o protagonista de Onimusha: Way of the Sword?

Miyamoto Musashi, com visual inspirado no ator Toshiro Mifune. Ele usa a Manopla Oni para enfrentar os Genma na Quioto do período Edo.

Vale a pena jogar o novo Onimusha no lançamento?

Recapitulando tudo que você precisa saber sobre Onimusha Way of the Sword: o retorno da franquia chega em 4 de setembro de 2026 por a partir de R$ 299,00, com demo gratuita disponível agora, combate tático centrado em aparar golpes, quatro plataformas contempladas e requisitos de PC acessíveis. Para fãs dos clássicos e para quem procura um jogo de samurai com identidade própria, Onimusha: Way of the Sword é uma das apostas mais fortes da Capcom no ano — e a demo é o caminho ideal para tirar a prova antes de investir. Baixe a demonstração, garanta o amuleto Kubi Akari e prepare a espada: Quioto precisa de você.

EA Play Preço, Jogos e Como Assinar em 2026

EA Play: Preço, Jogos e Como Assinar em 2026

O EA Play é o serviço de assinatura de jogos da Electronic Arts e custa R$ 29,90 por mês ou R$ 200,00 por ano no Brasil em 2026. Com ele, você acessa um catálogo com dezenas de títulos como EA Sports FC 26, It Takes Two e Star Wars Jedi: Survivor, além de testes antecipados de lançamentos e 10% de desconto em compras digitais da EA. Neste guia, você confere os preços atualizados, os jogos incluídos, a diferença para o nível Pro e o passo a passo para assinar em cada plataforma.

O que é o EA Play?

O EA Play é a assinatura oficial da Electronic Arts que libera acesso ilimitado à chamada Play List, uma biblioteca rotativa com jogos das maiores franquias da empresa. O serviço está disponível no PC (via EA app e Steam), no PlayStation 4 e PlayStation 5, e no Xbox One e Xbox Series X|S.

O que é o EA Play
Fonte/Reprodução: EA

Além da biblioteca de jogos, a assinatura garante três benefícios fixos:

  • Testes de até 10 horas em novos lançamentos selecionados, antes ou logo após a estreia;
  • 10% de desconto em compras digitais da EA, incluindo jogos completos, DLCs e pacotes de pontos como FC Points;
  • Recompensas exclusivas dentro dos jogos, renovadas mensalmente.

Na prática, o desconto de 10% faz a assinatura quase se pagar para quem compra ao menos um lançamento da EA por ano, o que a torna uma das opções de melhor custo-benefício para fãs das franquias da editora.

Quanto custa o EA Play em 2026?

A assinatura custa R$ 29,90 por mês no plano mensal e R$ 200,00 no plano anual. Esses valores estão em vigor desde o reajuste aplicado pela Electronic Arts em maio de 2024 e valem para PlayStation Store, Microsoft Store e Steam no Brasil. A tabela abaixo resume os planos disponíveis.

PlanoPreçoPlataformas
EA Play MensalR$ 29,90/mêsPC, PlayStation e Xbox
EA Play AnualR$ 200,00/anoPC, PlayStation e Xbox
EA Play Pro MensalUS$ 16,99/mêsSomente EA app (PC)
EA Play Pro AnualUS$ 119,99/anoSomente EA app (PC)

Vale um alerta importante: a assinatura vale para apenas uma plataforma. Se você assinar no PlayStation, não terá acesso ao catálogo no PC, e vice-versa. A EA também costuma rodar promoções periódicas que derrubam o primeiro mês para poucos reais, especialmente na Steam, então vale conferir a página do serviço na sua loja antes de pagar o preço cheio.

Qual a diferença do EA Play Pro?

O Pro é o nível superior da assinatura, disponível exclusivamente no EA app para PC. Em vez de testes de 10 horas, o assinante Pro recebe as edições mais completas dos lançamentos da EA no dia da estreia, sem limite de tempo, além de conteúdos adicionais exclusivos. A cobrança segue os valores internacionais de US$ 16,99 mensais ou US$ 119,99 anuais, então confira o valor convertido em reais diretamente no EA app antes de assinar.

Quais jogos estão incluídos no catálogo?

A Play List reúne jogos de esporte, corrida, tiro, RPG e aventura, com entradas e saídas periódicas de títulos. Entre os destaques disponíveis no catálogo em 2026 estão:

  • EA Sports FC 26, que entrou na biblioteca completa em junho de 2026;
  • It Takes Two, vencedor do prêmio de Jogo do Ano em 2021;
  • Star Wars Jedi: Survivor e outros títulos da franquia Star Wars;
  • F1 25, Madden NFL 26, EA Sports NHL 26 e College Football 26;
  • Clássicos das franquias Battlefield, The Sims, Need for Speed, Dead Space, Dragon Age e Mass Effect.

Como o catálogo muda com frequência, a lista completa e atualizada pode ser consultada na página oficial do serviço ou diretamente na aba EA Play da sua plataforma. Lançamentos recentes costumam entrar primeiro como teste de 10 horas e só depois migram para a biblioteca completa.

EA Play está incluído no Game Pass?

Sim, e essa é uma das formas mais vantajosas de acessar o serviço, que está incluído sem custo adicional no Game Pass Ultimate (console e PC) e no PC Game Pass. Já os planos Essential e Premium do Game Pass não incluem o benefício, exigindo assinatura separada ou upgrade para o Ultimate.

No PC, o acesso funciona por meio do EA app: basta vincular sua conta Microsoft à conta EA na primeira vez que abrir um jogo da editora. No console, os jogos aparecem diretamente na seção dedicada dentro do catálogo do Game Pass. O nível Pro é a exceção da regra, pois não está incluído em nenhum plano do Game Pass.

Como assinar o serviço?

A assinatura é feita diretamente na loja da plataforma em que você joga, sem intermediários. O processo leva poucos minutos:

  1. No PC via Steam: procure pelo serviço na loja, escolha o plano e conclua o pagamento com a carteira Steam ou cartão;
  2. No PC via EA app: baixe o aplicativo gratuito no site da EA, acesse a aba da assinatura e selecione o plano padrão ou o Pro;
  3. No PlayStation: busque a assinatura na PlayStation Store e assine com os métodos de pagamento da sua conta PSN;
  4. No Xbox: acesse a Microsoft Store, procure pelo serviço e confirme a assinatura, ou assine o Game Pass Ultimate, que já inclui o benefício.

O pagamento renova automaticamente ao fim de cada ciclo, mas o cancelamento é livre: você pode encerrar quando quiser e continua jogando até o fim do período já pago, sem cobrança adicional.

O que aconteceu com o evento EA Play Live?

Se você chegou aqui procurando pelo evento anual da Electronic Arts, ele não existe mais. A última edição do EA Play Live aconteceu em julho de 2021, apresentada por Austin Creed, mais conhecido como Xavier Woods, astro da WWE. Em março de 2022, a EA cancelou oficialmente o formato, alegando que seus projetos não estavam alinhados para uma única data de apresentação.

Desde então, a estratégia mudou: a editora passou a revelar seus jogos em apresentações individuais ao longo do ano, cada uma dedicada a um título específico, como as transmissões próprias de Battlefield e EA Sports FC. O nome que batizava o evento hoje identifica exclusivamente o serviço de assinatura.

EA Play vale a pena em 2026?

Para quem joga franquias da EA todo ano, a resposta é sim, principalmente no plano anual de R$ 200,00, que sai por menos de R$ 17 mensais. O acesso ao EA Sports FC 26 completo, sozinho, já cobre o valor da assinatura anual quando comparado ao preço do jogo avulso.

Por outro lado, quem já assina o Game Pass Ultimate ou o PC Game Pass não precisa pagar nada a mais, pois o serviço está incluído. E se o seu interesse se resume a um único jogo antigo do catálogo, pode ser mais econômico aproveitar uma promoção do primeiro mês e cancelar em seguida.

Perguntas Frequentes

Reunimos abaixo as dúvidas mais comuns de quem está pensando em assinar o serviço da Electronic Arts.

Quanto custa o EA Play em 2026?

O EA Play custa R$ 29,90 por mês ou R$ 200,00 por ano no Brasil. O EA Play Pro, exclusivo do EA app no PC, é cobrado em valores equivalentes a US$ 16,99 mensais ou US$ 119,99 anuais.

O EA Play está incluído no Xbox Game Pass?

Sim. O serviço está incluído sem custo adicional no Game Pass Ultimate e no PC Game Pass. Os planos Essential e Premium não incluem o benefício.

Quais jogos estão na Play List?

O catálogo inclui títulos como EA Sports FC 26, It Takes Two, F1 25, Star Wars Jedi: Survivor, Madden NFL 26 e jogos das franquias Battlefield, The Sims, Need for Speed, Dragon Age e Mass Effect. A lista muda periodicamente.

Posso cancelar a assinatura a qualquer momento?

Sim. O cancelamento pode ser feito a qualquer momento e o acesso permanece ativo até o fim do período já pago, sem cobranças futuras.

O evento EA Play Live ainda existe?

Não. A Electronic Arts cancelou o EA Play Live em 2022 e o formato nunca retornou. A última edição aconteceu em julho de 2021, e hoje a empresa revela seus jogos em apresentações individuais ao longo do ano.na espera do que pode estar por vir.

Polícia do GTA 6 terá seis estrelas, câmeras de rua e rastreio de roupa, carro e cúmplice

Polícia do GTA 6 terá seis estrelas, câmeras de rua e rastreio de roupa, carro e cúmplice

A polícia do GTA 6 vai funcionar de forma completamente diferente de tudo o que a franquia já mostrou. A Rockstar Games confirmou, em 27 de agosto de 2026, que o novo sistema de procurado volta a ter seis estrelas, exige testemunha ou alarme para ser acionado e passa a rastrear cinco tipos de pista sobre o jogador: descrição física, roupa, veículo, gravação de câmera e presença de cúmplice. As informações foram detalhadas por Rob Nelson, codiretor da Rockstar North, em entrevista ao IGN, e apareceram na prática em Grand Theft Auto VI: An Extended Look, apresentação de cerca de 27 minutos exibida na Netflix e no YouTube.

Na prática, roubar um carro em Vice City deixa de ser um ato anônimo. Cada pista que a polícia do GTA 6 coleta aparece como um ícone vermelho abaixo das estrelas e some de um jeito diferente. Entenda abaixo como o sistema funciona, o que muda em relação a GTA 5 e como escapar de cada tipo de reconhecimento.

Como funciona o novo sistema de procurado do GTA 6

O sistema de procurado do GTA 6 só é acionado quando alguém presencia o crime ou quando um alarme dispara. Segundo Rob Nelson, essa é a regra central da nova polícia: sem testemunha e sem alarme, não existe nível de procurado. A mudança elimina a sensação antiga de que a viatura aparecia porque o jogo sabia do crime, e não porque alguém contou.

Como funciona o novo sistema de procurado do GTA 6
Fonte/Reprodução: Rockstar

Depois do primeiro registro, a polícia do GTA 6 começa a acumular pistas. Cada uma delas é representada por um ícone específico no HUD, logo abaixo das estrelas. Nenhum ícone aparece por padrão: eles surgem apenas quando alguém identificou aquele detalhe.

Ícone no HUDO que a polícia do GTA 6 sabe
Uma pessoaDescrição física do personagem
CabideRoupa que o personagem está usando
CâmeraExiste gravação de circuito interno (CCTV)
CarroVeículo em que o jogador está
Duas pessoasHavia um cúmplice no crime

O ícone de duas pessoas existe porque a campanha tem dois protagonistas, Jason Duval e Lucia Caminos, que atuam juntos na maior parte do tempo. Andar em dupla, portanto, vira mais uma informação contra o jogador.

Seis estrelas e a nova estrela vazada

A polícia do GTA 6 volta a usar seis estrelas de procurado, contra cinco em GTA 5. O limite de seis estrelas era padrão na era 3D da série, em GTA III, Vice City, San Andreas e GTA IV, e a última vez que apareceu foi em Chinatown Wars, de 2009. Durante a perseguição mostrada no Extended Look, Jason e Lucia chegam a quatro estrelas, com viaturas, SUVs e helicóptero no encalço.

A novidade mais interessante vem antes da primeira estrela. Uma estrela vazada sinaliza que a polícia registrou o crime, mas não tem nenhuma informação sobre o autor. É o assalto que deu certo: ninguém viu o rosto e nenhuma câmera pegou a placa.

Há ainda uma segunda troca de cor durante a fuga. Quando o jogador quebra o contato visual com a polícia do GTA 6, as estrelas brancas ficam vermelhas. Isso indica que os policiais continuam procurando, mas perderam o rastro. Nelson também confirmou que, ao voltar para uma área onde o personagem é procurado, o nível pode subir novamente.

Como escapar de cada tipo de reconhecimento

Cada pista que a polícia do GTA 6 coleta tem uma forma diferente de ser apagada, e algumas não podem ser desfeitas. Na demonstração ao IGN, Nelson raciocina em voz alta no meio de uma fuga: os ícones mostram que a polícia identificou o carro, então largar o veículo resolve metade do problema; como ela também sabe que são duas pessoas, separar-se resolve a outra metade.

O que a polícia temComo resolver
Descrição físicaMudar o penteado, com efeito limitado
RoupaLoja de roupas ou o porta-malas do veículo pessoal
VeículoTrocar de carro faz o ícone sumir
CúmpliceSeparar-se do parceiro durante a fuga
CâmeraNão há como desfazer depois, só evitar antes

A troca de veículo apareceu na tela: depois de abandonar o carro danificado e pegar outro, a dupla vê uma viatura passar ao lado sem reagir, porque o novo modelo não constava na descrição. Já a roupa depende de logística. Segundo Nelson, colocar óculos e boné não basta, porque a polícia ainda sabe qual traje o personagem usa. É preciso entrar em uma loja ou chamar o veículo pessoal, que carrega mudas de roupa no porta-malas.

Contra a câmera de segurança não existe antídoto. Uma vez gravado, o registro permanece. Resta planejar a rota antes de agir, e essa é a mudança que mais recompensa quem gosta de preparar o assalto com antecedência.

Fugir a pé passa a ser melhor do que fugir de carro

A partir de três estrelas dentro da cidade, escapar da polícia do GTA 6 dirigindo fica improvável sem um carro muito rápido ou uma moto esportiva. A afirmação é do próprio Rob Nelson, que explicou que a melhor opção passa a ser sair das ruas e correr pelos becos.

Por isso, a Rockstar reescreveu a movimentação dos personagens. Nelson disse que a equipe investiu bastante em tornar a navegação pelo mundo mais fluida, com foco em sair do carro, correr, pular e escalar cercas. É uma resposta direta à reclamação recorrente de GTA 5, em que a perseguição virava uma corrida contra viaturas que surgiam do nada.

Armas se guardam sozinhas em áreas civis

A arma não é uma pista acumulada pela polícia do GTA 6, e sim um gatilho. Sacar uma arma em área populosa chama atenção e pode gerar denúncia. Para evitar que o jogador perca uma missão por descuido, Jason e Lucia guardam a arma automaticamente ao entrar em zonas civis.

O detalhe parece pequeno, mas resolve uma das mortes mais frequentes em GTA 5: atravessar uma calçada com o rifle na mão e começar um tiroteio que ninguém pediu. Juntando tudo, o novo sistema cria dois estilos de jogo dentro da mesma mecânica. Quem entra atirando sem parar chega rápido às seis estrelas; quem planeja antes de agir sai do assalto com a estrela vazada e o quadro limpo.

Lançamento, preço e pré-venda do GTA 6 no Brasil

GTA 6 chega em 19 de novembro de 2026 para PlayStation 5 e Xbox Series X|S, com pré-venda aberta desde 25 de junho. No Brasil, a edição padrão custa R$ 449,90 e a Ultimate Edition, R$ 549,90, com o Pacote Vintage Vice City e um mês de GTA+ incluídos. A versão para PC ainda não foi anunciada.

Quem comprar em loja física deve saber que a caixa não traz disco: a Rockstar confirmou que a cópia física contém apenas um código de resgate, válido para todas as edições e países. As entregas começam em 12 de novembro, uma semana antes, para permitir o pré-carregamento. Varejistas como Amazon, KaBuM! e Nuuvem praticam o mesmo valor oficial, mas descontos promocionais no Pix podem variar, então vale conferir o preço diretamente na loja no momento da compra.

Perguntas frequentes sobre a polícia do GTA 6

Quantas estrelas de procurado tem o GTA 6?

GTA 6 tem seis estrelas de procurado, uma a mais do que GTA 5. O limite de seis estrelas retorna após ter aparecido pela última vez em Chinatown Wars, de 2009.

O que é a estrela vazada no GTA 6?

A estrela vazada indica que a polícia registrou o crime, mas não sabe quem o cometeu. É o estado anterior à primeira estrela cheia e aparece quando ninguém viu o rosto do jogador nem há gravação de câmera.

Como perder a polícia no GTA 6?

Cada pista exige uma ação diferente: trocar de carro apaga o ícone do veículo, trocar de roupa em loja ou no veículo pessoal apaga o ícone do cabide, separar-se do parceiro apaga o ícone de cúmplice e mudar o penteado ajuda parcialmente com a descrição física. Gravações de câmera não podem ser apagadas.

A polícia do GTA 6 aparece automaticamente ao cometer um crime?

Não. Segundo Rob Nelson, o sistema de procurado exige que alguém presencie o crime ou que um alarme seja acionado. Sem testemunha e sem alarme, não há nível de procurado.

Quando GTA 6 será lançado e quanto custa no Brasil?

GTA 6 chega em 19 de novembro de 2026 para PS5 e Xbox Series X|S. A edição padrão custa R$ 449,90 e a Ultimate Edition, R$ 549,90. Não há data anunciada para a versão de PC.

Fontes: Rockstar Games, entrevista de Rob Nelson ao IGN, GamesRadar+, SVG, Adrenaline, Tecnoblog e TechTudo.

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