
Preview Crimson Desert: jogo impressiona crítica e já é comparado a Red Dead Redemption 2
As primeiras Preview Crimson Desert publicadas pela imprensa especializada estão aumentando ainda mais a expectativa para o novo jogo da Pearl Abyss. Após sessões de gameplay antecipadas com jornalistas e criadores de conteúdo, muitos veículos destacaram o escopo ambicioso do mundo aberto, gráficos impressionantes e uma liberdade de exploração que lembra grandes clássicos do gênero.
Em vários previews, o título chegou a ser comparado diretamente ao lendário Red Dead Redemption 2 — considerado por muitos como um dos melhores jogos de mundo aberto já feitos.
Preview Crimson Desert destaca mundo aberto ambicioso
Nos testes iniciais feitos pela imprensa, Crimson Desert chamou atenção principalmente pelo tamanho e pela interatividade de seu mundo. O jogo se passa no continente fictício de Pywel e coloca o jogador no controle do mercenário Kliff em uma jornada cheia de conflitos políticos, batalhas e exploração.

Segundo informações divulgadas pela própria desenvolvedora, o mapa do jogo pode ser maior que o de Red Dead Redemption 2 e até duas vezes maior que Skyrim, o que reforça a ambição da equipe em criar um dos maiores mundos abertos da geração.
Além do tamanho, os previews destacam que o mundo será altamente interativo, com diversas atividades paralelas como exploração, combates, puzzles e interações com NPCs.
Previews elogiam gráficos e desempenho no PS5 Pro
Uma das demonstrações mais recentes do jogo foi realizada em uma build rodando no PlayStation 5 Pro, e o resultado impressionou jornalistas.
De acordo com a prévia divulgada pelo blog oficial da PlayStation, o jogo utiliza uma nova versão da tecnologia PSSR para alcançar resolução 4K e altas taxas de quadros, garantindo excelente qualidade visual e desempenho no console.
Os previews destacam principalmente:
- Cenários extremamente detalhados
- Iluminação avançada e efeitos de partículas
- Combates cinematográficos
- Uso imersivo do controle DualSense
Mesmo em trechos curtos de gameplay, os visuais foram descritos como próximos das versões mostradas em PCs de alto desempenho, algo raro em previews de jogos desse porte.
Comparações com Red Dead Redemption 2 aumentam expectativa
Uma das comparações mais recorrentes nas previews envolve o clássico Red Dead Redemption 2.
Alguns analistas apontam que o nível de ambição e detalhamento do mundo aberto de Crimson Desert lembra a abordagem da Rockstar Games em seus grandes projetos.
Inclusive, o ex-animador da Rockstar Mike York, que trabalhou em Red Dead Redemption 2, comentou que ficou impressionado com a escala e a beleza do mundo criado pela Pearl Abyss.
Esse tipo de comparação naturalmente eleva o nível de expectativa, já que Red Dead Redemption 2 ainda é considerado referência quando o assunto é mundo aberto realista e detalhado.
O que as previews ainda apontam como desafios
Apesar dos elogios, algumas previews também apontam pontos que ainda precisam de ajustes antes do lançamento.
Entre os principais comentários estão:
- Narrativa que ainda precisa ganhar mais profundidade
- Algumas mecânicas complexas que não são bem explicadas nas primeiras horas
- Grande quantidade de sistemas de gameplay que podem confundir jogadores inicialmente
Mesmo assim, a maioria das impressões iniciais considera o jogo extremamente promissor, principalmente pelo nível técnico e pela variedade de atividades disponíveis.
Um dos jogos mais promissores de 2026
Com lançamento previsto para 19 de março de 2026, Crimson Desert já aparece como um dos títulos mais ambiciosos da geração atual.
Se a versão final conseguir entregar tudo o que as previews sugerem — mundo aberto gigantesco, gameplay variado e alto nível técnico — o jogo pode se tornar um forte candidato a destaque do ano.
Para fãs de RPG e aventura em mundo aberto, as primeiras Preview Crimson Desert deixam claro: vale a pena manter esse jogo no radar.

Resident Evil Requiem Review/análise: uma homenagem aos que vieram antes
Após o anuncio do game na Summer game fest e a revelação do Leon na Game Awards, o hype veio aumentando desde então, mas será que Resident Evil 9 ou Requiem realmente faz jus ao Hype e entrega o que prometeu aos fãs da franquia? Depois de 20 horas de gameplay, lhe entrego minha Resident Evil Requiem Review/análise completa da JogosZ, focada em tudo que você precisa saber.
Um verdadeiro Survival Horror
Uma das protagonistas, a Grace Ashcroft tinha como premissa trazer um survival horror pesado ao jogo e realmente ele entrega, backtracking de itens é forte e a sensação de vulnerabilidade segue junto nisso, a Grace é apenas uma mulher apavorada e sem experiencia, então você e ela se sentem quase que no mesmo barco.

O survival horror está presente e com força aqui, porém ele não é perfeito e tem erros, como por exemplo, praticamente não tem puzzles, os que tem são poucos e são fáceis, algo que realmente não combina com a franquia Resident Evil.
Além disso, as partes que são focadas em survival horror não é muitas, RE Requiem embora tenha a Grace e uma grande área de exploração com ela, é apenas metade do jogo, não vai ter muito tempo nisso. Por outro lado, a outra parte da campanha é a do Leon e isso também não fica para trás.
Leon está no seu auge – Melhor combate da franquia
A outra metade do jogo é focado no Leon e nele temos o melhor combate da franquia até agora, é extremamente satisfatório jogar com ele, os parrys e armas estão excelentes, tanto em designs, quanto em eficiência. Por sinal, consertaram o problema da 12 que tinha no RE4.

O Leon mesmo aos 49 anos, está no auge de suas habilidades, você pode usar agora um machado de combate, feito pra finalização, parrys e defesa. Quanto mais você joga com ele, mais você quer continuar e isso nos leva a um pequeno problema do Resident Evil Requiem, até agora não tem um modo extra de mercenários, algo que seria muito bom principalmente levando em consideração o quão boa é a gameplay do Leon.
No geral, a gameplay de combate do Leon e a gameplay Survival Horror da Grace é apice da franquia, de longe a melhor até hoje e provavelmente se tornará exemplo para muitas outras franquias.
Fator rejogabilidade
Aqui temos alguns pecados, embora o jogo realmente te incentive a rejogar, ele não te oferece um New Game+, ou seja, seus upgrades das armas e munições não podem ser levadas para a próxima jogada, o que é algo que me incomodou bastante. Eu estava bem na espera disso e até agora não sabemos se teremos um modo New Game+, eu entendo que com a Grace não poderia, já que a experiencia dela é o survival horror mas com Leon tinha que funcionar.
Contudo, Resident Evil Requiem tem muitos desafios interessantes e que não são quase impossíveis como era no RE2 Remake e RE4 Remake, aqui você realmente tem mais vontade de tentar a platina, pois não é algo que levaria séculos pra isso.
Enredo de Resident Evil Requiem
O Enredo de Resident Evil Requiem é bom, porém apresenta problemas, retcons foram feitos e alguns que até quebram a sequência de algum outro jogo da franquia, algo que não irei spoilar mas você verá de longe caso for fã da franquia a algum tempo.

Mesmo com retcons complicados, eu gostei sim do enredo de Resident Evil Requiem, os diálogos são bem escritos (tirando as obviedades da Grace) e as cenas de combate e terror são excepcionais, digna de um dos melhores resident evil até agora.
Os vilões de fato não são memoráveis, porém o pouco que eles aparecem fica legal de ver, o Victor é um completo maluco que vai te fazer rir algumas vezes, porém ele é considerável, se compararmos com outros vilões da franquia.
Gráficos de outro mundo
Resident Evil Requiem tem de longe um dos melhores gráficos da atualidade, não poderia dizer se é o melhor mas com certeza é um dos que mais se destacam, o foto realismo da RE Engine chegou a um novo nível, um take do jogo se comparado a vida real pode ser confundida.
O visual do jogo pode ser mais facilmente apreciada tanto no começo nas ruas com a Grace, quanto com o Leon em Raccon City e é simplesmente absurdo, algo que realmente chama atenção e deve ser usado como referência, vamos torcer que os próximos continuem chegando nesse nível.
Veredito/conclusão Resident Evil Requiem review
Resident Evil Requiem apostou no mesmo que RE6 tentou, só que apenas o Requiem conseguiu realmente fazer a tão sonhada mescla do Terror e ação que a Capcom tanto buscava e os fãs também. Mesmo com alguns problemas no seu enredo e falta de algumas mecânicas, RE Requiem é mais que um dos melhores jogos da franquia, ele é uma homenagem aos que vieram antes e obrigatório principalmente se você é fã antigo da franquia.
Infelizmente a Capcom não nos cedeu uma cópia do jogo mas mesmo assim seguimos com a Review completa, de qualquer forma, está foi a nossa Resident Evil Requiem Review/análise completa do mais novo titulo da saga RE, curtiu? Já zerou o jogo? Nos fale nos comentários.

Gamescom Latam 2026 muda formato no Brasil: Conheça os 4 novos mundos imersivos e atrações confirmadas
A Gamescom Latam 2026 será realizada no Distrito Anhembi, em São Paulo, com abertura para o público geral entre 30 de abril e 3 de maio. O dia 29 de abril funcionará como o Preview Day, uma data reservada exclusivamente para a imprensa, criadores de conteúdo e profissionais em rodadas de negócios B2B.
A urgência por fortalecer a área de negócios não acontece por acaso. Na edição de 2025, a feira atingiu a marca recorde de 130 mil visitantes (um crescimento de 30% em relação ao ano anterior) e conectou mais de 1.000 empresas e 200 publishers. As rodadas de negócios (B2B) geraram uma perspectiva de movimentação superior a R$ 1 bilhão para a indústria na América Latina.

“Com a indústria de games no Brasil avaliada em mais de US$ 5,6 bilhões e projetando dobrar esse valor até 2034, a criação do novo ingresso “Start Pro” é o maior acerto estratégico desta edição. Desenvolvida para estudantes e estúdios independentes, a categoria democratiza o acesso a esse ecossistema bilionário de networking, acelerando carreiras que antes encontravam barreiras financeiras nos passes corporativos tradicionais.” Diz Eduardo Silva, editor-chefe da JogosZ.
A principal inovação para Gamescom Latam 2026 é a nova cenografia espacial do evento. Para abraçar diferentes nichos e comunidades, o pavilhão será dividido em quatro zonas imersivas:
- Hero Zone: Espaço focado em fãs de fantasia, mitologia e jogos de aventura.
- Open Zone: O paraíso dos jogos no estilo sandbox e de simulação.
- Shadow Zone: Área dedicada aos jogos de terror, suspense e narrativas sombrias.
- Neo Zone: Imersão total em temáticas cyberpunk e sci-fi (ficção científica).
A feira expande sua grade de programação misturando o universo dos criadores de conteúdo com o legado da indústria dos games:
- Roblox e Arkanis: A plataforma Roblox retorna para a sua terceira participação consecutiva. Além disso, o evento contará com um painel dedicado à popular série de roleplay Arkanis, baseada no universo de Minecraft.
- Show de David Wise: Para os fãs de música e nostalgia, o lendário compositor britânico David Wise — criador das trilhas sonoras clássicas de Donkey Kong Country — subirá ao palco ao lado da banda brasileira Gameboys.
- O WebApp “Side Quest”: Uma das grandes novidades tecnológicas é o aplicativo de realidade aumentada exclusivo do evento. Ele funcionará como uma aventura interativa pelo Anhembi, onde os visitantes completam missões paralelas (side quests) nos estandes para resgatar brindes exclusivos.
- BIG Festival: O tradicional espaço de jogos independentes continua firme, celebrando e premiando os melhores jogos indie do mercado global.
A Gamescom Latam 2026 será realizada no Distrito Anhembi, em São Paulo, com abertura para o público geral entre 30 de abril e 3 de maio. O dia 29 de abril funcionará como o Preview Day, uma data reservada exclusivamente para a imprensa, criadores de conteúdo e profissionais em rodadas de negócios B2B.
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Remakes e remasters nos games: nostalgia ou falta de criatividade?
Remakes e remasters nos games se tornaram uma das táticas mais comuns na indústria atual, que reabre discussões sobre originalidade, saudade e estabilidade financeira. Para muitos gamers, redescobrir clássicos com visuais melhorados é uma experiência emocional intensa; para outros, isso indica que grandes empresas optam por revisitar o que já existe em vez de desenvolver novidades.
O que acontece é que essa prática não é mais rara e se tornou uma parte central do mercado. Quando nos referimos a remakes e remasters nos games, é importante perceber que eles servem a grupos diferentes e têm propósitos diversos.
Enquanto certos projetos recuperam obras clássicas e as ajustam às novas tecnologias, outros simplesmente melhoram jogos mais antigos para estender sua durabilidade no mercado. O debate não é fácil, pois abrange questões de lembranças pessoais, viabilidade econômica e o avanço criativo da indústria.
Qual a diferença entre remake e remaster?
A distinção entre remake e remaster se dá, sobretudo, pela intensidade de mudança no jogo original. Um remaster é uma melhoria técnica: aprimoramento da resolução, taxa de quadros, iluminação e adaptação para consoles atuais, que preservam as mecânicas e histórias quase sem alteração. Exemplos comuns são coleções em HD ou versões “definitivas” com melhorias visuais.

O remake, por sua vez, requer uma reestruturação significativa. Os gráficos são criados desde o princípio, as mecânicas podem ser alteradas e até a história pode passar por mudanças. Na maioria das situações, o jogo original é apenas utilizado como referência.
Palavras como reboot e edição definitiva também são comuns: o reboot dá um novo começo à série, enquanto a edição definitiva geralmente é um remaster mais aprimorado, isso inclui conteúdos adicionais e ajustes.
Por que a indústria aposta tanto em remakes e remasters
A razão principal é o aspecto financeiro. Refazer ou atualizar o jogo tem um risco reduzido: a marca já é familiar, o público está lá e a aceitação logo de início é mais fácil de prever. Para os estúdios e as editoras, isso resulta em uma relação mais vantajosa entre gasto e lucro, principalmente em um contexto onde criar um jogo AAA do início pode levar muitos anos e gastar quantias muito altas.
Além do mais, a nostalgia é uma força de vendas muito eficaz. Pessoas que foram criadas com certos jogos costumam adquirir novas edições por ligação emocional. Esses produtos também reforçam marcas, mantêm IPs relevantes e capturam a atenção de novas gerações que não conhecem o original. Sob a ótica do mercado, essa é uma escolha sensata.
Quando um remake vale a pena (e quando ele só repete o passado)
Um remake se justifica quando enriquece a experiência inicial. Exemplos como Resident Evil 2 e Final Fantasy VII Remake não só atualizaram os gráficos, mas também repensaram a jogabilidade, o ritmo e a imersão, que proporciona algo inédito até para os jogadores mais experientes. Nesses exemplos, o remake atua como uma nova interpretação criativa.
O desafio aparece quando o projeto se apresenta como algo apenas para aproveitar uma oportunidade. Reproduções sem novidades ou relançamentos com poucas melhorias causam descontentamento e dão a ideia de redundância. Além disso, há uma discussão sobre a preservação da história: modificar excessivamente uma obra clássica pode alienar os fãs e eliminar a essência original do trabalho.
O futuro dos games depende do passado?
Remakes e remasters podem servir como ligações entre diferentes gerações de jogadores, isso une tanto os novatos quanto os veteranos. Eles são essenciais para guardar a história dos videogames e tornam clássicos relevantes ao alcance de todos. Porém, quando há um excesso deles, isso pode impedir a criatividade das grandes empresas do setor.

Felizmente, o cenário é mais amplo do que isso. Jogos independentes e criações originais ainda buscam novas ideias, mecânicas inovadoras e histórias únicas. O ajuste entre olhar para o que já foi feito e desenvolver o que está por vir é o que sustenta a vitalidade do setor — e é importante que o jogador reconheça a importância de ambos de maneira crítica.
Quer saber mais sobre as novidades que influenciam o setor de jogos, distinguir entre o que é apenas chamado de atenção e o que é real, e escolher onde vale a pena investir seu tempo (e seu dinheiro)? Siga o JogosZ tanto no site quanto em nosso instagram jogoszonline e tenha acesso a avaliações detalhadas, comparações inteligentes e informações que te ajudam a jogar de forma mais informada. Fique por aqui e descubra de maneira eficiente com o JogosZ.

Cultura do hype nos games: por que a expectativa destrói alguns lançamentos
Cultura do hype nos games é um fenômeno que ocorre com frequência e ajuda a entender porque muitos jogos esperados acabam sem agradar uma parte dos jogadores. A elevação das expectativas gera uma visão perfeita do jogo antes de ele ser lançado, isso resulta em que qualquer descompasso entre o que foi prometido e o que é real seja visto como uma grande falha.
Na realidade, a cultura do hype nos games não surge apenas da empolgação dos gamers, mas de um ambiente que valoriza promessas exageradas. Quando a expectativa se eleva além do que o jogo pode oferecer, o lançamento é avaliado mais pelo que não possui do que pelo que realmente entrega, que gera frustração em massa e prejudica a reputação do desenvolvedor.
O que é hype e como ele se forma na indústria dos games
Hype é a expectativa excessiva gerada em relação a um produto, que se baseia mais na esperança do que em vivências reais. No setor de jogos, ele aparece devido a trailers impressionantes, divulgações em eventos como Summer game fest e The Game Awards, ações de marketing intensas e mensagens bem elaboradas para criar a impressão de que é o “jogo perfeito”.

Com o passar dos anos, o setor descobriu como comercializar conceitos e promessas ao invés de produtos verdadeiros. Plataformas online, comunidades e redes sociais intensificam essas comunicações, que geram teorias, desejos e esperanças que quase nunca são analisadas de forma crítica antes do lançamento.
Marketing, trailers e promessas: quando a expectativa vira armadilha
Trailers de filmes e gameplays bem editados são formas eficazes de capturar a atenção, mas também alteram a maneira como se vê o produto final. Frequentemente, o conteúdo promocional exibe ambientes, mecânicas ou acabamentos que não refletem o que o jogador vai vivenciar na prática.
Essa criação artificial de expectativa torna o lançamento um desafio que não pode ser superado. Mesmo jogos que são bem feitos tecnicamente são percebidos como “fracassos” porque não atendem à imagem perfeita gerada pelo próprio marketing e que é intensificada pela cultura do hype nos games.
Casos famosos de jogos que sofreram com o hype
Alguns jogos se transformaram em representação desse dilema. Cyberpunk 2077 foi anunciado como uma nova era para os RPGs em ambientes abertos, mas foi lançado com sérios problemas técnicos, principalmente nos consoles. No Man’s Sky prometia um universo quase sem limites, mas saiu com faltas importantes, embora tenha melhorado bastante após as atualizações.
Anthem enfrentou a pressão de ser o “Destiny definitivo”, enquanto Watch Dogs foi criticado pelos gráficos que mostraram nos primeiros vídeos. Ambos os jogos tinham promessas grandiosas, uma comunicação confusa sobre suas limitações e uma audiência que desejava algo mais do que era possível na época do lançamento.
Como o jogador pode se proteger do hype e consumir melhor
A melhor maneira de se proteger do hype é através de informações críticas. Buscar análises imparciais, assistir gameplays extensos e sem cortes, e ter cautela com pré-vendas diminui a chance de decepção. Conhecer a trajetória do estúdio e as limitações técnicas do console também contribui para ajustar as expectativas.
Por último, é importante distinguir entre entusiasmo emocional e informações objetivas. A comunidade desempenha uma função fundamental nesse contexto: ao abordar os assuntos de forma mais lógica e menos fanática, ajuda a criar um mercado mais equilibrado. Jogar videogames com uma visão prática não tira a animação, mas previne que ela se converta em frustração imediata.
Gosta de jogos, opiniões honestas e discussões sem exageros? Então fique de olho no JogosZ. Aqui, você pode acessar críticas, guias detalhados e ideias claras para fazer escolhas mais informadas antes de adquirir ou jogar. Adicione o site aos favoritos, divida com outros jogadores e entre na discussão — aqui no JogosZ, os jogos são analisados pelo que realmente oferecem, e não pelo que prometem.

Resident Evil Requiem notas: como a crítica está avaliando o novo survival horror da Capcom
Quando um novo capítulo da franquia Resident Evil é lançado, a expectativa é sempre enorme — especialmente quando se trata de um título numerado que promete aprofundar o horror e evoluir a fórmula clássica. Em 2026, com o lançamento de Resident Evil Requiem notas no dia 27 de fevereiro, as notas da crítica especializada começaram a chegar — e o resultado é muito positivo.
Nesta análise da JogosZ, reunimos as principais notas e avaliações do Metacritic, OpenCritic e outros críticos, para mostrar como o jogo está sendo recebido antes mesmo de sua estreia completa no mercado. Confira Resident Evil Requiem Notas.
Resident Evil Requiem notas no Metacritic
O agregador de críticas Metacritic, uma das referências mais utilizadas para medir o desempenho crítico de jogos, já tem uma base considerável de avaliações para Resident Evil Requiem.

- Metascore geral: 89/100
- Baseado em cerca de 70 reviews de críticos
- Críticas principalmente favoráveis
Esse resultado já posiciona o jogo como um dos melhores lançamentos da franquia em anos, refletindo um consenso geral bastante positivo entre os principais veículos especializados.
O que isso significa
Uma nota 89 no Metacritic (com “Generally Favorable Reviews”) indica que a maioria dos críticos concorda que Requiem entrega experiência forte em horror, narrativa e gameplay, mesmo que ainda não seja unanimidade na nota máxima.
OpenCritic: índice de recomendação
Outro agregador importante é o OpenCritic, que analisa não só médias, mas também porcentagem de recomendações dos críticos:
- Aprovação geral no OpenCritic: cerca de 90%
- Critics Recommended (Críticos que recomendam o jogo): ~98%
Isso significa que quase todos os veículos que já testaram Resident Evil Requiem o recomendariam — um ótimo sinal para os fãs de survival horror que buscam um título de primeiro nível em 2026.
Análises destacadas
Algumas publicações e críticos que participaram da pré-avaliação do jogo destacaram elementos que influenciam positivamente essas notas:
- Atmosfera e horror: muitos veículos elogiam o clima tenso e perturbador, considerado um dos pontos altos da narrativa.
- Dualidade de protagonistas: a alternância entre personagens com estilos de gameplay diferentes tem sido vista como um diferencial que equilibra ação e terror.
- Prêmios e reconhecimento pré-lançamento: antes mesmo de chegar ao público geral, o jogo já recebeu vários prêmios em eventos como a Gamescom 2025, reforçando as expectativas da crítica especializada.
Expectativas vs. realidade
Embora as notas finais completas ainda estejam se consolidando — e o jogo tenha sido lançado há pouco tempo — já é possível afirmar que Resident Evil Requiem está sendo muito bem avaliado:
- Metacritic em alta (89)
- OpenCritic com quase 98% de recomendações
- Críticos destacando atmosfera, horror e gameplay
Esses números mostram que a Capcom pode ter acertado mais uma vez ao evoluir sua fórmula clássica, entregando um capítulo que agrada tanto fãs antigos quanto novos jogadores.
O que esperar em análises completas
Com o lançamento completo em todas as plataformas — incluindo PS5, Xbox Series X/S, PC e Nintendo Switch 2 — nos próximos dias, mais veículos devem publicar reviews completas com notas finais de 10/10, estrelas ou percentuais. Isso permitirá uma visão ainda mais refinada de como Resident Evil Requiem se compara a títulos anteriores da saga.
Fique ligado na JogosZ, porque traremos análises detalhadas, comparativos e notas finais atualizadas conforme mais reviews forem disponibilizadas.
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