
Crimson Desert requisitos: Veja se o seu PC, Console ou Mac aguenta o épico da Pearl Abyss
A espera está quase acabando! Com o lançamento mundial batendo à porta no dia 19 de março de 2026, a Pearl Abyss finalmente abriu o jogo e revelou os Crimson Desert requisitos oficiais. O ambicioso título de ação e aventura de mundo aberto promete levar o hardware ao limite para entregar a beleza selvagem do continente de Pywel.
Desenvolvido na BlackSpace Engine (motor gráfico proprietário da Pearl Abyss), o jogo foca em uma imersão absoluta, misturando cenários hiper-detalhados com um sistema de combate dinâmico que exige precisão e performance.
Confira abaixo todos os detalhes técnicos para saber se você precisará de um upgrade antes da estreia!
Crimson Desert: Requisitos de Sistema para PC
Para quem joga no computador, a Pearl Abyss preparou uma lista escalonada para diferentes perfis de jogadores. Vale lembrar que, por ser um jogo de última geração, o uso de SSD é altamente recomendado para evitar gargalos no carregamento do vasto mundo aberto.

Performance nos Consoles (PS5 e Xbox Series X|S)
Os jogadores de console podem esperar uma experiência otimizada, com foco em fidelidade visual e fluidez. O jogo contará com os tradicionais modos de prioridade:

- Modo Qualidade: Resolução 4K nativa com foco em detalhes gráficos e iluminação avançada a 30 FPS.
- Modo Desempenho: Resolução dinâmica (alvo 1440p) com taxa de quadros visando os 60 FPS estáveis.
- Xbox Series S: Otimizado para entregar 1080p estável, aproveitando o poder do motor BlackSpace para manter a densidade do mundo.
Crimson Desert no Mac e Portáteis (ROG Ally)
Uma das grandes surpresas é o suporte robusto ao ecossistema Apple e aos PCs portáteis de alta performance.

Especificações para Mac
Graças à parceria com a Apple, o jogo fará uso extensivo da tecnologia Metal.
- Requisito Mínimo: Dispositivos com chip M1 Pro ou superior.
- Experiência Ideal: Chips M2 Max ou M3 Ultra para configurações gráficas no Alto/Ultra.
ROG Ally X|S e Portáteis
Para os donos de ROG Ally X e dispositivos similares, a Pearl Abyss confirmou que o jogo terá um perfil de configuração específico para “Handhelds”, garantindo que a jornada de Kliff seja jogável mesmo fora de casa, com suporte nativo a tecnologias de upscaling (FSR/DLSS).

Lançamento e Pré-venda
Crimson Desert chega oficialmente em 19 de março de 2026 para PlayStation 5, Xbox Series X|S, PC (Steam e Epic Games Store) e Mac.
A pré-venda já está disponível em todas as plataformas citadas. Se você busca uma experiência imersiva em um mundo onde cada encontro pode ser fatal e cada paisagem é uma pintura, certifique-se de que sua máquina está pronta para Pywel.
Gostou dos requisitos ou seu PC vai pedir arrego? Fique ligado no Jogosz.com.br para mais guias e notícias sobre o mundo dos games!

Guia de platina Resident Evil Requiem: como fazer o 100%
A franquia Resident Evil tem o costume de ter platinas muito complicadas, de exemplo, temos os troféus de rank S no RE2 Remake e zerar com a pistola e faca no RE4 Remake. Contudo, Resident Evil Requiem seguiu por um caminho diferente e não chega a ser complicado como era nos anteriores. Neste guia de platina Resident Evil Requiem, você vai ver as principais dicas para conquistar o 100% do jogo.
Vale lembrar que eu mesmo conquistei a platina não faz muito tempo e foi com apenas 36 horas de gameplay, ou seja, é bem tranquilo no geral.
Troféus de historia (primeira run)
Sua primeira zerada em Resident Evil Requiem será sagrada, jogue com tranquilidade e aproveite o jogo o máximo que puder, explore bastante e curta bastante esse jogo maravilhoso. Nessa primeira run, você vai pegar todos os troféus de historia e a depender da dificuldade vai ganhar o troféu referente.

Se você zerar no modo Padrão clássico, vai pegar todos os troféus de dificuldade exceto o insano, portanto eu recomendaria zerar por esse modo para facilitar, mas não é uma necessidade pois você vai precisar zerar no modo Insano que libera logo após o primeiro zeramento e se você finalizar o jogo nesse modo, ganha o troféu do insano e do padrão clássico.
Após pegar todos os troféus de historia e de zeramento no modo padrão, você já pode ir para sua proxima run que será focada em alguns troféus importantes e complicadas.
Segunda zerada: trofeus de cura e coletor de sangue
Na sua segunda run você vai precisar pegar os 2 troféus mais complicados do jogo, inclusive são os únicos 2 troféus de ouro do Resident Evil Requiem, são eles:
- Detox Raix: Concluir o modo historia sem usar cura
- Minimalista: concluir o modo historia sem usar o coletor de sangue da Grace
Essas 2 mecânicas são bem essenciais durante a gameplay e por não usar eles fica bem complicado, exceto se você zerar no modo casual, que é modo fácil do jogo, nele toda vez que estiver próximo da morte ele recupera um pouco do tua vida sozinho, ou seja, perfeito para a run sem usar cura.
Por consequência, no modo casual, não usar o coletor de sangue também fica tranquilo, todos os inimigos são bem fracos e você consegue esquivar deles tranquilamente.
Na segunda zerada você vai ter tempo e os inimigos vão ser fáceis, portanto, nessa run você precisa pegar os coletáveis restantes que você provavelmente não pegou. Existem 2 tipos de coletáveis, são os arquivos e os Mr.Raccons (os bonecos da raposa que tem desde o RE2 Remake). Recomendo um guia para isso, tem vários vídeos na internet com a localização de cada um deles, então vai com calma e pegue todos eles nessa run, tanto arquivos quanto os bonecos.
Nessa run você pode tentar arriscar o troféus: “Trem bala sem freio” que pede para você zerar o jogo em menos de 4 horas com o final verdadeiro, contudo fica um pouco complicado, levando em conta que você ainda precisa pegar munição e recursos, particularmente recomendo fazer isso quando tiver munição infinita.
Terceira zerada: modo insano
Na terceira zerada você vai zerar no modo mais difícil do jogo, modo insano. Após zerar o jogo sem usar cura e coletor de sangue, tu vai consegui 70 mil pontos de desafio na loja de itens bônus do Resident Evil Requiem, juntando com os pontos que tu conseguiu na primeira zerada tu deve ter no máximo uns 80 mil pontos, muito mais que o suficiente para comprar a munição infinita que custa 50 mil.
Pra facilitar toda a run no modo insano, a munição infinita ajuda e muito, tu não precisa procura recursos ou perder tempo administrando teus itens, além disso, toda a parte de gameplay com a Grace fica bem mais suave justamente por que você vai ter a Requiem em sua mão.
No modo insano, todos os inimigos são infinitamente mais fortes e resistentes, mas com a Requiem você consegue lidar bem com eles, seria muito mais dificil se não tivesse a munição infinita.
Quarta zerada e ultima: Trem bala sem freio
Nessa etapa do processo, fazer esse troféu fica bem mais fácil, justamente por você já ter zerado Resident Evil Requiem 3 vezes até agora, todo processo de puzzles na sua cabeça já ficou bem gravada. Nessa quarta zerada, você pode fazer da forma que tu achar melhor, mas eu recomendo pegar a bazuca e ir no modo casual, tu não corre o risco de morrer ou perde tempo com zumbis ou monstros mais resistentes.
Com a bazuca até no modo insano, os inimigos morrem apenas com 1 tiro mas o risco de você morrer é maior e pode perder tempo nisso, mas caso você queira um desafio a mais nessa Speedrun, é uma escolha interessante, mas vai de cada um.

Com a bazuca e munição infinita dela e das outras armas, zerar em menos de 4 horas é muito facil e tranquilo, eu mesmo quando fui fazer essa run, zerei em 2 horas e meia, quase metade do tempo solicitado, ou seja, é bem tranquilo.
Com o troféu do Speedrun, se você segui todos os passos dessa guia de platina Resident evil Requiem até aqui, então você já deve pegar o troféu de platina do jogo que por sinal se chama Requiem.
Vale lembrar que esse guia eu montei com base no que eu fiz em minhas runs durante minha gameplay, você pode fazer em ordens completamente diferentes, se quiser na sua segunda run partir pro insano direto sem munição infinita, é um metodo também, vai de cada um a forma de como você quer conquistar o 100% do Resident Evil Requiem.
Curtiu nosso guia de platina Resident Evil Requiem? Se gostou, veja os outros guias de platina que fizemos como foi com Red Dead Redemption 2, God of war e entre outros.

Escolhas e finais nos jogos: o jogador como coautor e a ilusão do controle
Escolhas e finais nos jogos se tornaram uma das bases da narrativa contemporânea nos videogames, para oferecer aos jogadores algo que outras formas de mídia quase nunca proporcionam: a impressão de ter domínio sobre a trama. Ao optar por diálogos, trajetórias e decisões éticas, o jogador não é mais um mero observador, mas começa a se ver como um participante ativo na criação da narrativa.
No entanto, por trás dessa ideia atraente, há uma diferença sutil entre a verdadeira liberdade e a ilusão bem elaborada. Compreender como as escolhas e finais nos jogos operam contribui não apenas para apreciar experiências bem feitas, mas também para aproveitar histórias interativas de maneira mais reflexiva e consciente.
O jogador como coautor: quando a narrativa depende de você
A chamada “agência narrativa” refere-se ao nível de controle que o jogador exerce sobre os eventos do jogo. Em jogos com foco na narrativa e RPGs, essa agência aparece como a habilidade de alterar a história com base em escolhas individuais, que geram a impressão de uma coautoria entre o criador do jogo e o jogador.

Jogos como Mass Effect, The Witcher e Detroit: Become Human tratam muito bem dessa questão ao ligar decisões a resultados evidentes, que podem ser políticos, emocionais ou éticos. Nesses exemplos, a imersão cresce, pois o jogador percebe que tem um papel importante nas direções que a história toma.
Escolhas reais vs escolhas falsas: a diferença entre liberdade e maquiagem
Nem toda opção oferecida é realmente importante. Vários jogos apresentam decisões que mudam apenas conversas ou cenas pequenas, mas que levam ao mesmo final. Esse método cria a chamada “ilusão de escolha”, onde o jogador pensa que decide, mas na verdade só começa a passar por diferentes versões do mesmo caminho.
Essa forma de trabalhar é frequente por questões técnicas e de custo. Desenvolver histórias com várias direções demanda mais planejamento, mais vozes gravadas e mais testes. Portanto, muitos estúdios preferem fazer alterações superficiais, que preservam a impressão de liberdade sem elevar muito os gastos de produção.
Finais múltiplos: impacto emocional ou estratégia de replay?
Os finais variados são um dos recursos mais comuns para destacar a relevância das escolhas feitas. Quando realizados adequadamente, eles aumentam a carga emocional, levam o jogador a pensar sobre suas ações e incentivam discussões sobre ética e repercussões.

Por sua vez, finais que são demasiado fragmentados ou complicados podem causar desapontamento, especialmente quando pequenas variações resultam em conclusões muito diferentes. Finais escondidos, finais que trazem uma lição e finais tidos como “oficiais” devem se conectar com a história principal para oferecer um impacto positivo — e não negativo — na experiência.
Por que a ilusão do controle ainda funciona tão bem
Mesmo nos momentos em que as opções são restritas, o ato de fazer uma escolha provoca um envolvimento emocional. Do ponto de vista psicológico, o jogador desenvolve conexões mais profundas com personagens e narrativas ao sentir que tem um papel no que ocorre, mesmo que essa impressão de controle seja apenas em parte simbólica.
É por essa razão que as decisões e conclusões nos jogos permanecem tão impactantes. O envolvimento ativo, mesmo que restrito, eleva a imersão, a conexão e o sentimento de fazer parte daquele mundo. No final, a percepção de controle não reduz a vivência — ela é um elemento essencial que faz dos videogames uma forma de contar histórias tão distintas.
Quer saber mais sobre como histórias, decisões, Escolhas e finais nos jogos e o design influenciam sua vivência nos jogos? Acompanhe o JogosZ e conheça críticas, considerações significativas e materiais que fazem você olhar para os jogos de um jeito mais intenso. Visite o JogosZ e jogue com mais compreensão.

Vendas Resident Evil Requiem: jogo ultrapassa 5 milhões em apenas 5 dias e PS5 lidera
O novo capítulo da franquia de survival horror da Capcom começou com números impressionantes. As vendas Resident Evil Requiem já ultrapassaram 5 milhões de unidades em apenas cinco dias, consolidando o título como um dos lançamentos mais rápidos e bem-sucedidos da história da série.
Lançado em 27 de fevereiro de 2026, o jogo chegou simultaneamente para PC, PlayStation 5, Xbox Series e outras plataformas, e rapidamente se tornou um sucesso comercial logo na primeira semana.
Resident Evil Requiem vende 5 milhões em apenas 5 dias
A própria Capcom confirmou que Resident Evil Requiem superou a marca de 5 milhões de cópias vendidas em apenas cinco dias após o lançamento.

Esse desempenho coloca o jogo entre os lançamentos mais rápidos da franquia, superando a velocidade de vendas de títulos recentes da série.
O número chama ainda mais atenção quando comparado a outros jogos da saga. Por exemplo:
- O remake de Resident Evil 4 levou meses para atingir o mesmo número de vendas
- Resident Evil Village também demorou mais tempo para alcançar esse marco
- Requiem atingiu 5 milhões em menos de uma semana
Isso mostra que o interesse pelo novo capítulo da franquia continua extremamente forte, especialmente no lançamento.
PS5 lidera as vendas do jogo
Outro detalhe interessante sobre as vendas Resident Evil Requiem é que a plataforma que mais vendeu o jogo até agora foi o PlayStation 5.
Segundo informações divulgadas por analistas da indústria, o console da Sony lidera as vendas do jogo, ficando à frente da versão de PC no lançamento.
Esse resultado não chega a ser uma grande surpresa. A franquia Resident Evil tem uma ligação histórica com os consoles da PlayStation desde os primeiros jogos da série, lançados ainda na década de 1990.
Mesmo assim, a versão de PC também registrou números fortes, com pico elevado de jogadores simultâneos no lançamento.
Um dos maiores lançamentos da história da franquia
Com 5 milhões de cópias vendidas em poucos dias, as vendas Resident Evil Requiem já se posiciona como um dos maiores sucessos recentes da Capcom.
Além das vendas expressivas, o jogo também:
- Registrou grande número de jogadores simultâneos no PC
- Recebeu avaliações positivas da crítica
- Tornou-se rapidamente um dos títulos mais comentados do ano
O desempenho inicial indica que o novo survival horror pode continuar crescendo nas próximas semanas e possivelmente entrar na lista dos jogos mais vendidos da franquia.

Preview Crimson Desert: jogo impressiona crítica e já é comparado a Red Dead Redemption 2
As primeiras Preview Crimson Desert publicadas pela imprensa especializada estão aumentando ainda mais a expectativa para o novo jogo da Pearl Abyss. Após sessões de gameplay antecipadas com jornalistas e criadores de conteúdo, muitos veículos destacaram o escopo ambicioso do mundo aberto, gráficos impressionantes e uma liberdade de exploração que lembra grandes clássicos do gênero.
Em vários previews, o título chegou a ser comparado diretamente ao lendário Red Dead Redemption 2 — considerado por muitos como um dos melhores jogos de mundo aberto já feitos.
Preview Crimson Desert destaca mundo aberto ambicioso
Nos testes iniciais feitos pela imprensa, Crimson Desert chamou atenção principalmente pelo tamanho e pela interatividade de seu mundo. O jogo se passa no continente fictício de Pywel e coloca o jogador no controle do mercenário Kliff em uma jornada cheia de conflitos políticos, batalhas e exploração.

Segundo informações divulgadas pela própria desenvolvedora, o mapa do jogo pode ser maior que o de Red Dead Redemption 2 e até duas vezes maior que Skyrim, o que reforça a ambição da equipe em criar um dos maiores mundos abertos da geração.
Além do tamanho, os previews destacam que o mundo será altamente interativo, com diversas atividades paralelas como exploração, combates, puzzles e interações com NPCs.
Previews elogiam gráficos e desempenho no PS5 Pro
Uma das demonstrações mais recentes do jogo foi realizada em uma build rodando no PlayStation 5 Pro, e o resultado impressionou jornalistas.
De acordo com a prévia divulgada pelo blog oficial da PlayStation, o jogo utiliza uma nova versão da tecnologia PSSR para alcançar resolução 4K e altas taxas de quadros, garantindo excelente qualidade visual e desempenho no console.
Os previews destacam principalmente:
- Cenários extremamente detalhados
- Iluminação avançada e efeitos de partículas
- Combates cinematográficos
- Uso imersivo do controle DualSense
Mesmo em trechos curtos de gameplay, os visuais foram descritos como próximos das versões mostradas em PCs de alto desempenho, algo raro em previews de jogos desse porte.
Comparações com Red Dead Redemption 2 aumentam expectativa
Uma das comparações mais recorrentes nas previews envolve o clássico Red Dead Redemption 2.
Alguns analistas apontam que o nível de ambição e detalhamento do mundo aberto de Crimson Desert lembra a abordagem da Rockstar Games em seus grandes projetos.
Inclusive, o ex-animador da Rockstar Mike York, que trabalhou em Red Dead Redemption 2, comentou que ficou impressionado com a escala e a beleza do mundo criado pela Pearl Abyss.
Esse tipo de comparação naturalmente eleva o nível de expectativa, já que Red Dead Redemption 2 ainda é considerado referência quando o assunto é mundo aberto realista e detalhado.
O que as previews ainda apontam como desafios
Apesar dos elogios, algumas previews também apontam pontos que ainda precisam de ajustes antes do lançamento.
Entre os principais comentários estão:
- Narrativa que ainda precisa ganhar mais profundidade
- Algumas mecânicas complexas que não são bem explicadas nas primeiras horas
- Grande quantidade de sistemas de gameplay que podem confundir jogadores inicialmente
Mesmo assim, a maioria das impressões iniciais considera o jogo extremamente promissor, principalmente pelo nível técnico e pela variedade de atividades disponíveis.
Um dos jogos mais promissores de 2026
Com lançamento previsto para 19 de março de 2026, Crimson Desert já aparece como um dos títulos mais ambiciosos da geração atual.
Se a versão final conseguir entregar tudo o que as previews sugerem — mundo aberto gigantesco, gameplay variado e alto nível técnico — o jogo pode se tornar um forte candidato a destaque do ano.
Para fãs de RPG e aventura em mundo aberto, as primeiras Preview Crimson Desert deixam claro: vale a pena manter esse jogo no radar.

Resident Evil Requiem Review/análise: uma homenagem aos que vieram antes
Após o anuncio do game na Summer game fest e a revelação do Leon na Game Awards, o hype veio aumentando desde então, mas será que Resident Evil 9 ou Requiem realmente faz jus ao Hype e entrega o que prometeu aos fãs da franquia? Depois de 20 horas de gameplay, lhe entrego minha Resident Evil Requiem Review/análise completa da JogosZ, focada em tudo que você precisa saber.
Um verdadeiro Survival Horror
Uma das protagonistas, a Grace Ashcroft tinha como premissa trazer um survival horror pesado ao jogo e realmente ele entrega, backtracking de itens é forte e a sensação de vulnerabilidade segue junto nisso, a Grace é apenas uma mulher apavorada e sem experiencia, então você e ela se sentem quase que no mesmo barco.

O survival horror está presente e com força aqui, porém ele não é perfeito e tem erros, como por exemplo, praticamente não tem puzzles, os que tem são poucos e são fáceis, algo que realmente não combina com a franquia Resident Evil.
Além disso, as partes que são focadas em survival horror não é muitas, RE Requiem embora tenha a Grace e uma grande área de exploração com ela, é apenas metade do jogo, não vai ter muito tempo nisso. Por outro lado, a outra parte da campanha é a do Leon e isso também não fica para trás.
Leon está no seu auge – Melhor combate da franquia
A outra metade do jogo é focado no Leon e nele temos o melhor combate da franquia até agora, é extremamente satisfatório jogar com ele, os parrys e armas estão excelentes, tanto em designs, quanto em eficiência. Por sinal, consertaram o problema da 12 que tinha no RE4.

O Leon mesmo aos 49 anos, está no auge de suas habilidades, você pode usar agora um machado de combate, feito pra finalização, parrys e defesa. Quanto mais você joga com ele, mais você quer continuar e isso nos leva a um pequeno problema do Resident Evil Requiem, até agora não tem um modo extra de mercenários, algo que seria muito bom principalmente levando em consideração o quão boa é a gameplay do Leon.
No geral, a gameplay de combate do Leon e a gameplay Survival Horror da Grace é apice da franquia, de longe a melhor até hoje e provavelmente se tornará exemplo para muitas outras franquias.
Fator rejogabilidade
Aqui temos alguns pecados, embora o jogo realmente te incentive a rejogar, ele não te oferece um New Game+, ou seja, seus upgrades das armas e munições não podem ser levadas para a próxima jogada, o que é algo que me incomodou bastante. Eu estava bem na espera disso e até agora não sabemos se teremos um modo New Game+, eu entendo que com a Grace não poderia, já que a experiencia dela é o survival horror mas com Leon tinha que funcionar.
Contudo, Resident Evil Requiem tem muitos desafios interessantes e que não são quase impossíveis como era no RE2 Remake e RE4 Remake, aqui você realmente tem mais vontade de tentar a platina, pois não é algo que levaria séculos pra isso.
Enredo de Resident Evil Requiem
O Enredo de Resident Evil Requiem é bom, porém apresenta problemas, retcons foram feitos e alguns que até quebram a sequência de algum outro jogo da franquia, algo que não irei spoilar mas você verá de longe caso for fã da franquia a algum tempo.

Mesmo com retcons complicados, eu gostei sim do enredo de Resident Evil Requiem, os diálogos são bem escritos (tirando as obviedades da Grace) e as cenas de combate e terror são excepcionais, digna de um dos melhores resident evil até agora.
Os vilões de fato não são memoráveis, porém o pouco que eles aparecem fica legal de ver, o Victor é um completo maluco que vai te fazer rir algumas vezes, porém ele é considerável, se compararmos com outros vilões da franquia.
Gráficos de outro mundo
Resident Evil Requiem tem de longe um dos melhores gráficos da atualidade, não poderia dizer se é o melhor mas com certeza é um dos que mais se destacam, o foto realismo da RE Engine chegou a um novo nível, um take do jogo se comparado a vida real pode ser confundida.
O visual do jogo pode ser mais facilmente apreciada tanto no começo nas ruas com a Grace, quanto com o Leon em Raccon City e é simplesmente absurdo, algo que realmente chama atenção e deve ser usado como referência, vamos torcer que os próximos continuem chegando nesse nível.
Veredito/conclusão Resident Evil Requiem review
Resident Evil Requiem apostou no mesmo que RE6 tentou, só que apenas o Requiem conseguiu realmente fazer a tão sonhada mescla do Terror e ação que a Capcom tanto buscava e os fãs também. Mesmo com alguns problemas no seu enredo e falta de algumas mecânicas, RE Requiem é mais que um dos melhores jogos da franquia, ele é uma homenagem aos que vieram antes e obrigatório principalmente se você é fã antigo da franquia.
Infelizmente a Capcom não nos cedeu uma cópia do jogo mas mesmo assim seguimos com a Review completa, de qualquer forma, está foi a nossa Resident Evil Requiem Review/análise completa do mais novo titulo da saga RE, curtiu? Já zerou o jogo? Nos fale nos comentários.
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